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<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[SILVESTRE PESTANA | COLAPSO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=945</link>
<description><![CDATA[A combinaÃ§Ã£o infinita das palavras selecionadas pelo artista lembra a atual partilha facilitada de informaÃ§Ã£o e a constante luta de uma verdade no meio de tantos significados. Regressando Ã  poesia concreta e Ã  arte experimental, a poesia de Silvestre Pestana Ã© intemporal e propÃµe a reformulaÃ§Ã£o de um poema num ato sensorial e visual. Deste modo, o artista oferece-nos um espaÃ§o para refletir no poder das tecnologias enquanto forÃ§a para criar e destruir. Pode-se entender que Ã© da responsabilidade humana identificar quando estes momentos de rutura aprisionam e desencadeiam consequÃªncias irreversÃ­veis.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[COLAPSO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=944</link>
<description><![CDATA[Ocupando as amplas salas da Fondation A, a artista apresenta um conjunto de sÃ©ries que flutuam entre a autorrepresentaÃ§Ã£o e a desconstruÃ§Ã£o de arquivos histÃ³ricos. Seu trabalho configura uma prÃ¡tica fotogrÃ¡fica heterogÃªnea que subverte o cÃ¢none. Marcada por um profundo viÃ©s polÃ­tico e por uma estÃ©tica monocromÃ¡tica, a produÃ§Ã£o artÃ­stica de Krajnak investiga as cicatrizes de um conturbado perÃ­odo da histÃ³ria peruana, o genocÃ­dio de povos originÃ¡rios nas AmÃ©ricas e as representaÃ§Ãµes do corpo feminino. O resultado Ã© um acervo plural que funciona como uma complexa crÃ­tica a violÃªncias histÃ³ricas e epistemolÃ³gicas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=943</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | O PODER DE MINHAS MÃƒOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=942</link>
<description><![CDATA[Se continuo cÃ©ptica a â€œexposiÃ§Ãµes de mulheresâ€ ou â€œexposiÃ§Ãµes que dÃ£o a ver o femininoâ€ e variaÃ§Ãµes destes mesmos testemunhos, a verdade Ã© que nÃ£o tenho como questionar a forÃ§a que esta exposiÃ§Ã£o ganha ao reunir num mesmo espaÃ§o abordagens artÃ­sticas que tÃªm um mesmo horizonte. Diz Suzana Sousa em vÃ­deo promocional da exposiÃ§Ã£o que a origem geogrÃ¡fica das artistas se espraia pelas histÃ³rias e lutas e tambÃ©m pela partilha. NÃ£o seria por isso possÃ­vel, na sua colocaÃ§Ã£o, identificar nenhuma das artistas pela sua geografia individual, significando isto que a experiÃªncia de ser mulher Ã© partilhada intrinsecamente, mesmo que marcada pela sua definiÃ§Ã£o social e cultural, apÃ³s o danosÃ­ssimo perÃ­odo colonial.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[O PODER DE MINHAS MÃƒOS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[HELENA VALSECCHI | VAMPATA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=941</link>
<description><![CDATA[A exposiÃ§Ã£o de HElena Valsecchi preza por uma narrativa de natureza-cultura, sustentada por uma cadeia de metamorfoses e relaÃ§Ãµes: da Ã¡rvore extrai-se a matÃ©ria para o papel, aqui parcialmente consumido pelas chamas; jÃ¡ a combustÃ£o, a altas temperaturas, forja o vidro. E, assim, o fogo apresenta-se como matÃ©ria paradoxal: que, por um lado, consome e destrÃ³i, e por outro fabrica e dÃ¡ forma. Muitos dos materiais com que a artista trabalha revelam uma ecologia sensÃ­vel de reaproveitamentos que, distantes do utilitarismo, sÃ£o revelados como aÃ§Ãµes artÃ­sticas, poÃ©ticas e Ã©ticas que habitam fronteiras entre forÃ§a e fragilidade, visibilidade e invisibilidade, inteiro e fragmento.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[VAMPATA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ANNA MARIA MAIOLINO | TERRA POÃ‰TICA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=940</link>
