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O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


LUIZ CAMILLO OSORIO

Gestos Curatoriais - Duchamp e Malraux




LIVRARIA DA TRAVESSA
Rua da Escola Politécnica, 42-46 - Príncipe Real


23 FEV - 23 FEV 2026


LANÇAMENTO DO LIVRO: dia 23 de Fevereiro, às 19h, na Livraria da Travessa, Lisboa


GESTOS CURATORIAIS
de Luiz Camillo Osorio


Apresentação com Sara Antónia Matos, José Pedro Croft, Delfim Sardo e Luiz Camillo Osorio



«“A curadoria é uma necessidade desnecessária.†Essa frase do artista Artur Barrio inquieta-me faz anos. Por mais que eu entenda suas razões e até simpatize com elas diante da proliferação de curadores de tudo, este ensaio é uma tentativa de defesa das curadorias e de compreensão do seu surgimento e da sua validade histórica. Para pensar a genealogia do gesto curatorial, discutirei as contribuições de dois autores: Marcel Duchamp e André Malraux.»

Luiz Camillo Osorio




"A nossa relação com a arte é criada a partir das exposições. É nas exposições e a partir das relações que elas nos propõem que vamos criando as nossas constelações de experiências estéticas e vamos gerando o nosso conhecimento artístico.

Este livro, com a habitual erudição e precisão de Luiz Camillo Osorio, centra-se sobre a genealogia dos processos expositivos a partir de duas figuras centrais na arte e na cultura do século XX, Marcel Duchamp e André Malraux. No primeiro, o livro procura o gesto curatorial presente nas inúmeras exposições que concebeu e as suas conexões no interior da própria obra. No segundo, é na visão cultural e política presente na ideia de museu imaginário que o autor nos convida a mergulhar. Por todo este percurso vai-se afirmando o que reconhecemos como curadoria, emergente na museologia moderna de Alexander Dorner, na história da arte de Aby Warburg, na invenção da montagem cinematográfica ou nas exposições concebidas por El Lissitzky.

Entre a Boîte-en-valise de Duchamp e o Museu Imaginário de Malraux, é a afirmação da modernidade curatorial que Camillo Osorio nos convida a percorrer."

Delfim Sardo


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Luiz Camillo Osorio (Rio de Janeiro, 1963) atualmente é decano do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É professor associado II do Departamento de Filosofia da PUC-Rio e pesquisador do CNPQ. Também é professor colaborador da Escola das Artes na Universidade Católica Portuguesa no Porto, Portugal.

Entre 2009 e 2015, foi curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 2015, foi curador do Pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza. Também foi curador do Instituto PIPA entre 2016 e 2025. Entre muitas curadorias independentes, destacam-se: “O desejo da forma†na Akademie der Kunst, Berlim, 2010; “Calder e a arte brasileira†no Instituto Itaú Cultural em 2016; 35º Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo em 2017; e “Espíritos sem nome: Mario Cravo Neto†no Instituto Moreira Salles (IMS Paulista e IMS Rio) em 2021-2022.

É autor dos livros Flavio de Carvalho (Cosac Naify, 2000), Abraham Palatnik (Cosac Naify, 2004), Razões da crítica (Zahar, 2005; 2008) e Olhar à margem (SESI-SP e Cosac Naify, 2016).