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BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE DE CERVEIRA ATRIBUI 10 PRÉMIOS AQUISIÇÃO E 1 DE REVELAÇÃO2026-07-21A Bienal Internacional de Arte de Cerveira — subordinada ao tema Territórios sem Fronteira — decidiu distinguir dez obras com o Prémio Aquisição Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e uma vídeo-instalação com o Prémio Revelação, patrocinado pelo Instituto Português do Desporto e Juventude e pela fundação da própria bienal. O palmarés da bienal, que foi publicamente anunciado na inauguração do evento que vai decorrer até 30 de Dezembro, é o seguinte: “Huellas de una memoria borrada 2” (2025), da espanhola Ana Conde, um painel de oito lajes de cerâmica branca; “All That Noise in My Head” (2024), da neerlandesa Anneke Klein, três peças de arte têxtil com linho e tinta; “Attis” (2025), uma escultura da italo-portuguesa Helena Valsecchi, feita com ramo de pinho, vidro soprado e cobre; “Memórias e fantasias” (2024), duas pinturas a óleo sobre tela do moçambicano Ilídio Candja Candja; “S/ Título — One dark night, Lazarus disappeared” (2024), fotografia da portuguesa Maria Beatriz de Vilhena; “Dobrar mapas, erguer cantos” (2026), da brasileira Maura Grimaldi, um filme-ensaio digitalizado a partir de película 16mm; “Uma família bem portuguesa” (2025), do santomense René Tavares, óleo e carvão sobre tela; “Tão pequeninas, tinham o ar de serem já crescidas” (2024), um filme digital da portuguesa Tânia Dinis; “Cada gesto” (2024), filme de 16mm da venezuelana radicada em Barcelona Valentina Alvarado Matos; “Kaypin Chachkanki (I Exist Here)” (2025), tríptico de bordados da peruana Violeta Quispe de Sarhua. O Prémio Revelação foi atribuído à vídeo-instalação “Além do Álveo” (2026), do galego Carlos Fer, que, sobre uma superfície de azulejos minhotos e galegos, representa a superfície translúcida, luminosa, do rio Minho. O júri do concurso internacional da BIAC’26 foi constituído por Rui Teixeira, presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira; pelo curador, crítico e escritor espanhol Ángel Calvo Ulloa, também co-director artístico da 33.ª Bienal de Arte de Pontevedra; e ainda pelas curadoras e investigadoras Alexandra Balona e Filipa Oliveira, igualmente directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea — Museu do Chiado. Além do concurso internacional, o programa da BIAC’26, que tem como curadora-geral Mafalda Santos, inclui uma exposição de artistas convidados, “¿De qué casa eres?” (com co-curadoria de Manuel Santos Maia), e uma homenagem ao artista visual Silvestre Pestana (curadoria de Mafalda Santos e João Ribas). |















