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BIENAL DE ISTAMBUL ENCERRA MAIS CEDO QUE O PREVISTO DEVIDO À SAÍDA DA CURADORA2026-01-02Originalmente planeada pela curadora Christine Tohmé como um evento tripartido intitulado "Gato de Três Pernas", a Bienal abriu o seu primeiro capítulo a 20 de setembro em oito locais diferentes e encerrou a 23 de novembro, como planeado. O evento estava previsto durar três anos, com um programa académico em 2026, seguido de uma segunda exposição em 2027. Embora a Bienal tenha recebido 600 mil visitantes durante a primeira edição, a Fundação de Cultura e Artes de Istambul (IKSV), fundação privada responsável pelo evento, afirmou em comunicado que o resto da exposição não aconteceria "após a decisão de Tohmé de se afastar por motivos pessoais". Tohmé, diretora fundadora da organização sem fins lucrativos de arte contemporânea Ashkal Alwan, de Beirute, foi nomeada para o cargo depois de a KSV (Comissão de Cultura e Desporto de Istambul) ter estabelecido novas regras para a escolha do curador da Bienal de Istambul. As regras revistas foram implementadas depois de a KSV ter nomeado a historiadora de arte britânica Iwona Blazwick como curadora da Bienal, apesar de o conselho consultivo ter recomendado unanimemente a curadora Defne Ayas, nascida na Turquia, para liderar o evento, que na altura estava previsto realizar-se em 2024. De acordo com as novas regras, o conselho consultivo pode recomendar três candidatos para o cargo, e a KSV deve selecionar um deles. Na altura da sua nomeação, Tohmé afirmou esperar que o período alargado da Bienal ajudasse o evento a “envolver-se mais profundamente com o panorama local e a fomentar projetos e colaborações em torno de questões, contextos e comunidades coletivas”. O IKSV informou que vai anunciar o curador da 19ª Bienal de Istambul, prevista para 2027, no próximo ano. Fonte: Artforum |














