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:: OPERAFEST LISBOA - FESTIVAL DE ÓPERA | 21 DE AGOSTO A 11 DE SETEMBRO, LISBOA

Artecapital

2020-07-27



 

 

 


Com a direção geral e artística da soprano Catarina Molder e produção da Opera do Castelo, o festival OPERAFEST LISBOA tem a sua primeira edição este ano de 21 de agosto a 11 de setembro, no jardim do Museu Nacional de Arte Antiga e nas Carpintarias de São Lázaro, com uma programação variada e abrangente que vai dos grandes clássicos à ópera de vanguarda, ao encontro de todos os públicos.

Da Tosca de Puccini, à Maratona Ópera XXI, um concurso de ópera contemporânea, uma Rave operática que mistura o mundo da pop e da ópera, e «Cine-Ópera» com versões cinematográficas de grandes óperas e uma Gala de Ópera Surpresa com o tenor Rodrigo Porras Carulo, são os seus principais destaques.

 

ÓPERA PARA TODOS OS PÚBLICOS

A pensar em chegar a todos os públicos, o primeiro OPERAFEST LISBOA pretende despertar em todos a emoção da ópera, em vários formatos, com espetáculos que se apresentam, na sua maioria, ao ar livre. Sob o mote «Quanto pior, melhor», evocando-se a essência trágica da ópera, o arranque do OPERAFEST faz-se sob o tema unificador da traição e do engano, como instigadores da tragédia, que atinge com esta forma de arte total, o patamar da utopia, cantando a fascinante e trágica complexidade do ser humano.

 

 

 

TOSCA DE PUCCINI E MARATONA ÓPERA XXI NO JARDIM DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

Cruzando tradição e vanguarda, o Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga vai receber uma das maiores óperas de sempre, Tosca de Puccini (21 a 28 de agosto -21h30), que Lisboa não vê há doze anos, dirigida pelo maestro luso-polaco Jan Wierzba, numa encenação de Otelo Lapa e Catarina Molder que promete uma leitura mais contemporânea e surpreendente, na nova versão para ensemble de 16 músicos da autoria da compositora Ana Seara. Recebe ainda “Uma Gala de Ópera Surpresa” alusiva ao tema desta primeira edição - da traição e do engano, por Rodrigo Porras Carulo (25 de agosto, 21h30), um tenor em rápida ascensão internacional. Finalmente Maratona Ópera XXI (30, 31 de agosto e 3 e 4 de setembro, 21h30), um concurso para novas óperas, onde se apresentam sete espetáculos em estreia absoluta numa clara aposta na nova geração de compositores e intérpretes portugueses e na ópera do futuro.

 

 

 

CARPINTARIAS DE SÃO LÁZARO: Cine-ópera, Conferências, Rave operática

Também as Carpintarias de São Lázaro, junto ao Martim Moniz, vão acolher o Ciclo “Cine-ópera”, em parceria com a distribuidora alemã Unitel, e mostrar algumas das mais icónicas versões cinematográficas de grandes óperas, com intérpretes que vão de Plácido Domingo a Gwyneth Jones, em filmes como: Tosca de Puccini, realizada por Gianfranco di Bosio (7 de setembro, 21h30), Cavalleria rusticana de Mascagni, realizada por Franco Zeffirelli (8 de setembro, 21h30) e ainda, a assinalar os 250 anos do nascimento de Beethoven e a sua única ópera, Fidélio, realizada por Ernst Wild (9 de setembro, 21h30).

Destacam-se ainda conferências que exploram o tema central da programação desta primeira edição: a traição e o engano, por Maria Filomena Molder (9 de setembro,18h00) ou das grandes heroínas operáticas, por Rui Vieira Nery (7 de setembro,18h00) e um debate sobre a construção dramatúrgica em ópera (6 de setembro, 15h00).

A encerrar o festival, uma Rave operática com distanciamento social (11 de setembro, 22h) em que a música pop e a ópera se contagiam mutuamente, com happenings operáticos, misturas líricas e ainda a estreia absoluta da micro-ópera “Prazer” de Ana Seara, compositora em residência.

 

Mais informação: www.operafestlisboa.com

 




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