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ENTREVISTA



PEDRO NEVES MARQUES


Este ano pudemos ver trabalhos de Pedro Neves Marques no Indie Lisboa, na galeria Solar em Vila do Conde, e numa grande mostra no Museu Colecção Berardo. Com a exposição “Aprender a viver com o inimigo” quase a terminar, a Artecapital conversou com o artista visual e escritor sobre esta extensa mostra de vídeos e instalações mais recentes, onde aborda questões ligadas ao colonialismo, à economia neoliberal ou à manipulação genética.
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O ESTADO DA ARTE



JULIA FLAMINGO


ARTE PARA TEMPOS INSTÁVEIS
Democracia e acessibilidade são valores quase fundadores do Festival de arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, que nasceu em 1983 com o intuito de promover e divulgar trabalhos produzidos no chamado “Sul Geopolítico” ou “Sul Global”. O conceito nada mais é do que uma maneira de reunir contextos culturais, políticos e econômicos de países da América Latina, África e Ásia. A ideia é tirar o foco de produções artísticas realizadas em hegemonias como Estados Unidos e Europa Ocidental e dar luz a criações de artistas provenientes de países do Brasil e Peru até Benin e Coreia do Sul.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

PAULA PINTO


AS IMAGENS EM MOVIMENTO OU O MOVIMENTO DA HISTÓRIA EM IMAGENS
Procurarei historiar um contexto comum de trabalho que assenta no fascínio pela atualização cultural dos objetos de arte. Neste processo, a imobilidade da estatuária apresenta-se como uma figura determinante para revelar o movimento da história: se a fotografia tem registado a transformação da história através da justaposição de imagens reprodutivas, o filme parece revelar-se um veículo apto a fixar esse movimento, mesmo tendo por sujeito um objeto imóvel.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


A CASA DA HISTÓRIA EUROPEIA: AFINAL A MONTANHA NÃO PARIU UM RATO, MAS QUASE
Aquando da inauguração, em Maio passado, a BBC resumia a notícia que deu do acontecimento com a informação de que “critics call it an EU vanity project”. No todo, surge-nos uma visão de plástico da História. De pouco servem as tais frases fundadoras da Europa; de pouco servem alguns dos conteúdos dos “tablets”, sejam vídeos históricos, sejam textos onde se chamam os verdadeiros nomes às coisas. Aquelas simplesmente flutuam sem verdadeira contextualização; estes, poucos se darão ao trabalho de pesquisar e afiguram-se ser mais decorativos do que substanciais.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


O TEATRO CARLOS ALBERTO DIALOGA COM A CIDADE: PELA MÃO DE NUNO LACERDA LOPES
Para Nuno Lacerda Lopes a arquitetura é uma área da qual, tal como no teatro, deve resultar um espaço tão vivo quando vivido. Com este intuito, procurou criar experiências e afastar-se das formas geométricas mais rigorosas, lineares e simétricas. A arquitetura, principalmente quando se relaciona com o teatro e com as outras artes, tem a capacidade de se manifestar para além da sua função prática e apresentar resultados verdadeiramente inovadores e criativos.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


GHOSTPOET – “DARK DAYS + CANAPÉS”
Ejimiwe enfia o dedo nas feridas abertas, são várias que estes tempos são deprimentes diz o próprio, confere visibilidade ao invisível através das percepções e interpretações sensoriais, emocionais e intelectuais, germina processos mentais imaginativos, cognitivos, reflexivos, o seu objecto cultural constituindo-se como veículo de intra-representação e inter-projecção humanas, canal de expressão, comunicação e conhecimento, e responde em contraste combate de lâmina afiada cortante com solidez, objectividade e contundência.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

