ARQUIVO - 29 JUL - 04 AGO 2026
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.MIRANDA PENNELL
H IS FOR HISTORY N IS FOR NOW
Autor: LIZ VAHIA
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.LEONOR VEIGA
Inaugurada nos primeiros dias do quente mês de julho de 2026, a 57.ª edição dos Rencontres d’Arles, intitulada “Reler Mundosâ€, convida a um revisitar de histórias, geografias e imaginários através da fotografia. Mais do que um simples tema agregador, esta ideia atravessa toda a programação, que apresenta uma multiplicidade de exposições dedicadas a questionar a forma como olhamos, representamos e construÃmos o mundo. Entre grandes retrospectivas, exposições temáticas e projetos de investigação, o festival reafirma-se como o mais importante certame internacional dedicado à fotografia.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.JOÃO ALMEIDA E SILVA
Entrar em O século de Gehry é encontrar uma arquitectura anterior ao edifÃcio. A exposição não começa com uma obra concluÃda, nem sequer com a imagem estabilizada de uma forma reconhecÃvel. Antes da forma icónica e da obra convertida em imagem pública, aparece aquilo que habitualmente permanece nos bastidores: não o edifÃcio, mas as operações que o tornam possÃvel. Nas salas seguintes, essa escolha torna-se mais evidente. As maquetas não se apresentam como modelos finais, impecavelmente acabados e destinados a afirmar a autoridade do projecto. Os desenhos participam do mesmo movimento. Não são objectos autónomos destinados à contemplação, mas momentos de um pensamento em transformação.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 2 registos.FILIPA BOSSUET
Conversa com a artista e curadora camaronesa-espanhola Agnes Essonti, que desenvolve uma prática que atravessa a fotografia, a instalação, a performance, o vÃdeo e a curadoria. O seu trabalho nasce da atenção aos gestos quotidianos e à s relações que se constroem à volta da comida, do cuidado e da criação coletiva. Fotografar, bordar e/ou cozinhar não acontecem em momentos reservados para a criação. Comer, conservar, partilhar uma refeição e/ou ir a um mercado são formas de pensar o arquivo, a transmissão de saberes e as relações entre corpos, territórios e histórias. A materialidade está no que está fresco, no que se queima, no que se salga, no que se constrói e desconstrói na continuidade.
FILIPA BOSSUET
ESP