<description><![CDATA[Maiolino trabalha com grandes peÃ§as de argila, trazendo para o espaÃ§o expositivo obras de projeÃ§Ã£o dimensional ampla que nÃ£o exigem que busquemos por elas, concentremo-nos nelas. Elas se impÃµem no espaÃ§o, vistas de longe ou perto, avistadas desde o inÃ­cio da exposiÃ§Ã£o. Dadas as formas â€“ espiralares, macarrÃ´nicas, enlaÃ§adas â€“ das esculturas, forjadas em argila, as suas dimensÃµes sugerem, tambÃ©m, uma demora: pode-se quase ver a permanÃªncia da artista nas obras, as suas mÃ£os a enrolar, a apertar, a compor umas peÃ§as nas outras, lidando com a sua organicidade, com a sua estabilidade possÃ­vel, seu endurecimento posterior, sua eventual quebra.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-16</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TERRA POÃ‰TICA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SILVESTRE PESTANA | COLAPSO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=939</link>
<description><![CDATA[A exposiÃ§Ã£o Colapso, de Silvestre Pestana, inscreve-se numa linha de continuidade com a prÃ¡tica do artista, onde a experimentaÃ§Ã£o tecnolÃ³gica e a reflexÃ£o crÃ­tica sobre os sistemas de mediaÃ§Ã£o se entrelaÃ§am de forma persistente. Intensifica-se uma consciÃªncia de limite: limite dos sistemas, das imagens, da prÃ³pria ideia de progresso que durante dÃ©cadas sustentou a relaÃ§Ã£o entre arte e tecnologia. A partir da poesia visual que constituiu o inÃ­cio do percurso artÃ­stico de Silvestre Pestana, na dÃ©cada de 1960, esta exposiÃ§Ã£o, muitos anos depois, recupera e reinscreve esse momento inaugural numa gramÃ¡tica contemporÃ¢nea.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[COLAPSO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[DANIEL BLAUFUKS | (AINDA) Ã€ ESPERA DE GODOT]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=938</link>
<description><![CDATA[Com um trabalho vasto e maduro no campo da fotografia, tendo-se dedicado Ã  memÃ³ria, ao exÃ­lio, Ã  cidade de Lisboa, ao quotidiano â€” e tendo usado largamente sequÃªncias narrativas nas suas exposiÃ§Ãµes â€“ pode-se dizer que a exposiÃ§Ã£o de Blaufuks na Vera CortÃªs Ã© uma continuidade e uma abertura poÃ©tica no seu trabalho. Se as suas fotografias distinguem-se, de maneira geral, por uma qualidade silenciosa e introspectiva, fortemente influenciado pela literatura e pelo cinema, Blaufuks, na exposiÃ§Ã£o <i>(Ainda) Ã€ espera de Godot</i>, mantÃ©m a memÃ³ria de soslaio, como tecitura da prÃ³pria fotografia, abrindo um campo fÃ©rtil de esperas naturais.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-09</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[(AINDA) Ã€ ESPERA DE GODOT]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[AGNES ESSONTI LUQUE | HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=937</link>
<description><![CDATA[Ao entrar no Museu Nacional de Antropologia de Madrid, a exposiÃ§Ã£o de Essonti Luque Ã© uma abertura â€“ dentro das diversas aÃ§Ãµes e posicionamentos do museu â€“ para se refletir em conjunto novas dinÃ¢micas, atravÃ©s das perspectivas de existÃªncia e pesquisa da identidade afrodescendente. NÃ£o se trata de uma construÃ§Ã£o completamente fora dos mecanismos do museu, configura-se como um nicho do cÃ©rebro. Nesse diÃ¡logo, hÃ¡ paredes e chÃ£o pretos, assim como paredes de um avermelhado, alaranjado, de tons terra. Essa cor faz lembrar a areia vermelha caracterÃ­stica de muitos paÃ­ses africanos, o Ã³leo de palma e o tom do crustÃ¡ceo camarÃ£o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-31</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ABEL RODRÃGUEZ | MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÃ‚NCIA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=936</link>
<description><![CDATA[A primeira escolha quanto a <i>Mogaje Guihu: A Ã¡rvore da vida e da abundÃ¢ncia</i>, exposiÃ§Ã£o de Abel RodrÃ­guez (1941-2025), Ã© a porta de entrada e a consequente direcÃ§Ã£o da circulaÃ§Ã£o no espaÃ§o expositivo. Circule-se a favor ou contra sentido horÃ¡rio, Mogaje Guihu - nome indÃ­gena do artista pertencente ao clÃ£ GavilÃ¡n, das comunidades Nonuya e Muinane da AmazÃ³nia colombiana, e cujo significado Ã© â€œpena de gaviÃ£o brilhanteâ€ - e respectivos conhecimentos e imaginaÃ§Ã£o botÃ¢nica sÃ£o dados a ver com diferentes tonalidades anÃ­micas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÃ‚NCIA]]></dc:subject>
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