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ENTREVISTA



ALEX KATZ


O artista Rob Pruitt visitou Katz no seu apartamento no SoHo para falar sobre a sua vida, o trabalho, o interesse na moda e, sem qualquer temor, das suas pinturas fazerem par com a mobília. Se a memória de Pruitt não falha, os dois artistas encontraram-se pela primeira vez há 17 anos.
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O ESTADO DA ARTE



CATARINA FIGUEIREDO CARDOSO


COLECCIONADORES NA ARCO LISBOA
A Arco Lisboa, ao menos no que toca a coleccionadores, não conseguiu ultrapassar o provincianismo que decorre de ser um anexo da Arco Madrid. Os coleccionadores portugueses de arte contemporânea são poucos e os mais famosos estavam em Lisboa tal como estão todos os anos em Madrid. Por isso, face ao reduzido universo dos coleccionadores portugueses de arte contemporânea “clássica”, que apelam ao poder económico, talvez valesse a pena explorar colecções de arte contemporânea em outros suportes ou meios menos valorizados, ou debater questões relacionadas com a preservação das colecções por particulares.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

VICTOR PINTO DA FONSECA


ARTE NO MEIO DA VIDA (HOMEM NA ESCURIDÃO)
A maneira como actualmente continuamos a pensar a arte contemporânea (sinónimo de cultura) em Portugal já não é atractiva. É tempo de pensarmos o futuro da cultura com uma total mudança de mentalidade, que dissolva a inércia cultural e que destrua todas as relações e ou ligações desnecessárias ao progresso da arte contemporânea em Portugal.
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OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


“RESPONSABILIDADE SOCIAL”, INVESTIMENTO EM ARTE E MUSEUS: OS PONTOS NOS IS
A questão das relações colaborativas a estabelecer entre governos, através de museus públicos, e colecionadores/investidores ou empresas constitui um tópico da maior actualidade, povoado por intermináveis bailes de máscaras, dos quais o mais popular nestes dias é o da chamada “responsabilidade social” corporativa, que se tornou uma questão de prestígio.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


MATÉRIA-PRIMA. UM OLHAR SOBRE O ARQUIVO DE ÁLVARO SIZA
Faz todo o sentido organizar uma exposição no Museu de Serralves que enalteça este mundialmente reconhecido arquiteto. Trata-se da primeira grande mostra de trabalhos que expõe 27 projetos de Siza, parte dos 40 doados em 2015 e que pertencem a Serralves. A exposição apresenta cronologicamente os documentos e alguma matéria-prima, e o próprio arquiteto admira a intenção do museu em incluir, no seu depósito, trabalhos de arquitetura, algo que seria impensável no passado.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


GAIKA – ENTRE POLÍTICA E MÚSICA
Gaika Tavares, o multifacetado produtor, vocalista, escritor e artista visual, nascido e criado em Brixton, um dos redutos londrinos ainda resistente à ocupação liberal, empresarial e consumista, segundo o próprio, onde ainda se experimenta a noção de comunidade local. Na sua personalizada mas consciente verdade, Gaika afirma-se como é e não como lhe seja dito deva ser, mas não ambiciona ser maior do que si mesmo - é o primeiro a afirmar que não pretende definir modelos e impor critérios; Gaika basta-se a si mesmo.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

Christopher Brett Bailey on how to write material which isn't shit




ALEXANDER KLUGE: O CAPITAL







:: Assim não vais longe, de Gustavo Sumpta | 1 e 2 Jul, ZDB-NEGÓCIO

:: Programa de exposições no Palais de Tokyo



PREVIEW

Estudos para um céu, de Michael Biberstein | 16 Jul, FASVS


Michael Biberstein trabalhou activamente neste projecto até ao seu falecimento e deixou um considerável número de apontamentos, esboços, desenhos e aguarelas que testemunham com exactidão o resultado que pretendia alcançar.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

TRISHA DONNELLY

TRISHA DONNELLY


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Nessa singular ocasião, o histórico edifício foi ocupado por múltiplas práticas artísticas e marcado pela dupla nacionalidade da artista, europeia e norte-africana. O espaço tornou-se, assim, multicultural, etnográfico e diverso. Desse modo, Serralves possibilitou um renovado olhar sobre a casa de arquitetura Art Déco dos anos 30, algo que, agora, acontece de novo mas de modo totalmente distinto.
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Haegue Yang

PARQUE DE VENTO OPACO EM SEIS DOBRAS


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
O trabalho invulgar desta artista coreana, expressamente encomendado para a ocasião, prova o alcance e a potencialidade da relação entre as duas instituições e o seu sério compromisso na procura de representar a arte mais contemporânea e atual.
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PEDRO TUDELA

...(OUTRO)


Kubikgallery, Porto
Esta exposição é propícia à análise e interpretação pessoal, propondo um desafio à visão e ao pensamento, emergindo da obra de arte uma experiência sensorial e cognitiva. Ora, esta experiência e forte sensibilidade artística são vivenciadas tanto pelo público como pelo próprio artista, que se embrenha profundamente na sua obra.
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SILVESTRE PESTANA

SILVESTRE PESTANA: TECNOFORMA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Todo o trabalho de Silvestre Pestana mostra-se complexo e profundo, embora o artista explique que as obras se tornaram maiores do que as intenções iniciais. Justifica que, quando começou a sua produção artística, os meios eram inferiores aos atuais e, por isso, recorrentemente se expunha uma problemática sem lhe conseguir dar resposta.
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RUI CHAFES

ASCENSÃO


Igreja de São Cristovão, Lisboa
Pensar numa igreja para albergar uma exposição de Rui Chafes é pensar no lugar perfeito. É a obra de arte a voltar ao lugar que foi seu, século após século, até a Igreja Cristã deixar de ser o principal comprador e a arte perder o seu carácter religioso. Mas nem toda a arte perdeu religiosidade.
LER MAIS BÁRBARA VALENTINA

GIORGIO GRIFFA

QUASI TUTTO


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Cada pintura de Griffa tem uma identidade própria, uma filosofia particular e, ao mesmo tempo, mantém uma lógica de continuidade em relação às obras que antecede e sucede. Essa ideia de trabalho global é refletida no título da exposição, Quasi Tutto. O quase tudo pode prender-se a várias possíveis significações que atribuem simbolismo ao título: ser quase todo o trabalho do artista, cada obra funcionar quase individualmente ou cada tela estar quase toda preenchida.
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JOSÉ LOUREIRO

3ª FEIRA, DIA DE NATAL


Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada
O respeito da tradição da pintura e da divisão disciplinar das práticas artísticas gera, na obra de Loureiro, um trabalho aprofundado e consequente das superfícies, constituídas ora por tela ora por papel, exercício que corresponde, na sua pesada simplicidade, ao contributo do artista, voluntário ou impensado, para a disciplina que elegeu como sua.
LER MAIS JORGE VIEIRA RODRIGUES