ARQUIVO - 07 OUT - 13 OUT 2026
CRÍTICAS
Foram encontrados 2 registos.MARIA MADEIRA
YOU, ME, US [O, HAU, ITA; TU, EU, NÓS]
Autor: MIGUEL PINTO
COLECTIVA
UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO
Autor: LEONOR GUERREIRO QUEIROZ
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.ISABEL STEIN
Unearthed Conversation ocupou três salas contíguas do S.M.A.K, em Ghent, entre abril e setembro de 2026. Inspirados pelo filme Aquí Vivieron (1964), de Pedro Chaskel e Héctor Ríos — membros do Centro de Cine Experimental da Universidade do Chile, fundado em 1957 —, Francisca García e Mario Navarro assumem uma abordagem que, em um primeiro momento, parece contraditória: por um lado, as obras são especulativas, por outro, incorporam um paradigma forense. Ao tecer essas duas chaves críticas a respeito de um único território, entretanto, os artistas fabulam uma linguagem poética que acessa camadas inauditas da história chilena.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.JOÃO ALMEIDA E SILVA
Afinidades Líquidas: (outra) cartografia afetiva para a arquitetura portuguesa, com curadoria de Paulo David, reúne mais de meia centena de participantes e fica patente até 25 de Abril de 2027. A exposição organiza-se em três momentos – dois pátios e uma sala – e em quatro áreas, Crítica, Docência, Fotografia e Prática, que existem apenas no momento central. O cartaz chama-lhes clareira, tronco, clareira. Uma árvore, portanto. A grelha contém uma tese: pôr a crítica, o ensino e a fotografia ao lado da prática é afirmar que a arquitectura também se produz quando se escreve, se ensina ou se fotografa. Mas será a exposição apenas uma apresentação desses lugares de produção, ou será ela própria um deles?E quem elege as afinidades que torna visíveis?
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MAFALDA TEIXEIRA
Nua aos oitenta anos, sentada numa poltrona de listras azuis e brancas – a mesma onde pintou tantas pessoas – segurando um pincel numa mão e um pano na outra, envergando óculos e fitando-nos de ar sério, Alice Neel (1900-1984) não parece surpreendida ou desconfortável perante a nossa presença. Como se estivesse à nossa espera, o autorretrato da artista recebe-nos em Beautifully Imperfect confrontando-nos sem qualquer pudor, qual manifesto silencioso, com a realidade do seu corpo, tal como é. Representada enquanto artista e modelo, numa vulnerabilidade e resistência que perturbam, Self-Portrait (1980) que serve de entrada radical à exposição, na Ala Álvaro Siza (Serralves), assume-se segundo a curadora Inês Grosso como retrato de toda uma vida.















