THE EROTIC CLOWN, DE SEPIDEH KHODARAHMICOREIA#14SALãO BRAZIL Largo do Poço, nº3, 1º Andar 3000-335 COIMBRA 05 MAR - 05 MAR 2026 LANÇAMENTO COREIA#14 + PERFORMANCE The Erotic Clown, de Sepideh Khodarahmi 5 Março, 18h30, Salão Brazil (largo do poço) entrada gratuita A Linha de Fuga acolhe o lançamento do Jornal Coreia, que chega ao número #14 reforçando a natureza de um arquivo de gestos capaz de propor reflexões sobre o poder da memória, sobre as origens, responsabilidades e futuros sem ignorar a dor, e, acima de tudo, dançando e cantando pela liberdade. No Coreia #14, chegamos tarde e saÃmos cedo, com o Ricardo Valentim. Encontramo-nos com Carlo Canún no Cine Savoy, no encontro de corpos que se convertem em texto e constroem as suas próprias narrativas. Movimento coreográfico inconsciente, voo de pássaros quotidiano aos olhos de Odile Duboc. Com Xueying Peng, um gesto de cooperação dá inÃcio a performance e o espaço passa a imaginação partilhada. O espaço é consequência, e Sarah Lewis reflete sobre um encontro deferido com o poder amargo da memória. Pensemos com as ferramentas de CATPC e Human Activities, evitemos armadilhas, repensemos origens, responsabilidades e futuros. Para aprendermos a cair aprendemos a confiar no chão, e com Catarina Câmara escolhemos o corpo e o movimento como instrumentos de relação com o mundo. Sepideh Khodarahmi sente-se pelo excesso, Itziar Okariz conhece pelo som da respiração e Marine Chesnais explora pela apneia. Somos um arquivo de gestos trazido por Marta Lopes Santos e, entre real e imaginado, uma construção narrativa vivida por Raphael Daibert. Sina Saberi traz-nos de volta à memória do corpo que também é referência do lugar. Não ignoramos a dor, dançamos a possibilidade de transformar, movendo-nos em conjunto, cantando pela liberdade. E quando não conseguimos, tentamos. O lançamento desta edição do Coreia é acompanhado pela performance "The Erotic Clown" de Sepideh Khodarahmi em colaboração com Cracked Bolos. †The Erotic Clown por Sepideh Khodarahmi Equilibrando sedução, humor e desconforto, The Erotic Clown propõe o erotismo como um campo relacional e mutável que emerge através do excesso, do fracasso e da degradação material. A performance convida o público a confrontar os seus próprios limiares de prazer e repulsa e a reconsiderar como o valor erótico é produzido, regulado e desfeito no interior de sistemas sociais e estéticos. Um convite a fruir da paisagem da articulação pélvica e a testemunhar uma narrativa escrita em gosma e escombros. ::: Coreia é uma publicação fundada em 2019 de carácter experimental, crÃtico e discursivo a propósito das artes em geral, firmada numa relação umbilical com a dança. De tiragem semestral, o jornal pretende ser um fórum independente e internacionalista focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, preocupado em divulgar formatos variados como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, crÃticas e reflexões em lÃngua portuguesa. |















