Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Umbigo #89 - Apocalipse


Vários
Jahn und Jahn, Lisboa

Problemas do Primitivismo, a partir de Portugal


Mariana Pinto dos Santos e Ludgero Almeida
Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães

Retratos da Diáspora. Visões afro-lisboetas


Filipa Vicente e Adão Marcelino
Padrão dos Descobrimentos, Lisboa

RADICAIS LIVRES: experiências da dança no cinema experimental


Bárbara Janicas
ZDB - Galeria Zé dos Bois, Lisboa

NORMA


Diana Niepce
Jardins do Bombarda - Centro Cultural e Comunitário, Lisboa

Na boca da baleia


Susana Neves
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Noites de Verão 2024


Vários
FBAUL - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Lisboa

ESPELHO MÁGICO - UMA HISTÓRIA DO CINEMA


Francisco Valente
Livraria Linha de Sombra, Lisboa

Brotéria


Samuel Silva
Brotéria, Lisboa

Paisagens Partilhadas


Caroline Barneaud e Stefan Kaegi
Culturgest, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


JúLIA VENTURA E PEDRO LAPA

1975-1983




CULTURGEST
Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Rua Arco do Cego
1000-300 LISBOA

01 JUN - 01 JUN 2024


VISITA GUIADA: Dia 1 de Junho às 16h00 na Culturgest, Lisboa

Curadoria: Bruno Marchand



:::


O trabalho de Júlia Ventura constitui uma das mais poderosas reflexões que o contexto artístico nacional conheceu sobre as questões da identidade e sobre o papel que a imagem contemporânea nelas desempenha. O percurso expositivo que a artista tem vindo a desenvolver desde o início dos anos 1980, dentro e fora de portas, confirmou uma consistência crítica e programática que não fez quaisquer conceções no que diz respeito aos seus objetivos e à sua natureza conceptual. Nesta exposição faremos um mergulho nos primeiros anos de produção de Júlia Ventura, precisamente o período em que esses objetivos e essa natureza conceptual se definem. Aí descobriremos, não só o arrojo dos seus trabalhos iniciais, mas também o modo como a sua gramática se consolidou e se transformou no motor criativo que continua a produzir algumas das propostas mais contundentes sobre as problemáticas de género e representação.