LABIRINTO X001 (2017), DE XANA | TEATRO DA POLITÉCNICA / ARTISTAS UNIDOS




JORGE PINHEIRO, “PAULO E VIRGÍNIA”, C. 1970/2010







:: OPEN CALL - AIRS, Residência Artística do Museu de Arte de Skövde na Suécia



PREVIEW

METABOLIC RIFTS I | 14 Out, 14h30, Auditório de Serralves


METABOLIC RIFTS é a primeira edição de PROSPECTIONS for Art, Education and Knowledge Production, uma assembleia peripatética de investigação em artes visuais e performativas, mobilizada por Alexandra Balona e Sofia Lemos.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

DANIEL STEEGMANN MANGRANÉ

UMA FOLHA TRANSLÚCIDA, NO LUGAR DA BOCA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

O artista chega-nos ao Museu de Arte Contemporânea de Serralves como o oitavo escolhido para integrar a plataforma “Projetos Contemporâneos”. O trabalho de Daniel Steegmann é plural e introduz vários elementos que se relacionam e associam numa dinâmica tão singular quanto bem concretizada.
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MÁRCIO VILELA

ESTUDO CROMÁTICO PARA O AZUL


Ocupart Chiado, Lisboa
Poderia simplesmente ser, não uma exposição artística, mas a apresentação de uma investigação científica: qual é a cor do céu? Os eruditos dirão que o céu é azul porque essa é a frequência luminosa na qual as moléculas da atmosfera difundem mais a luz do sol (se bem compreendi). E durante séculos, os pintores tentaram produzir esses tons de azul.
LER MAIS MARC LENOT

ANDERS PETERSEN

CAFÉ LEHMITZ


CentroCentro, Madrid
O jovem Petersen de 23 anos chegou ao local com um amigo depois de lhe fecharem o “último” bar. A primeira noite desta aventura em Hamburgo que marcaria toda uma vida. Lehmitz era um clássico que estava toda a noite aberto até ao dia seguinte. Era outra coisa, um canto que servia de lar para todos os que por ali apareciam, ou melhor, se recluíam da humilhação de viver.
LER MAIS ALBERTO MORENO

COLECTIVA

QUATRO ELEMENTOS


Galeria Municipal do Porto, Porto
A água, a terra, o fogo e o ar são os quatro elementos fundacionais, com significados e expressões distintos consoante as culturas e os povos. Objeto de estudo de grandes pensadores, desde logo dos filósofos da antiga Grécia, suscitam possibilidades ilimitadas de reflexão nos domínios da filosofia, da religião, da ciência e da arte. Neste último campo, os elementos naturais, ao longo do tempo e dos mais variados contextos, foram tratados e manifestados de modos bem diversos. Hoje, nesta conturbada e agitada contemporaneidade, vale a pena, convocar a matéria e refletir sobre o início, sobre a natureza e a formação de tudo.
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COLECTIVA

ENDLESS SPACE : PROPOSITIONS FOR THE CONTINUOUS


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto
A presente mostra de arte funciona numa dinâmica coletiva de ocupação do lugar, mas também, individualmente, piso a piso, cada obra pulsando e manifestando-se por si, na sua independência autoral e criativa. Dada a sua familiaridade com distintas práticas artísticas, um conhecimento profundo da sua multiplicidade e dos seus cruzamentos, e uma consciência plena das possibilidades espaciais e artísticas com que se depara, Andreia Garcia concebeu uma exposição tão estruturada e harmoniosa quanto inesperada.
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EMILY WARDILL

MATT BLACK AND RAT


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Matt Black and Rat, de Emily Wardill, coloca-nos numa posição difícil, enquanto espectadores. A tragédia, o horror e o desespero materializam as condições para a construção de uma instalação de obras plásticas, que, por sua vez, nos remete para outras duas novas obras cinematográficas.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

FELIX GONZALEZ-TORRES

FELIX GONZALEZ-TORRES


David Zwirner - 20th Street, Nova Iorque
Esta exposição, num espaço que arquitetonicamente é extremamente imponente, com linhas muito marcadas e materiais pesados, cimento e madeira maciça, é todo ele um pouco quebrado por esta espécie de obras habitadas pela inexistência do corpo físico, cuja ocupação e características, permitem apesar de tudo, que as obras respirem de forma fluída.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA