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ENTREVISTA



MEIKE HARTELUST


Meike Hartelust é directora geral da Tom Postma Design, uma empresa sediada em Amesterdão que se especializou em desenhar os interiores de instituições culturais, feiras de arte, eventos e exposições. Em conversa com Sérgio Parreira, Meike Hartelust traça não só o percurso desta empresa, fundada em 1998 por Tom Postma, mas também reflecte sobre algumas das delicadas questões que se balançam nestes ambientes: a necessidade de optimização do espaço e promoção do carácter comercial, versus o desejo de melhorar a experiência do visitante e responder à sua “sensibilidade estética”.
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O ESTADO DA ARTE



SORAYA VASCONCELOS E SOFIA SILVA


O OLHO DO FOTÓGRAFO TAMBÉM SOFRE DE CONJUNTIVITE, (UMA CONVERSA EM TORNO DO PROJECTO SPECTRUM)
Na viagem de regresso de Sines, eu e a Sofia começámos a falar sobre o projecto Spectrum e sobre a exposição é a poeira que torna o feixe de luz visível, de Duarte Amaral Netto, João Paulo Serafim, Rodrigo Tavarela Peixoto e Valter Ventura. Surge assim o texto que se segue, em que tentámos articular as nossas ideias sobre os propósitos e resultados do projecto. Decidimos manter o formato de conversa.
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PERSPETIVA ATUAL

MARIA DE FÁTIMA LAMBERT


PEDRO SARAIVA: CADERNO > MAFAMUDE [SENDO ANTÓNIO SOARES DOS REIS PROTAGONISTA E ANTERO DE QUENTAL EVOCADO BREVEMENTE]
As características das peças de Soares dos Reis, independendo do tema ou figura que celebravam, destinadas a propósitos religiosos, históricos, académicos ou mais densamente estéticos, pautavam-se por uma celebração de mestria e sensibilidade em que dominavam a convicção e a sensibilidade do autor: a sua verdade, o seu credo. As peças tridimensionais concebidas por Pedro Saraiva, celebrando o Escultor nascido em Mafamude, onde se localizava a casa onde viveu e morreu, derivam da lucidez que colocou na sua leitura da obra do artista e pensador oitocentista.
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OPINIÃO

JOANA CONSIGLIERI


EXPANSÃO DA ARTE POR LISBOA, DUAS VISÕES DE FEIRAS DE ARTE: ARCOLISBOA E JUSTLX - FEIRAS INTERNACIONAIS DE ARTE CONTEMPORÂNEA
O dinamismo da arte em Lisboa tem vindo a intensificar-se nestes últimos anos. No mês de maio, surgiram, em simultâneo, duas feiras de arte, ARCOlisboa e JustLX, que trouxeram novas possibilidades de experiências estéticas e uma expansão de atividades e estímulos sensitivos na representação de artistas, obras de arte, conversas e visitas, a par de uma intenção de difundir os mercados em Portugal.
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ARQUITETURA E DESIGN

GIOVANNA BORASI, GO HASEGAWA, KERSTEN GEERS, DAVID VAN SEVEREN


DEPOIS, A HISTÓRIA: GO HASEGAWA, KERSTEN GEERS, DAVID VAN SEVEREN
A arquitetura está inevitavelmente ligada ao desejo de projetar o futuro; consequentemente, um novo Novo é sempre imaginado, mas um edifício não pode evitar ter antecessores. Os arquitetos da geração atual operam na convicção de que já tudo foi feito, mas argumentam contudo que deveríamos construir algo de significativo para o nosso tempo.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


LOMA – “LOMA”
Loma não se limita a amplificar os méritos das suas partes – e fá-lo. Num contexto que impõe algo a que se vai chamando instinto como condição necessária e obrigatória à criação, vai mais longe e esquiva-se com mestria aos riscos possíveis, em tantas ocasiões inevitados, da banalidade. Se o carácter da música encontra as suas propriedades na desconstrução analítica do que, no seu conjunto, resulta na melodia, no valor de verdade inerente ao que é transmitido ou implícito ao que é induzido, no estímulo de sensações e emoções que a sua experiência sensorial despoleta, “Loma” revela-se distinto na sua individualidade por oferecer o estimulante mistério do transitório, do liminar, do ambivalente.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

