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ENTREVISTA



VIRGINIA TORRENTE, JACOBO CASTELLANO E NOÉ SENDAS


De 16 Maio a 15 Junho é possível visitar as obras conjuntas de Jacobo Castellano e Noé Sendas na Appleton Square. Com curadoria de Virginia Torrente, a exposição “Espantoso, esquisito” mostra a cofluência do artista espanhol e do português numa serie de obras que partem dos seus interesses pelos objectos que lhes vêm parar à mão. A Artecapital falou com os artistas e a curadora sobre o processo de trabalho e as afinidades entre eles.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


110.5 UM, 110.5 DOIS, 110.5 MILHÕES DE DÓLARES,… VENDIDO!
A comercialização de objetos de arte em Nova Iorque, nas principais casas de leilões, roça o ridículo, está para além do razoável, e o mundo e os profissionais da arte, assistem, compactuam, escrevem livros e artigos sobre a matéria, mas ninguém se arrisca a legislar. O que hoje são 110.5 milhões de dólares pode seguramente vir a ser daqui a um, dois ou três anos, meio bilião de dólares. Porquê? Não há rigorosamente nada que impeça estes valores de escalarem, inflacionarem, dispararem para importâncias cujos dígitos jamais figurarão na conta bancária de 99.9 % dos seres humanos do planeta.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

CONSTANÇA BABO


WATCHED! SURVEILLANCE, ART & PHOTOGRAPHY: A VIGILÂNCIA QUESTIONADA PELA ARTE NO C/O BERLIN
As possibilidades que nos são proporcionadas pelas mais recentes tecnologias e novos média apresentam cada vez mais potencialidades e consequências. A barreira entre o espaço privado e o espaço público tem vindo a diluir-se e, como resultado, invadimos a vida dos outros e somos igualmente invadidos. Sendo esta uma questão importante e revelando-se problemática, é importante pensá-la e discuti-la, inclusivamente através da expressão artística.
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OPINIÃO

MARZIA BRUNO


UM LAMPEJO DE LIBERDADE
A exposição “Um Lampejo de Liberdade”, organizada por Marzia Bruno e patente no Campo de Concentração do Tarrafal de 8 de Abril a 6 de Maio deste ano, foi vencedora do Franchise Exhibition Program 2016-17 da apexart (Nova Iorque). O conceito de exposição “Um Lampejo de Liberdade” é usar o antigo Campo de Concentração do Tarrafal, na Ilha de Santiago (Cabo Verde), como um laboratório para analisar a história do local e questionar as experiências e as realidades que coexistem ali. Seis artistas são convidados a criar intervenções artísticas site-specific que contenham elementos de reflexão, criação, produção e interação com o espaço, com a intenção de tornar tangível a identidade e a memória dos 1.700 hectares de campo fortificado.
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ARQUITETURA E DESIGN

LIZ VAHIA


EVERYTHING IN THE GARDEN IS ROSY: AS PERIFERIAS EM IMAGENS
Desde 2008 até ao presente, ou seja, desde a primeira exposição individual de João Serra na galeria Vera Cortez, que o trabalho do fotógrafo tem vindo a aprofundar o encontro entre um público urbano, distanciado dos ambientes periféricos que povoam a sua obra, e uma certa criatividade marginal presente nas casas auto-construídas, nos abrigos de chapa, na permanente construção e destruição, numa reciclagem constante de materiais e espaços.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


TIMBER TIMBRE – A HIBRIDIZAÇÃO MUSICAL
Ao sexto LP, a dinâmica pop rock não-dual da contemporaneidade electro e da tradição blues e folk que Timber Timbre fazem conviver em “Sincerely, Future Pollution” é um processo evolutivo em que os canadianos se aventuram em busca da sua auto-transformação e auto-experimentação. Contudo, a sua consistência não é alvo de traição. “Sincerely, Future Pollution” mantém-se fiel aos dois cunhos identitários do percurso musical da banda.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Série Brasil Visual está disponível para download

:: Mais de 200 livros e catálogos do Museu Guggenheim disponíveis online para download

