Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar


Rotura de Ana Hatherly, 1977. Fotografia de Maria do Carmo Galvão Teles. Cortesia Arquivo Fernando Aguiar

Exposições anteriores:

2021-06-07


ANA HATHERLY: ROTURA




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ANA HATHERLY: ROTURA

Plataforma Revólver


 

 

A PLATAFORMA REVÓLVER apresenta o Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa, uma curadoria de Isabel Costa. 

 

A terceira performance do Ciclo de Reenactments é "ROTURA" da autoria de Ana Hatherly (interpretada por Elizabete Francisca), apresentada à semelhança das anteriores no Edifício Transboavista [sem público presencial]: poderá aceder, no entanto, à transmissão em live streaming através do Facebook da Plataforma Revólver.

 

  

 

 

ANA HATHERLY: "ROTURA"  |  QUINTA-FEIRA 10 DE JUNHO, 19:00

Live streaming no Facebook da Plataforma Revólver


Em 1977, Ana Hatherly apresentava a performance “Rotura”, na Galeria Quadrum, em Lisboa. A mesma performance será apresentada na Plataforma Revólver no dia 10 de Junho, interpretada pela bailarina e coreógrafa Elizabete Francisca, com o apoio do artista Fernando Aguiar, responsável por parte do acervo de Ana Hatherly. 
A performance será transmitida em live streaming através do canal de Facebook da Plataforma Revólver. Na Artecapital poderá ler uma entrevista ao artista Fernando Aguiar, e ver diversos documentos relacionados com a apresentação desta performance.


Duração: 10' 
 

 

 

Ana Hatherly (1929-2015)
Natural do Porto, Ana Hatherly foi poeta, artista plástica, realizadora, tradutora, ensaísta e investigadora. Licenciada em Filologia Germânica pela Universidade Clássica de Lisboa, diplomada em técnicas cinematográficas pela International London Film School e doutorada em Estudos Hispânicos do Século de Ouro pela Universidade da Califórnia, em Berkeley. Entre 1981 e 1999, foi professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A sua vasta obra inclui poesia, ficção, ensaio, tradução, performance, cinema e artes plástica. Dedicou-se também à investigação e divulgação da literatura portuguesa do período barroco, tendo fundado as revistas Claro-Escuro e Incidências. Ana Hatherly integrou o grupo da revista Poesia Experimental (1964-1966), sendo autora ou co-autora de alguns dos textos programáticos do movimento. A sua obra evidencia a assimilação do experimentalismo internacional característico da década de 1960, designadamente através da espacialização da palavra e da exploração caligráfica da relação entre desenho e escrita.


Elizabete Francisca 
Elizabete Francisca nasce em Joanesburgo, África do Sul. Licenciada em Design Industrial (ESAD-CR), estudou dança no Fórum Dança (PEPCC) e na Escola Superior de Dança de Lisboa. Desde 2009 o seu trabalho centra-se na área das artes performativas, tendo participado em diversos projectos como colaboradora artística, bailarina, performer e actriz. Na área da dança trabalhou regularmente em projectos de Vera Mantero (2012-2016) e com Loic Touzé, Tânia Carvalho, Mark Tompkins, Meg Stuart, Ana Borralho & João Galante, Mariana Tengner Barros, Vânia Rovisco, André Guedes, António Tagliarini e no teatro com Rita Natálio e Tonan Quito, entre outros. Do seu próprio trabalho destaca os duetos criados em colaboração com Teresa Silva "Leva a mão que eu levo o braço" (2010);  "Um Espanto Não Se Espera" (2011), e o solo "TSUNAMISMO, recital para duas cordas em M" (2013). Como atriz, participou na longa metragem “A Cidade onde envelheço” da realizadora Marília Rocha. Co-realizou com Francisca Manuel o vídeo “TRAVEL SHOT”. Foi artista associada da estrutura Materiais Diversos dirigida por Tiago Guedes entre 2011-2013. Atualmente é apoiada pela estrutura O Rumo do Fumo, de Vera Mantero e faz parte dos artistas da A BELA ASSOCIAÇÃO. Em 2020 apresenta a sua mais recente criação, o espectáculo "Dias Contados".

 

 

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Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa
Curadoria: Isabel Costa

 

 

Um pouco por toda a parte, a performance arte tem tido um ressurgimento, ganhando uma centralidade semelhante à do seu aparecimento, nos anos 60 e 70. Em Portugal, este ressurgimento não é excepção. Apenas é excepção a consciência da história da performance portuguesa, que como disse Ernesto de Sousa “é uma história sem história“.

De Outubro de 2020 a Junho de 2021 a Plataforma Revólver vai apresentar um ciclo de performance arte organizado em torno da história da performance em Portugal. Três artistas serão convidados a reencenar performances apresentadas nas décadas de 70 e 80.

Este ciclo, inicialmente pensado para ser apresentado presencialmente, ganha agora novos contornos com a apresentação de performances online (as performances serão filmadas e posteriormente partilhadas com o espectador), permitindo a visualização da performance de forma síncrona ou assíncrona. Além da apresentação das performances, será também desenvolvido um arquivo digital sobre a história de cada performance.

Este projecto associa-se à revista ArteCapital na tentativa de colecionar as memórias das performances esquecidas realizadas em Portugal nas décadas de 70 e 80. Este processo de recolha será feito com o objectivo de dar acesso aos espectadores que seguirem este ciclo, aos vestígios e memórias das performances que serão reencenadas.

Este projecto atua numa dupla perspectiva: em primeiro lugar é um processo de transmissão entre artistas e em segundo, é um processo de transmissão entre espectadores, permitindo assim o envolvimento de toda a comunidade na construção desta história.

 

Isabel Costa 
É atriz e encenadora. Trabalha em teatro, cinema e na área de produção de exposições e curadoria. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo completado a sua formação na Universidade de Warwick (Inglaterra) e na UNIRIO (Brasil). Colabora com o grupo de teatro Os Possessos desde 2014. Na área de produção de exposições trabalhou no Paço Imperial (Brasil) e na Galeria Luis Serpa Projectos (Lisboa). Em 2016 termina o mestrado Erasmus Mundus Crossways in Cultural Narratives, tendo-se dedicado ao tema da performance arte. Em 2017 inicia a apresentação de projectos a solo, com a performance “Estufa-Fria-A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e a primeira edição do Projeto Manifesta, um projecto produzido por Os Possessos. Em 2019 apresenta a performance “Salão Para o Século XXI" e em 2021 apresenta o espectáculo "Maratona de Manifestos".

 

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