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ENTREVISTA



PAULO RIBEIRO


A escolha do bailarino e coreógrafo Paulo Ribeiro para diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado (CNB) tem gerado muita expetativa. Para os próximos três anos, o coreógrafo que ainda não se rendeu a catalogações e a quem é reconhecida uma liberdade criativa indomável promete entregar à direção artística da CNB, aos seus intérpretes e ao público, o mesmo afinco e determinação com que comandou, durante 18 anos, o bem-sucedido Teatro Viriato, em Viseu.
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O ESTADO DA ARTE



ADRIANO MIXINGE


SOBRE AS TENDÊNCIAS DA ARTE ACTUAL EM ANGOLA: DA CRIAÇÃO AOS NOVOS CANAIS DE LEGITIMAÇÃO
As surpreendentes e cada vez mais aceleradas mudanças que se vão verificando na sociedade angolana e no mundo têm provocado novas tendências da arte, da criação e da fruição estética e, no geral, do consumismo artístico e cultural, em Angola, já seja fruto da emersão de um novo público, do surgimento de novas instituições, produto das novas dinâmicas sócio-demográficas, económico-formativas e político-comportamentais, como por causa do advento, no período pós-guerra, de uma novíssima geração de artistas, criadores e intelectuais que, frequentemente, trabalham com os seus pares de outras partes do mundo.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

CONSTANÇA BABO


ÁLVARO LAPA: UM OBJETO E SEUS DISCURSOS
O alargamento do tempo de cada obra é determinado, também, pelo seu autor. Tal é nítido no trabalho do conceituado artista Álvaro Lapa, mas, particularmente, quando este escreveu numa tela sua "Em que pensas? No tempo todo", objeto convocado para análise. Ora, estas palavras, ao indicarem uma dimensão temporal infinita, proporcionam múltiplas interpretações e uma abertura do campo de análise e de compreensão da obra.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL - PARTE 2: O CURTO PRAZO
As percentagens de visitantes nacionais têm vindo a decrescer, com o contraponto do aumento dos estrangeiros, realidade que surge extremada no subconjunto dos “grandes museus”. Neste caso, em 2016 pela primeira vez desde que há estatísticas, os museus nacionais foram visitados por mais estrangeiros do que portugueses – ocorrência que deveria fazer soar todas as campainhas e não ser quase ignorada, submergida pelo clima de “sempre em festa” em que as chamadas chefias se comprazem no ritual de mostrarem bons desempenhos.
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ARQUITETURA E DESIGN

DUARTE LOBO ANTUNES


“NÃO TOCAR”: O NOVO MUSEU DO DESIGN EM LONDRES
A primeira reacção quando finalmente se entra no Design Museum é de que este é um edifício que se compreende imediatamente: não há antecâmaras, nem percursos, nem várias alas para percorrer. Está-se no centro do edifico, num vazio que como um zigurate invertido revela a geometria da cobertura e cria diversos patamares a partir de onde se acede a cada um dos espaços do museu e que, como um bom foyer, faz do movimento das pessoas um evento em si mesmo.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


A PROJECTION – OBJECTOS DE HOJE, SÍMBOLOS DE ONTEM
Seria caso para nos perguntarmos o que há de novo em A Projection. Contudo, se a inovação é um estímulo e uma qualidade a encorajar e cultivar, basta não resvalarmos na busca por constante inovação quando desequilibradamente obcecada que nos faz cair no erro de nos esquecermos de olhar para trás para verificarmos que essa questão não se coloca sequer.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Os Olhos da Minha Mãe, de Nicolas Pesce | Estreia 23 Fev



PREVIEW

ARCOmadrid 2017 | 22-26 Fev, Madrid


A ARCOmadrid consolida o seu foco na América Latina com a presença da Argentina como país convidado.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

ÂNGELO DE SOUSA

ÂNGELO DE SOUSA. LA COULEUR ET LE GRAIN NOIR DES CHOSES


Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França, Paris

A sua prática cobriu uma ampla variedade de «mediums», pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filmes experimentais. Depois de varias exposições retrospectivas da sua obra em Portugal, a Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em França dá a oportunidade aos parisienses de descobrir uma parte do seu trabalho com a sua primeira exposição monográfica naquele país.
LER MAIS MARC LENOT

PEDRO VAZ

CAMINHO DO OURO - TRILHO DO FACÃO


Kubikgallery, Porto
Pedro Vaz convida-nos a participar na sua viagem e a descobrir, com ele, um universo de história e passado mas também de futuro. Vamos para o Brasil, para a mais verde e selvagem flora tropical. Viajamos através do olhar do artista, composto por múltiplas imagens da sua passagem por tal ambiente.
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MARIANA CALÓ E FRANCISCO QUEIMADELA

A TRAMA E O CÍRCULO


Museu da Imagem de Braga,
Tal qual num círculo, o espectador vê-se obrigado a percorrer toda a exposição duas vezes, em sentidos opostos, primeiro num movimento ascendente e posteriormente descendente, numa hipotética analogia entre os dispositivos arquitectónico e discursivo.
LER MAIS ALEXANDRA JOÃO

COLECTIVA

FUCKIN´GLOBO III


Hotel Globo, Luanda
Instalados em dez quartos, os artistas, usando à vontade caixas de objectos, pinturas murais, instalações sonoras e não só, cheiros, vídeo projecções, performances e ambientes situacionistas, propõem uma nova ordem perceptiva, outra maneira de fruição estética e assumidas formas de questionamento da arte, dos valores sociais e políticos imperantes.
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PHILIPPE PARRENO

A TIME COLOURED SPACE


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
O que nos é revelado, em Serralves, não se trata apenas da exposição de objetos com nítida qualidade plástica e estética, mas uma apropriação do espaço e um diálogo com a arquitetura do museu. Para tal, a equipa de Parreno juntou-se à de Serralves e ambas contaram com a colaboração do arquiteto Álvaro Siza.
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RUI CHAFES

INCÊNDIO


Galeria Filomena Soares, Lisboa
A imaterialidade e a transcendência ecoam nas esculturas em negro e na matéria orgânica, que evocam pela não-cor, o carvão e o cinza, a obscuridade. Floresce o silêncio e a ausência no espaço arquitectónico. Convoca, assim, outras memórias explanadas anteriormente nas suas obras: a morte e a tragédia, numa experiência contemporânea do legado romântico germânico.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

JULIAN ROSEFELDT

MANIFESTO


Staatsgalerie Stuttgart, Estugarda
Quando ouvimos a palavra Manifesto, cada um provavelmente associa a uma diferente pessoa ou entidade, seja ela um artista, um filósofo, um político ou um qualquer pensador. Poderemos também relacionar a um movimento artístico ou uma proclamação, uma carismática doutrina ou, naturalmente, a um discurso ou ideologia política. Hoje em dia não podemos afirmar que e fácil encontrar ou identificar muitos manifestos por parte de individualidades.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA