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Tiago Borges - Futurism vs. We Are The World

DE 19 JUNHO A 31 JULHO
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ENTREVISTA



MAGDA DANYSZ


Magda Daniysz é uma das mais jovens galeristas de Paris. Criou a sua galeria aos 19 anos, mas já aos 17 geria um espaço de exposição, pois sabia que nesta profissão se teria de começar cedo (a conselho do veterano Leo Castelli). Há dois anos criou, com um pequeno grupo de galeristas e coleccionadores, a primeira feira paralela à FIAC (Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea de Paris), o Show-off que tem lugar no espaço Pierre Cardin e celebrará a sua terceira edição no próximo mês de Outubro. (...)

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O ESTADO DA ARTE



AUGUSTO M. SEABRA


CRÍTICO EXCELENTÍSSIMO
Foi notada a recente edição pelo Instituto Camões, instância pública de difusão internacional da cultura portuguesa, de (mais) uma publicação de Alexandre Melo, “Arte e Artistas em Portugal”. O autor é apresentado como licenciado em economia e doutorado em sociologia, crítico de arte, organizador de exposições, autor de diversos livros e também curador das colecções do Banco Privado (em depósito em Serralves) e Ellipse Foundation. Como é sumamente sabido, embora não referido na algo modesta apresentação de um autor que acumula tantos papéis, ele é também assessor cultural do Primeiro-Ministro José Sócrates.
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PERSPECTIVA ACTUAL

SANDRA LOURENÇO


ESPAÇO ASIÁTICO: OUTROS CENTROS, OUTRAS VISIBILIDADES?
O carácter transversal dos fenómenos globais tem esbatido o fosso entre culturas, trazendo para o centro das atenções, embora com diferentes intensidades, zonas que se encontravam arredadas dos núcleos centrais. A problematização (quase banalização) em torno dos binómios local/global e centro/periferia tem vindo a desmistificar o papel preponderante do eixo euro-americano, sem que isso implique um decréscimo da importância do seu posicionamento.
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IVO MESQUITA


28ª BIENAL DE SÃO PAULO
Atentos ao que se passa no Brasil, este mês queremos dar a conhecer a proposta de Ivo Mesquita para a 28ª edição da Bienal de São Paulo, que irá acontecer entre 26 de Outubro a 06 de Dezembro de 2008, na tradicional sede do pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera. Com a ideia de deixar vazio um andar do edifício projetado por Oscar Niemeyer, o curador chefe quer promover o debate sobre o actual modelo das bienais de arte.
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OPINIÃO

PAULO REIS


V BIENAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE | PARTILHAR TERRITÓRIOS
Ao apostar no “partilhar, enquanto caminho profícuo para espalhar o conhecimento e promover, através desta acção, a comunicação de imagens, fronteiras, identidades, num crescente processo de valorização substantiva”, a curadora Adelaide Ginga partilha com os visitantes da V Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe uma verdadeira viagem pela produção contemporânea africana. Uma exposição madura e consciente do sentido transversal que é localizar o(s) eixo(s) da produção de arte contemporânea, hoje.
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ARQUITECTURA E DESIGN

NUNO GRANDE


DEBATER CRIATIVAMENTE A CIDADE: A EXPERIÊNCIA PORTO REDUX
As cidades são hoje o palco central da criatividade, sendo, simultaneamente, o seu alimento e o seu reflexo. Por este facto, muito se vem debatendo sobre “cidades criativas” e sobre a importância das suas “comunidades de criadores e boémios”, para pegarmos num chavão caro ao economista e ensaísta americano Richard Florida, um dos principais “gurus” desta actualíssima reflexão. Em Portugal, só muito recentemente se começou a aflorar a problemática, quase sempre através do interesse despertado no seio de universidades e instituições culturais; quase nunca a partir de políticas estruturantes, de origem estatal ou municipal, lançadas nesse sentido.
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DESTAQUE

Bruno Jamaica

Push & Pull

Sala de Exposições da Biblioteca - Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Costa da Caparica
08 JUL- 29 AGO 2008

TERRITORIAL PISSINGS - Exposição Colectiva

DE 19 JUNHO A 31 DE JULHO
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CRÍTICA DE EXPOSIÇÕES

CLIFF EVANS

Empyrean


Luxe Gallery, Nova Iorque
Se pensasse naquilo que um artista renascentista do Norte da Europa poderia fazer, se no seu tempo tivesse à sua disposição um meio como a Internet, o resultado seria provavelmente “Empyrean”. Cliff Evans, um artista de origem australiana, mas radicado desde muito novo nos Estados Unidos encontra as fontes do seu trabalho em vários web sites, como o Youtube e outros, para dar vida às suas narrativas catárticas reflectindo a política global do mundo contemporâneo. A análise do poder é uma constante no trabalho deste artista – seja relativamente às guerras recentes, em que induz, ou denuncia, a forte influência económica – seja através de referências a cadeias de lojas multinacionais, ou a empresas petrolíferas; como por outro lado, o poder do mediatismo das celebridades ou a evidência de figuras paternalistas e com poder na sociedade (pregadores, pivots de telejornal, professores...).
Pedro dos Reis