:: U.N.K.L.E. – Novo álbum em Junho



PREVIEW

AR - 3° Festival de Cinema Argentino | 30 Jun > 9 Jul, Lisboa


Dez longas-metragens e cinco curtas divididas em duas secções: AR nas Bibliotecas de Lisboa (integrado na programação da Lisboa Capital Ibero Americana de Cultura), e AR no Cinema São Jorge - Panorama.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

O Fotógrafo Acidental. Serialismo e Experimentação em Portugal, 1968-1980


Culturgest, Lisboa

De cada um dos dez fotógrafos apresentados, só vemos séries. Não imagens únicas, autónomas, ligadas a um instante decisivo, mas conjuntos, construções de uma obra a partir de uma série de fotografias, sequências temporais, mas também geográficas e políticas, nos quais o sentido colectivo é mais rico do que aquele de cada imagem.
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COLECTIVA

THEM OR US!, Um Projecto de Ficção Científica, Social e Política


Galeria Municipal do Porto, Porto
Com o título Them or us e uma justaposição de práticas, formas e conceitos, a exposição começa por requerer um reconhecimento da proposta de Paulo Mendes. Trabalhando de um modo muito complexo e inteligente, que lhe é característico, o comissário interessa-se, em primeiro lugar, pelo aspeto cenográfico da exposição. Procura provocar uma experiência cénica, com um caráter de espetáculo avassalador e a efemeridade de um momento irrepetível.
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JOÃO MARIA GUSMÃO E PEDRO PAIVA

OS ANIMAIS QUE AO LONGE PARECEM MOSCAS


Oliva Núcleo de Arte, S. João da Madeira
Conhecidos pelos vídeos de 16mm, João Pedro Gusmão e Pedro Paiva constroem curtas narrativas sem som que exploram a relação e a convivência entre as áreas da arte e da ciência. Ao mesmo tempo, elaboram um trabalho e uma complexa pesquisa sobre o terreno que se encontra entre essas duas esferas e onde residem os domínios da realidade e da ficção.
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COLECTIVA

EXPOSIÇÃO / COMPOSIÇÃO, VARIAÇÃO Nº2


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto
Se cada exposição cria, inevitavelmente, um percurso, Exposição / Composição, Variação nº 2 é uma exposição com um percurso particular: na vertical - o pensamento de quem vê também se exerce nos glúteos. Uma exposição / composição onde a forma está presente na própria constituição da exposição: a criação de um todo, com um limite marcado e uma harmonia estabelecida. Um coro.
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MIGUEL BRANCO / MICHAEL HUEY / WOLFGANG WIRTH

ABSOLUTE DURATION


Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa
O valor da transitoriedade da Natureza e da Arte evidencia o estado psíquico do observador, por se encontrar numa experiência de luto e de dor, onde a obscuridade não lhe permite usufruir da beleza eterna das coisas-em-si. Wolfgang Wirth, Miguel Branco e Michael Huey expressam análoga transitoriedade do espaço, da beleza e do ser humano, numa «instalação caleidoscópica».
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INEZ TEIXEIRA

TERRA INCÓGNITA


Fundação Portuguesa das Comunicações,
Pinturas abstractas nas quais admiramos a estrutura, formas e cores, mas que provocam uma sensação de distância e frieza. Outras, e é o caso das grandes composições em papel de Inez Teixeira, onde sem reconhecermos qualquer forma, nos projectamos, entramos na imagem, quer recuemos quer nos aproximemos bem perto.
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GORDON MATTA-CLARK

SPLITTING, CUTTING, WRITING, DRAWING, EATING… GORDON MATTA-CLARK


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Analisar o trabalho de Gordon Matta-Clark é algo complexo e que requer uma observação atenta dos vários parâmetros da sua criação, produção e conceito artísticos, bem como das intersecções entre eles e os seus vários movimentos. Como ponto de partida, João Ribas procurou compreender o processo base de trabalho do artista, no qual identificou ações que se repetem em cada projeto e que, consequentemente, se tornaram definidoras da sua obra e do título desta exposição: separar, cortar, escrever, desenhar e comer.
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