"PINOCCHIO È MALATO", PEDRO CABRAL SANTO







:: João Dixo: Exposição Cancelada | 20 Mai – 2 Set 2018, Museu da Vila Velha



EXPOSIÇÕES ATUAIS

FERNÃO CRUZ

Long Story Short


Balcony, Lisboa

Apesar do título da exposição – Long Story Short -, e como jovem artista que é, Fernão Cruz (Lisboa, 1995), está a caminhar para manter a sua short story, long. E com muitas ramificações. Apresenta na Balcony até início de Agosto um ambiente de objectos representados, objectos reapresentados e de pinturas que não têm, num sentido estrito, objecto. Nem um sentido - no meu entender - unívoco mas um sentido que se multiplica nas relações que cria com o que está próximo – eu, tu ou a próxima pintura.
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João Marçal

INNER 8000er


Museu da Cidade - Pavilhão Branco, Lisboa
INNER 8000er, exposição de João Marçal (Coruche, 1980) com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, patente no Pavilhão Branco até 30 de Setembro é, como nos informa o texto de apresentação da exposição, descodificando o título, uma exposição que cruza referentes do alpinismo e da pintura, com jogos de analogia e associação que fazem e refazem possibilidades.
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MICHAEL BIBERSTEIN

MICHAEL BIBERSTEIN: X, UMA RETROSPETIVA


Culturgest, Lisboa
Numa articulação de uma linguagem conceptual, Michael Biberstein produz nos seus primeiros trabalhos, dos anos 1970 e 1980, um cruzamento erudito entre a forma e o espaço, numa tautologia da perceção expositiva, refletindo, em que certa medida, um sistema de repetição, cuja linguagem estabelece um contraponto com da linguagem musical.
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PEDRO TUDELA E MIGUEL CARVALHAIS

ANOTAÇÕES SONORAS: ESPAÇO, PAUSA, REPETIÇÃO


FBAUP - Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Porto
Ao entrarmos na exposição que Pedro Tudela e Miguel Carvalhais criaram, percebemos a importância que os artistas dão ao espaço e ao vazio. Se na arte quem faz é que é olhado, aqui os artistas são ouvidos e sentidos.
LER MAIS LUÍS RIBEIRO

THIAGO MARTINS DE MELO

BÁRBARA BALACLAVA


Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural, Porto
O caráter visceral patente no trabalho de Thiago Martins contrapõe-se com a beleza cromática já habitual e esperada em tudo o que o próprio produz. É assim que o filme de animação bárbara balaclava se apresenta entre uma violência figurativa e uma, também intensa, trilha sonora.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

COLECTIVA

LUGARES DO DELÍRIO


Sesc Pompeia, São Paulo
Estandartes e objetos criados por Arthur Bispo do Rosário são apresentados lado a lado com obras do consagrado Cildo Meireles ou de Leonilson, também conhecido por seus bordados. A mostra reúne 53 artistas e coletivos que vêm do circuito tradicional da arte, de instituições psiquiátricas ou trabalham na intersecção entre arte e terapia.
LER MAIS JULIA FLAMINGO

ÂNGELA FERREIRA E FERNANDO JOSÉ PEREIRA

CONTRATO (A TEMPO INDETERMINADO)


Museu Internacional de Escultura Contemporânea, Santo Tirso
Diz-nos a folha de sala da exposição que o Tempo parece hoje querer fugir-nos das mãos. De facto, a aparente necessidade de tentarmos viver ao máximo aproveitando cada segundo, procurando registar todos os sítios e momentos onde estamos através da fotografia e do vídeo, é como uma espécie de batalha inglória a favor da memória, que parece impedir-nos de viver e de sentir verdadeiramente os diferentes acontecimentos que insistem em interromper o nosso quotidiano.
LER MAIS LUÍS RIBEIRO