JOÃO PAULO FELICIANO

The Blues Quartet


CAV - Centro de Artes Visuais, Coimbra
O Centro de Artes Visuais apresenta um conjunto de trabalhos de João Paulo Feliciano (n. 1963), cujo denominador comum se situa na agregação e no diálogo das artes plásticas com a música – Feliciano integrou no passado projectos musicais, como Tina and the Top Ten e No Noise Reduction. “The Blues Quartet” (2004-2007) é a peça central deste conjunto, mostrada em 2007 no Contemporary Arts Center (Cincinnati, Ohio), com curadoria de Matt Distel, e agora no Centro de Artes Visuais, sob responsabilidade de Delfim Sardo. É sobre este dispositivo plástico-musical que procuraremos reflectir.
LER MAIS Isabel Nogueira

COLECTIVA

Articulações


Vários locais, Algarve
Pelo segundo ano consecutivo, o programa de valorização turística Allgarve pretende concentrar (ainda mais) as atenções turísticas sobre a parcela de território que maior densidade populacional estrangeira deverá ter, entre Junho e Agosto. O programa, que é vasto e que ambiciona juntar música, gastronomia, praia, animação e golfe e outros desportos e actividades de lazer, apresenta também uma componente de arte contemporânea, onde se inclui o projecto “Articulações”, comissariado por Nuno Faria.
LER MAIS Miguel Caissotti

SARA & ANDRÉ

Sara & André


3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA, Lisboa
Há uma dupla auto-referencialidade inata ao trabalho da dupla Sara & André, que se prende não apenas com a imediata, e tão sensível, promoção de si próprios enquanto objecto discursivo. Na realidade, esta funde-se e é consequência de uma outra, maior e verdadeiramente estruturante, e que é, na sua primeira exposição individual, finalmente revelada – um profundo enraizamento teórico na história da arte. A incompreensível despolitização e irresponsabilidade social característica do trabalho da generalidade dos comercialmente apetecíveis artistas emergentes tem aqui uma proposta do seu reverso. Nada é feito ao acaso. E isso, hoje em dia, não é pouco.
LER MAIS Lígia Afonso

ALEXANDRE ESTRELA

Putting Fear in its Place


Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 - Arte Contemporânea, Lisboa
“Putting Fear in its Place” é o título da nova exposição individual de Alexandre Estrela, em apresentação no Espaço Chiado 8, em Lisboa, integrada no programa comissariado por Ricardo Nicolau. Pertencente à geração de artistas que se afirmou no decurso da década de 1990, Estrela tem, desde então, desenvolvido um vasto e consistente trabalho marcado por uma profunda reflexão sobre os procedimentos de produção da imagem e a sua recepção.
LER MAIS Sofia Nunes

JAN FABRE

L’Ange de la métamorphose


Musée du Louvre, Paris
O Museu do Louvre apresenta, neste momento, uma semi-retrospectiva da carreira de Jan Fabre, com cerca de 30 trabalhos deste artista datados de 1970 a 2008. O Anjo da Destruição, apresenta em Paris toda a polivalência e “metamorfoses” que caracterizam a sua obra numa “dramaturgia mental” declinada em: pintura, performance, escultura, desenho, instalação e vídeo. Após o sucesso obtido com “Contrepoint”, um confronto entre a arte contemporânea e as colecções permanentes do Louvre, a direcção do Museu mais rico do mundo, convida Jan Fabre para uma “ocupação” do 2° andar dedicado à pintura das Escolas do Norte da Europa. Paralelamente , decorre uma série de conferências, filmes e debates sobre este autor.
LER MAIS Sílvia Guerra

MARCEL.LÍ ANTÚNEZ

Outras Peles


Galeria ZDB, Lisboa
Com um percurso singular no campo dos eventos performativos que accionam junto do público alguns processos de afecção e reacção mais provocatórios, Lisboa volta a receber Marcel.lí Antúnez, numa apresentação evocativa de um período de produção artística que recua até cerca de 1994. “Outras Peles”, assim se designa a exposição comissariada por Natxo Checa, estará patente na Galeria Zé dos Bois até ao dia 12 de Julho e ocupa a totalidade dos pisos superiores do nº 59 da Rua da Barroca. O nome do artista catalão tornou-se conhecido nos anos oitenta, a propósito do projecto La Fura dels Baus e do aparato das suas encenações, recheadas de dispositivos provocatórios com que o grupo se foi tornando conhecido (inicialmente junto de um público com apetências para espectáculos de maior cariz experimental e depois, progressivamente, para um público mais indiferenciado e que, num contexto de circulação artística internacional, permitiu e legitimou o reconhecimento e prestígio do então inovador projecto teatral).
LER MAIS Miguel Caissotti

MODA

   

HUSSEIN CHALAYAN, o filósofo

“A moda em si não me interessa.” Quem o afirma é Hussein Chalayan, curiosamente galardoado com o Prémio de Designer de Moda Britânico do Ano em 1999 e em 2000. Nascido em Nicósia, em 1970, filho de pais turco-cipriotas, abandonou a ilha de Chipre aos 12 anos para estudar em Inglaterra, formando-se em Moda na reputada Central Saint Martin’s de Londres, em 1993. Desde logo chamou a atenção dos profissionais do meio pela singularidade do seu trabalho.

Anabela Becho


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