ARQUIVO - 25 OUT - 31 OUT 2006
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.AMADEO DE SOUZA-CARDOSO
Diálogo de Vanguardas
Autor: DAVID SANTOS
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 3 registos.SÍLVIA GUERRA
Episódio 3 - As Feiras-Off: DIVA, SHOW-OFF e SLICK Este ano as feiras que se realizaram paralelamente à FIAC foram três, mas a relação entre as quatro organizações foi de grande cooperação e mútua publicidade, talvez porque aos organizadores e comissários da FIAC não interessasse que o decréscimo das galerias expostas este ano gerasse polémica (estiveram expostas 175 contra as 220 de 2005). Se a FIAC abandonou o espaço de feiras da Porta de Versalhes e apostou no luxo e em lugares históricos e centrais de Paris, o Grand Palais, as Tuileries e o Louvre, as outras três feiras adoptaram igualmente locais de prestígio só que descentrados na grande árvore-mapa dos arrondissements parisienses.
SÍLVIA GUERRA
Episódio 2 – Jardin des Tuileries e a Cour Carrée du Musée du Louvre Entre o Grand Palais e o Musée du Louvre estendem-se os antigos Jardins do Rei que devem o seu nome à grande manufactura de telhas existente anteriormente nesse espaço – Les Tuileries. Os jardins são este ano o percurso pedonal entre os dois principais pólos da FIAC e nos seus relvados, entre os portões dourados e as árvores outonais, encontramos as esculturas de grandes dimensões que usufruem deste modo de um magnífico stand “open air”; Richard Long, Jean-Michel Othoniel, Tony Cragg, Subodh Guptah entre outros encontram-se à venda nos jardins. A obra mais lúdica é o submarino musical que submerge do grande espelho de água, de Alexander Ponomarev.
SÍLVIA GUERRA
Episódio 1 – O Grand Palais Após a exposição “Força da arte” o Grand Palais acolhe 95 galerias de arte moderna e contemporânea participantes na 33ª edição da FIAC, Feira Internacional de Arte Contemporânea de Paris. Este ano as sedes principais da feira são três: o Grand Palais, a Cour Carré do Louvre e o Jardin des Tuileries num total de 169 expositores. A visão de conjunto dos stands das galerias francesas e estrangeiras presentes no palácio de cristal parisiense é de uma grande sobriedade; as galerias são assinaladas por um pequeno letreiro com o seu nome e as divisórias a cinza e branco. Faço a minha entrada, na grande babilónia da arte: pela sua ala da esquerda, começo pela galeria Gmurzynska de Zurique e vejo “IKB - 83” nome de código-patente de Yves Klein, um dos artistas celebrados na rentrée artística do Centre Pompidou; segue-se “Tony Cragg – new sculptures” na Thaddeus Ropac de Salzburgo e logo começamos a perceber que estamos numa “big money art fair”: tal como os materiais nobres (mármore branco, madeiras orientais) das dinâmicas esculturas de Cragg demonstram-no e a circulação de criações de Issey Myake (a cachemira que os visitantes vestem) comprovam.















