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ENTREVISTA



PEDRO TUDELA


Artista multifacetado, com obras diversas que se estendem desde a pintura, a instalação, a performance, até à música e ao multimédia, Pedro Tudela vem desde os anos 1980 desenvolvendo uma experimentação própria a nível plástico e sonoro.
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O ESTADO DA ARTE



CATARINA FIGUEIREDO CARDOSO


COLECCIONADORES NA ARCO LISBOA
A Arco Lisboa, ao menos no que toca a coleccionadores, não conseguiu ultrapassar o provincianismo que decorre de ser um anexo da Arco Madrid. Os coleccionadores portugueses de arte contemporânea são poucos e os mais famosos estavam em Lisboa tal como estão todos os anos em Madrid. Por isso, face ao reduzido universo dos coleccionadores portugueses de arte contemporânea “clássica”, que apelam ao poder económico, talvez valesse a pena explorar colecções de arte contemporânea em outros suportes ou meios menos valorizados, ou debater questões relacionadas com a preservação das colecções por particulares.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

DIOGO DA CRUZ


ARTE A INCORPORAR O SISTEMA: O CORPO COMO MÁQUINA, GADGET E CAPITAL
O nosso corpo é uma máquina, e nele está a origem de todas as máquinas criadas por humanos. Contudo, com a revolução industrial, em particular com a máquina a alterar, sistematizar e cronometrar as acções do homem, o ideal mecânico, que fora criado pelo próprio humano, vem impor-se à forma como o corpo é usado.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


“RESPONSABILIDADE SOCIAL”, INVESTIMENTO EM ARTE E MUSEUS: OS PONTOS NOS IS
A questão das relações colaborativas a estabelecer entre governos, através de museus públicos, e colecionadores/investidores ou empresas constitui um tópico da maior actualidade, povoado por intermináveis bailes de máscaras, dos quais o mais popular nestes dias é o da chamada “responsabilidade social” corporativa, que se tornou uma questão de prestígio.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


MATÉRIA-PRIMA. UM OLHAR SOBRE O ARQUIVO DE ÁLVARO SIZA
Faz todo o sentido organizar uma exposição no Museu de Serralves que enalteça este mundialmente reconhecido arquiteto. Trata-se da primeira grande mostra de trabalhos que expõe 27 projetos de Siza, parte dos 40 doados em 2015 e que pertencem a Serralves. A exposição apresenta cronologicamente os documentos e alguma matéria-prima, e o próprio arquiteto admira a intenção do museu em incluir, no seu depósito, trabalhos de arquitetura, algo que seria impensável no passado.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


PUBLIC MEMORY – A TRANSFORMAÇÃO PASSO A PASSO
Mais do que o desígnio de uma mensagem específica contida nas suas letras, Toher pretende criar atmosferas emocionais. Não esvazia as suas letras de conteúdo, mas importa-lhe mais a atmosfera sonora e a dimensão emocional gerada, deixando ao critério de cada um procurar e encontrar os significados, as ideias e as referências líricas após a experiência emocional.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

Christopher Brett Bailey on how to write material which isn't shit




ALEXANDER KLUGE: O CAPITAL









PREVIEW

Loveable, de Plataforma285 | 24>28 Jun, Culturgest


Oitava criação da Plataforma285 que surge na sequência de um ciclo de projetos onde se esmifra a banalidade da realidade.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

PEDRO TUDELA

...(OUTRO)


Kubikgallery, Porto

Esta exposição é propícia à análise e interpretação pessoal, propondo um desafio à visão e ao pensamento, emergindo da obra de arte uma experiência sensorial e cognitiva. Ora, esta experiência e forte sensibilidade artística são vivenciadas tanto pelo público como pelo próprio artista, que se embrenha profundamente na sua obra.
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SILVESTRE PESTANA

SILVESTRE PESTANA: TECNOFORMA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Todo o trabalho de Silvestre Pestana mostra-se complexo e profundo, embora o artista explique que as obras se tornaram maiores do que as intenções iniciais. Justifica que, quando começou a sua produção artística, os meios eram inferiores aos atuais e, por isso, recorrentemente se expunha uma problemática sem lhe conseguir dar resposta.
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RUI CHAFES

ASCENSÃO


Igreja de São Cristovão, Lisboa
Pensar numa igreja para albergar uma exposição de Rui Chafes é pensar no lugar perfeito. É a obra de arte a voltar ao lugar que foi seu, século após século, até a Igreja Cristã deixar de ser o principal comprador e a arte perder o seu carácter religioso. Mas nem toda a arte perdeu religiosidade.
LER MAIS BÁRBARA VALENTINA

GIORGIO GRIFFA

QUASI TUTTO


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Cada pintura de Griffa tem uma identidade própria, uma filosofia particular e, ao mesmo tempo, mantém uma lógica de continuidade em relação às obras que antecede e sucede. Essa ideia de trabalho global é refletida no título da exposição, Quasi Tutto. O quase tudo pode prender-se a várias possíveis significações que atribuem simbolismo ao título: ser quase todo o trabalho do artista, cada obra funcionar quase individualmente ou cada tela estar quase toda preenchida.
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JOSÉ LOUREIRO

3ª FEIRA, DIA DE NATAL


Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada
O respeito da tradição da pintura e da divisão disciplinar das práticas artísticas gera, na obra de Loureiro, um trabalho aprofundado e consequente das superfícies, constituídas ora por tela ora por papel, exercício que corresponde, na sua pesada simplicidade, ao contributo do artista, voluntário ou impensado, para a disciplina que elegeu como sua.
LER MAIS JORGE VIEIRA RODRIGUES

CARLOS LOBO

STILL THERE


Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
O artista encontrava-se em Beirute aquando a queda do governo Libanês, a 12 de Janeiro de 2011, mas o trabalho de Lobo não pretende um testemunho directo desse acontecimento ou das manifestações adjacentes. Aliás, resiste-lhes continuamente e aí reside o seu principal interesse.
LER MAIS ALEXANDRA JOÃO MARTINS

COLECTIVA

INQUÉRITOS AO TERRITÓRIO: PAISAGEM E POVOAMENTO


Museu Nacional de Etnologia, Lisboa
A visita à exposição “Inquéritos ao território: paisagem e povoamento” nos lembra que interrogar o território, traçá-lo, mapeá-lo é tarefa incessante. A proposta da mostra é colocar em diálogo os discursos científicos (geográficos, topográficos, etnográficos…) que durante o século XIX, e grande parte do século XX, procuraram grafar Portugal com os métodos da arte, olhar e pensar o mesmo território.
LER MAIS SUIANNI MACEDO