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2ª BIENAL DE JOALHARIA CONTEMPORÂNEA DE LISBOA UNE-SE ÀS CELEBRAÇÕES DOS 50 ANOS DO 25 DE ABRIL2023-11-27A PIN - Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea, junta-se às celebrações dos 50 anos do 25 de Abril lançando a segunda edição da Bienal Internacional de Joalharia Contemporânea de Lisboa, que terá como pano de fundo o título “Madrugada” e será subordinada ao tema central “Jóias Políticas. Jóias de Poder”. Com uma programação que vai reunir cerca de 150 artistas joalheiros de umas 20 nacionalidades, a 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa anunciou a sua programação, cuja inauguração terá lugar no dia 17 de abril de 2024, estendendo-se até setembro e esperando cerca de 15 mil visitantes e participantes. Nas palavras da poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, o 25 de Abril inspirou o mote da 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa. O título “Madrugada” aborda o tema central “Jóias Políticas. Jóias de Poder”, uma vez que a joalharia tem, desde sempre, uma ligação próxima com o poder e com o político. Através do denominador comum da manifestação artística e da arte joalheira, a programação que a PIN - Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea hoje divulga em Lisboa pretende, não só celebrar os valores da democracia, como refletir sobre o contexto global, em que os extremismos políticos e religiosos ameaçam as democracias e a paz mundial. Com data de inauguração no dia 17 de abril de 2024 e estendendo-se até setembro do mesmo ano, a 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa contará com uma programação de mais de 25 eventos, mostras, encontros de escolas, jewellery rooms, masterclasses e artists talks. Destas iniciativas, destacam-se quatro exposições centrais em museus, um colóquio internacional, um concerto de celebração da “Madrugada” e dois prémios: o Prémio Bienal, a atribuir a peças da exposição “Madrugada” e o Prémio “Mulheres da Democracia”, a atribuir a peças da exposição “Joias para a Democracia”, homenageando as mulheres reconhecidas ou incógnitas que marcaram a transição da ditadura para a democracia, quer em Portugal, quer noutras geografias. Esperando cerca de 15 mil visitantes e participantes, a 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa terá como palcos centrais e parceiros o MUDE - Museu do Design e da Moda, o Museu do Tesouro Real, o Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, o Museu de Artes Decorativas - FRESS, bem como outras entidades em diversos pontos da cidade, como a Galeria Zé dos Bois, o Atelier Tereza Seabra e a Galeria Reverso. Outros locais serão divulgados ao longo da programação. A 2ª Bienal conta com o apoio institucional do Ministério da Cultura, através da Direção-Geral das Artes e da Comissão das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, tendo ainda como parceiro principal a Câmara Municipal de Lisboa, bem como o apoio da Associação Turismo de Lisboa. Marta Costa Reis, Presidente da PIN e responsável pela curadoria geral e direção artística da Bienal assinala que “é nossa visão ligar o tema central de cada Bienal com a atualidade, fazendo convergir a arte com o momento presente. Exemplo disso foi a primeira Bienal, com o título SUOR FRIO, dedicada ao corpo, medo e proteção, em plena pandemia. No ano em que se celebram os 50 anos da democracia em Portugal, queremos aprofundar o olhar sobre a joalharia artística e as suas relações com o poder e o político (em sentido lato). Como outros produtos artísticos, as joias sempre foram usadas como representações simbólicas dessas manifestações, seja num anel papal ou tiara, seja em condecorações e até em pins de campanhas eleitorais. Iremos agora descobrir o que a joalharia contemporânea tem a dizer sobre o assunto. Será uma Bienal muito abrangente e próxima das pessoas que irá despertar e cruzar múltiplos temas da sociedade, com impacto no nosso dia-a-dia.” Bárbara Coutinho, Diretora do Museu do Design e da Moda (MUDE), salienta que “Reconhecendo a joalharia contemporânea como uma das múltiplas expressões da cultura de design, o MUDE tem vindo a desenvolver uma ação para a sua investigação, coleção, preservação, apresentação, debate e divulgação. Para além da criação de uma coleção de joalharia contemporânea no seu acervo, o museu tem vindo a organizar exposições temporárias, publicar catálogos e colaborar na edição de livros da especialidade. Neste sentido, o MUDE prossegue a parceria com a PIN com vista à realização da 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa e recebe exposição nuclear da Bienal, Madrugada, pela pertinência e atualidade do tema. Com esta exposição e o seu programa cultural e educativo pretende-se apresentar, refletir e debater com todo o público o papel da joalharia contemporânea na atualidade” Nuno Vale, Diretor Executivo do Museu do Tesouro Real, realça que "A associação do Museu do Tesouro Real à 2ª Bienal de Joalharia contemporânea surge como um movimento natural, de um museu que se quer vivo, estabelecendo uma ponte entre o passado e o futuro da joalharia, enaltecendo com particular entusiasmo a qualidade da criação nacional. Aderimos de imediato a sermos anfitriões das exposições temáticas - "JOIAS PARA A DEMOCRACIA" e "EXPOSIÇÃO TIARAS CONTEMPORÂNEAS", não só pela qualidade expositiva das mesmas, mas sobretudo pelo valor social e histórico-cultural da proposta expositiva. São duas exposições que vão, certamente, emocionar e deslumbrar os visitantes." Na 2ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa, será possível conhecer peças de mais de 150 autores de cerca de 20 nacionalidades desvendando posições e propondo reflexões e comentários de índole política sobre os mais diversos temas, desde o questionar do sistema financeiro, à problematização dos temas raciais, da afirmação de direitos, da denúncia de abusos ou da eventual ironização sobre as nossas próprias sociedades, sempre em torno da joia como manifestação artística. PROGRAMA: https://www.jewellerybiennial.pt/ FONTE: PR Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa |















