Gaëlle Scali e Emilie Schalck, The Look, Behind ? (Just Hearing and moving), 2011


Bertrand Szymanski, souvenirs latents


Rémy Russotto, Paranoia

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EXPLORAÇÃO DO PROCESSO DO IMAGINÁRIO




  
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EXPLORAÇÃO DO PROCESSO DO IMAGINÁRIO


EXPLORAÇÃO DO PROCESSO DO IMAGINÁRIO

 
Bertrand Szymanski, Emilie Schalck, Gaëlle Scali, Rémy Russotto
Curadoria: Julien Isoré
 
 
« A vida é uma viagem, experimental, feita involuntariamente. É uma viagem do espírito através da matéria, e, como é o espírito que viaja, é nele que se vive. » Fernando Pessoa.
 
Artista plástico francês, Julien Isoré vive e trabalha em Lisboa. As suas investigações inclinam-se sobre o movimento e o desequilíbrio. Desenvolvendo a sua própria técnica de pintura a óleo, Julien propõe uma obra interactiva e conceptual sobre a noção de amor ocorrida em várias cidades como Bombaim, Paris, Los Angeles, Shanghai ou Nova Iorque, por exemplo. O artista propõe, numa terceira vertente do seu trabalho, um estudo de anatomia comparativa no CIEBA de Lisboa (Centro de investigação em Belas Artes), fonte de perguntas teóricas e de reflexões sobre o pensamento metafórico. Julien Isoré dirige o seu trabalho para um estudo do processo do imaginário.
Em colaboração com « les cahiers européens de l’imaginaire», ed. Cnrs Paris, e a Plataforma Revólver, Julien Isoré propõe uma experiência de exposição comparativa, para tentar se aproximar do princípio da imaginação. Experimentando a relação entre a percepção sensível, o imaginário e narração, Julien convida artistas a inclinarem-se sobre esta questão.
 
// Projecto Narração 
A instalação de Gaëlle Scali e Emilie Schalck investe-se, no open space da Plataforma Revólver – piso3, para interrogar a construção do nosso imaginário perante uma pluralidade de sinais encenados. Os métodos são diversos e tomam formas sonoras, videográficas, picturais e espaciais (3D). Co-realizam o projecto The Look, Behind ? (Just Hearing and moving) para construir um sensorama, espécie de máquina da imaginação, que manipula com o sentido das imagens, os sons e as palavras no contexto das nossas memórias individuais e colectivas. Várias residências têm sido efectuadas no contexto desta primeira proposta.
Numa segunda sala do espaço, Bertrand Szymanski procura obsessivamente apreender a continuidade do tempo ou como as lembranças individuais sugerem um conjunto de fontes à imaginação. Bertrand propõe em “souvenirs latents” uma espécie de grande arquivo da sua vida e tenta libertar a poesia do momento. 
Numa terceira sala do espaço, Rémy Russotto procura, pelo contrário, com “Paranoia”, substituir o sentido da imagem por uma proposta de interpretação paranóica em que reinventa totalmente a realidade a partir do que propõe. 
Assim entre estas diferentes intervenções, tentar-se-á que se observe a essência do que guia estes processos de interpretações e que se apreenda uma forma de princípio narrativo. 
 
 
 
Apresentação dos Artistas: 
Gaëlle Scali (FR): Pintora, artista plástica e de som. Licenciada em Artes Plásticas (2009), vive e trabalha em Montpellier. Prossegue a investigação da memória tanto nos seus aspectos colectivos como individuais através do som, das palavras e da pintura. Gaëlle conta já com várias exposições no seu curriculum, principalmente na região de Montpellier.
 
Emilie Schalck (FR): Artista videasta e comissária. Licenciada em Artes Plásticas (2006), vive e trabalha em Paris. É membro da Associação Glassbox. Emilie reconstitui espaços ansiogénicos, empréstimos de documentos de arquivo, de cultura (s) " bis" e escreve e realiza filmes. Explora 3D após diferentes investigações e trabalhos sobre B-movies e mais particularmente da história do cinema em geral e do cinema nas feiras. Emily tem sido objecto de várias publicações e conta com exposições colectivas e individuais principalmente em França, entre Estrasburgo, Montpellier e Paris.
 
Bertrand Szymanski  (FR): Fotógrafo, fotojornalista, vive em Orbais L’Abbaye (R.F.), trabalha entre Paris e a Bélgica. Desenvolve desde finais dos anos de 1990 fotografia de lembrança, testemunho dos momentos de vida e do mundo, uma espécie de frenesim da imagem, uma tomada de nota pictural perpétua e obsessiva que aumenta um comportamento maníaco levado a cabo sobre a memória do tempo. A sua obra traduz-se em instalações intimistas de tributo post mortem. Expões os seus trabalhos no Norte da França.
 
Rémy Russotto : Fotógrafo Belga, Suíço e Americano. Autodidacta, vive e trabalha em Bruxelas. Através de uma forma paranóica, explora o facto de como a fotografia não é assombrada pelo desaparecimento mas substitui um outro mundo. A sua fotografia oferece a possibilidade técnica, não de tirar o retrato do mundo, mas de ver como impõe o imaginário nas suas criações do espírito. O seu trabalho tem sido objecto de numerosas publicações, concursos e exposições, nomeadamente no Canadá, em França, em Espanha e na Bélgica.
 

 


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