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ENTREVISTA



PAULO RIBEIRO


A escolha do bailarino e coreógrafo Paulo Ribeiro para diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado (CNB) tem gerado muita expetativa. Para os próximos três anos, o coreógrafo que ainda não se rendeu a catalogações e a quem é reconhecida uma liberdade criativa indomável promete entregar à direção artística da CNB, aos seus intérpretes e ao público, o mesmo afinco e determinação com que comandou, durante 18 anos, o bem-sucedido Teatro Viriato, em Viseu.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


ARTLAND VERSUS DISNEYLAND
Em 2002, depois do decisivo acontecimento do 11 de Setembro nos Estados Unidos, a Art Basel inaugura-se em Miami Beach, na Florida. É um sucesso imediato e estabelece-se rapidamente como o primeiro grande evento e exposição internacional nas “Américas”, colocando-se no top do ranking dos eventos de inverno do Mundo da Arte Internacional. Neste ano de 2016, durante uma semana em Miami podem visitar-se pelo menos 26 Feiras de Arte, umas 4 coleções privadas, 5 museus permanentes, incontáveis projetos artísticos avulsos e, naturalmente, ir a festas que toda esta gente decide organizar por múltiplas noites consecutivas.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

CONSTANÇA BABO


SIR NICHOLAS SEROTA: NOVAS PERSPETIVAS, COLEÇÕES E COLECIONISMO
Nicholas Serota pretendeu dar a conhecer a importância do papel do museu, tanto ao nível da criação e produção artística, como ao nível de exposição e contacto com o espetador. Nesse sentido e querendo potenciar uma circulação viva da arte, o diretor da Tate desenvolveu, desde cedo e até hoje, uma série de exposições por todo o país, colaborando com outras galerias e museus. Segundo Serota, é aí que a Tate se distingue de outras grandes instituições.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL – PARTE 1: O LONGO PRAZO
A estrutura de públicos nacionais dos mais fundamentais museus portugueses desta segunda década do século XXI é basicamente equivalente à que os autores franceses notavam há meio século nos museus franceses! Ou seja: enorme sobre-representação de segmentos de elevada qualificação escolar e enorme sub-presentação, quase ausência, de públicos com baixas taxas de escolaridade – daqueles que há cinquenta anos não sabiam latim e hoje talvez continuem sem saber inglês.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


MAXXI ROMA
A arquitetura do MAXXI - Museu Nacional da Arte do Séc. XXI - é tão valiosa quanto as obras de arte que abriga. Ao visitá-lo, a experiência estética é impulsionada não só pelos objetos artísticos que nele se encontram expostos, como pelos espaços e suas ligações. O projeto é de Zaha Hadid, arquiteta anglo-iraquiana que, de entre os 273 participantes, foi a vencedora do concurso lançado, em 1998, pelo Ministério da Herança Cultural de Roma.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


AGORA QUE 2016 TERMINOU
Com 2017 já aberto, recuamos ainda a 2016 para recuperar um conjunto de trabalhos lançados durante o ano terminado, aos quais ainda não havíamos dedicado a merecida referência mas dos quais não nos mantemos afastados por período significativo.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

Bruce Nauman: Natural Light, Blue Light Room / Blain Southern, London




FRIEZE LONDON 2016









PREVIEW

14.ª edição da KINO – Mostra de Cinema de Expressão Alemã | 19 Jan-3 Fev


As mais recentes produções cinematográficas dos países de língua alemã. Em Lisboa, Coimbra e Porto, serão exibidas um total de 18 longas-metragens e duas sessões de curtas-metragens.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

QUESTIONS OF RELIEF


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto

Um conjunto de obras contemporâneas, plurais e complexas que, numa nova e atual consideração do mundo, dão continuidade ao conceito de retrato de um jardim. Este surge como ponte de contacto entre diferentes realidades, parte delas utópicas, em resposta às adversidades políticas e sociais que o mundo de hoje enfrenta.
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ANDREA BRANDÃO E LIA CHAIA

(CO)HABITAR


Casa da América Latina - Casa das Galeotas , Lisboa
O que acontece nesta exposição são duas pessoas a habitar um universo proposto – a cidade – materializando a forma como cada uma o faz num espaço expositivo construído. Não quero separar a abordagem de cada uma das artistas, pois para além de tal ser uma ilusão – isto de dois serem duas coisas separadas – pode ser redutor do trabalho que construíram, ou até, o seu antónimo.
LER MAIS ANA FILIPA FERNANDES

DAVID GONÇALVES

A PROVA DAS COISAS QUE NÃO SE VÊEM


Espaço AZ, Lisboa
David Gonçalves é um artista em movimento e, como tal, percorre geografias distintas na macro ou micro escala. Já viajou pela América Latina e Índia, mas também pelas múltiplas paisagens de Portugal. Viu o deserto, entrou na floresta, encontrou planícies. No regresso das suas viagens, concentra-se no que recolheu visualmente, no que a memória seleccionou, através do trabalho de estúdio.
LER MAIS LUÍSA SALVADOR

CIA. EXCESSOS (PÁLL JÓNSSON E TALES FREY)

A ILHA


Sput&Nik the window, Porto
O duo de artistas da Cia. Excessos (Paulo Aureliano da Mata a.k.a Páll Jónsson e Tales Frey) criou uma série de obras a partir de uma intensa residência artística realizada durante o inverno na Islândia no Fjúk Arts Centre na cidade de Húsavík entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016 e, apenas agora, exatamente um ano depois, ambos disponibilizaram, sob a curadoria de Susana Rodrigues, toda a conjuntura produzida.
LER MAIS JULIA PELISON

CRISTINA ATAÍDE / MARTA ALVIM

UNDER ALL OF THIS / CORPOS SELVAGENS


Galeria Belo-Galsterer, Lisboa
Estas imagens sensíveis lembra-nos também de missing pictures de Ronald Brady, referentes a um dos seus estudos científicos sobre a natureza orgânica, por traduzirem o movimento transitório das formas do Universo. A cor vibra a impressão de um tempo preciso, sem interrupção e contínuo. Capta cada intervalo, numa repetição do instante, que geralmente se dilui.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

CARMEN HERRERA

CARMEN HERRERA: LINES OF SIGHT


Whitney Museum of American Art, Nova Iorque
Carmen Herrera começou a pintar nos anos 30 e continuou até aos dias de hoje. Depois de completar 101 anos de idade, esta artista continua a trabalhar todos os dias nas suas pinturas e a desenvolver novos trabalhos que hoje se vendem por preços exorbitantes e que se multiplicam em muitos zeros com o passar dos meses e as várias aquisições concretizadas por instituições de renome mundial.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA

FERNANDO LEMOS

FERNANDO LEMOS: PARA UM RETRATO COLECTIVO EM PORTUGAL, NO FIM DOS ANOS 40


Museu Coleção Berardo, Lisboa
Escritores, actores, artistas e intelectuais, pertencentes a uma geração enclausurada na ditadura fascista, posam em retratos a preto e branco. Lemos, apercebendo-se dessa identidade inquieta e emergente, aproveita a união de companheirismo e cumplicidade presente no grupo e, conscientemente, representa-a através da sua lente, numa estética visual ímpar e, sobretudo, com aroma a liberdade.
LER MAIS TERESA MELO