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ENTREVISTA



VASCO ARAÚJO


A exposição “O Género na Arte”, visitável neste momento no Museu do Chiado, trouxe-nos novamente ao convívio uma das primeiras peças de Vasco Araújo: o quarto onde a “Diva” se nos mostra em toda a sua intimidade. Partindo deste mote, o artista conversou com a Artecapital sobre a questão da identidade e da performatividade associadas ao seu trabalho, a importância da voz, do retrato e da memória na sua produção artística, passando pelo seu processo de trabalho e terminando com os 3 projectos expositivos que vamos poder ver em Lisboa já neste início de 2018.
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O ESTADO DA ARTE



ISABEL COSTA


OS ARQUIVOS DA CARNE: TINO SEHGAL CONSTRUCTED SITUATIONS
A recente tendência da arte contemporânea de dar destaque à prática do arquivo tem desencadeado uma tendência para a auto-arquivação, que nos últimos anos que se tem vindo a revelar como uma prática artística. Há, em primeiro lugar, da parte da performance arte a preocupação de questionar diretamente a sua natureza efémera e, em segundo, a vontade da parte dos artistas de interferir na esfera institucional, ao desafiar estruturas arquivísticas participando na história e destino dos seus próprios arquivos.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

CONSTANÇA BABO


FÓRUM DO FUTURO 2017: HITO STEYERL E TREVOR PAGLEN
O Fórum do Futuro, iniciativa da Câmara Municipal do Porto, destacou-se novamente, este ano, com uma programação tão surpreendente quanto pertinente. Foram propostos e desenrolaram-se vários debates que, abrangendo um vasto campo de interesses, disciplinas e áreas de conhecimento, cruzaram-se entre si e interligaram-se numa reflexão global sobre o impacto do homem no mundo.
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OPINIÃO

FERNANDA BELIZÁRIO E RITA ALCAIRE


O QUE HÁ DE QUEER EM QUEERMUSEU?
No dia 10 de setembro deste ano, o Santander cancelou a exposição "QueerMuseu: Cartografias da diferença na América Latina", que ocupava salas de exposição do Santander Cultural (Porto Alegre, Brasil) sem notificar o curador Gaudêncio Fidelis. A justificação para o cancelamento por parte do seu patrocinador baseou-se na acusação de apologia à pedofilia, bestialidade, vilipêndio religioso e atentado aos bons costumes, bradada por grupos conservadores nas redes sociais brasileiras.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


RHYTHM OF DISTANCES: PROPOSITIONS FOR THE REPETITION
Andreia Garcia, arquiteta de formação, tem vindo a afirmar-se na área da curadoria, no panorama artístico portuense, através de intervenções que aproximam as áreas da arte e da arquitetura e sugerem uma reflexão sobre a relação entre ambas. Na procura de realizar este exercício numa dinâmica de proximidade com o espetador, a curadora tende a conceber as exposições em espaços públicos, tal sendo o caso das duas ocasiões na Galeria Vertical do Silo Auto do Porto.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


JOHN MAUS – “SCREEN MEMORIES”
Da generosidade e abundância de palavras e irrequietude e profundidade de ideias, ao contraste do minimalismo das letras da sua música que, por convicção em expurgar e alhear a música da palavra e fixar-se na estrita dimensão musical da obra e, também, devido a uma assumida falta de vocação para a escrita poética, resume intencionalmente na presença secundária de esboços fonéticos em loops padronizados que se encrustam nos ouvidos como pregões ou mantras ao serviço da experiência sensorial.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

JORGE PINHEIRO, “PAULO E VIRGÍNIA”, C. 1970/2010









PREVIEW

Ciclo de conversas Em Montagem: José Costa | 19 Jan, 21h30, Appleton Square


“Em montagem: ciclo de conversas” é um evento orientado por Catarina Real e David Revés sobre a construção das práticas de trabalho de jovens criadores.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

NSK DEL KAPITAL AL CAPITAL. NEUE SLOWENISCHE KUNST. UN HITO DE LA DÉCADA FINAL DE YUGOSLAVIA


Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid

Havia na Jugoslávia de finais dos anos 70, princípio dos 80, uma eclosão cultural de primeira ordem num mundo em mudança. Para entender o NSK (Neue Slowenische Kunst, em alemão - Nova Arte Eslovena), o colectivo criado em 1984, era preciso ter em conta a encruzilhada que supunha ser essa Jugoslávia e especialmente o movimento cultural na Eslovénia
LER MAIS ALBERTO MORENO

MARIANA SILVA

OLHO ZOOMÓRFICO/CAMERA TRAP


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
“Olho Zoomórfico” parte de uma questão de pontos de vista, fazendo visível uma pesquisa em torno das projecções que a investigação científica fez sobre a visão de seres tão distantes de nós como os insectos. Como com rigor tentar colocar-se no lugar do outro, ver pelos seus olhos, um projecto mobilizador na sua impossibilidade, que por outro lado está permeado pela violência da caça e implicado na brutalidade da colonização.
LER MAIS BRUNO CARACOL

PEDRO VALDEZ CARDOSO

HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA


Galeria 111 (Lisboa), Lisboa
Em "História da Vida Privada", de Pedro Valdez Cardoso, percecionamos vários cenários fragmentados ou pequenos detalhes de vocábulos íntimos, cujas obras inéditas transmitem um repositório de memórias autobiográficas, que foram expostas presentemente na Galeria 111. Trata-se de «uma antologia, sem o ser», numa descontinuidade temporal que delineia códigos singulares sobre a “retórica de um corpo”. Entre metalinguagens e identidade, fruímos um corpo, enquanto erotismo, drama e duplo.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

ANA HATHERLY

ANA HATHERLY. TERRITÓRIO ANAGRAMÁTICO


Fundação Carmona e Costa, Lisboa
Através das Tisanas de Ana Hatherly, projeta-se a possibilidade de contemplarmos a diversidade assimétrica de todos estes «territórios anagramáticos» literários e plásticos da sua obra até à vanguarda da arte experimental.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

ANA HATHERLY

ANA HATHERLY E O BARROCO. NUM JARDIM FEITO DE TINTA


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Nenhuma poesia ou prosa barroca é inocente, nem mesmo a obra de Ana Hatherly. A artista concebe um território labiríntico que pressupõe um discurso estético e, por sua vez, dá a conhecer uma sensibilidade neobarroca na contemporaneidade.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

HUGO CANTEGREL

ONE DAY IT WILL ALL MAKE SENSE


FOCO, Lisboa
A narrativa autobiográfica é a base do trabalho de Hugo Cantegrel. Mas se a base é a vida de onde o próprio artista existe, essa lembrança e nostalgia parece diluir-se em duas outras narrativas; a narrativa histórica, referente à própria arte (quase sempre inevitável, por contágio e referência) e a narrativa colectiva, eventualmente geracional.
LER MAIS Catarina Real

COLECTIVA

SÃO PAULO NÃO É UMA CIDADE - INVENÇÕES DO CENTRO


Sesc 24 de Maio, São Paulo
Numa megalópole de 21 milhões de habitantes como São Paulo, realidades pessoais são construídas com tamanha distância geográfica, social, cultural e financeira, que não é incomum a impressão de que um paulistano de outro bairro parece mais ter vindo de outro país.
LER MAIS JULIA FLAMINGO