Alessandro Nassiri Tabibzadeh, once elephants used to fly, 2008, 6 min, video, minidv on dvd


Alessandro Nassiri Tabibzadeh, once elephants used to fly, 2008, 6 min, video, minidv on dvd


António Júlio Duarte, Casa Garden, Macau 1999, Inkjet Print, 80x80 cm


António Júlio Duarte, E90/NV, 2005, Inkjet Print, 80x80 cm


Beatrice Catanzaro, the keeper, 2009, installation mix media


Beatrice Catanzaro, the keeper, 2009, installation mix media


Carla Esperanza Tommasini, A short lessons on border crossing, Performance, 2008


Carla Esperanza Tommasini, A short lessons on border crossing, Performance, 2008


Marta Sicurella, S/ Título, Série: como se não houvesse amanhã, 2007, Inkjet print, edição 1/3, 25x40 cm


Marta Sicurella, S/ Título, Série: como se não houvesse amanhã, 2007, Inkjet print, edição 1/3, 25x40 cm


Patrícia Leal, S/Título (voice over), 2009, video, 5:35 min, minidv on dvd, 4:3 colour, silent

Exposições anteriores:

2015-11-11


GERAÇÃO 2015




2015-09-01


TWIST THE REAL




2015-05-15


ABSOLUTELY + The Pogo Collection_screenings




2014-09-18


Devido à chuva a revolução foi adiada




2014-05-15


ART STABS POWER - que se vayan todos!




2014-03-06


Nós




2013-11-14


MOSTRA ESPANHA




2013-09-26


Dive in




2013-05-30


6749/010.013




2013-03-07


THE AGE OF DIVINITY




2012-11-05


CABEDAL | THE OPERA




2012-09-27


DIG DIG: DIGGING FOR CULTURE IN A CRASHING ECONOMY




2012-06-05


LIMBO




2012-04-12


O PESO E A IDEIA




2011-11-10


SUBTLE CONSTRUCTION | PANÓPTICO




2011-09-29


INFILTRATION // Le privilège des chemins




2011-06-22


AT THE EDGE OF LOGIC




2011-05-04


O QUE PASSOU CONTINUA A MUDAR




2011-03-17


UMA IDEIA NOVA DECLINA-SE FORÇOSAMENTE COM UMA DEFINIÇÃO INÉDITA




2011-01-21


A CORTE DO NORTE




2010-11-20


Pieces and Parts




2010-09-14


Tough Love - uma série de promessas




2010-06-17


De Heróis está o Inferno cheio (Piso 1) / If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution (Piso 3)




2010-04-07


Marginalia d'après Edgar Allan Poe (Piso 3)/Play Them (Piso 1)




2010-01-18


Objet Perdu




2009-11-12


Colectivo [Kameraphoto] (Piso 1) | VOYAGER (Piso 3)




2009-09-08


HEIMWEH_SAUDADE




2009-05-12


AGORA LUANDA - Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves




2009-03-21


A Escolha da Crítica




2009-01-14


Convite Cordial




2008-11-15


O Contrato do Desenhista - Exposição com curadoria de Paulo Reis




2008-09-15


ALL WORK AND NO PLAY - Exposição Colectiva




2008-06-11


TERRITORIAL PISSINGS - Exposição Colectiva




2008-04-28


NOVAS GEOGRAFIAS, LISBOA | Mónica de Miranda




2008-03-17


uma combinação | Armanda Duarte




2008-01-24


Central Europa 2019




2007-11-22


Video Killed The Painting Stars




2007-09-14


REMOTE CONTROL




2007-06-23


DEBAIXO DO TAPETE




2007-05-02


747.3




2007-03-22


VOYAGE, VOYAGE




2007-03-20


MUXIMA | Alfredo Jaar




2007-01-19


DECRESCENTE FÉRTIL




2006-11-14


SCULP YOUR MIND l MARIAGE BLANC l ANALOGÓNIA




2006-09-26


(RE) VOLVER




2006-06-23


OLHEI PARA O CÉU E NADA VI




2006-05-06


PEDRO LOUREIRO: FOTOGRAFIAS 94-05




  
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Convite Cordial


Exposição comissariada por: Beatrice Catanzaro, Dani Sotter e Victor Pinto da Fonseca

Artistas: Alessandro Nassiri Tabibzadeh (it), António Júlio Duarte, Beatrice Catanzaro (it), Carla Esperanza Tommasini (it), Claudia Tavares (br), Daniela Dinkelmann (br), Dani Sotter (br), Gustavo Sumpta, Marta Sicurella (it), Pablo Lobato (br) e Patrícia Leal



Transboavista* é um edifício sito na Rua da Boavista 84, que pretende ligar a Rua da Boavista em Lisboa a outros pontos de criação e produção de arte contemporânea, algures em Portugal e no Mundo, partindo do conceito "Pensar global e agir localmente".

"Convite Cordial" é uma exposição sobre a importância nos dias de hoje -consequência de uma maior globalização -, da hospitalidade e migração. A exposição explora estas questões através da noção de convite cordial, compreendido como o acto simbólico que pode ser utilizado para se negociar entre dois ou mais imaginários, e na prática, trocar ideias.
"Convite Cordial" é uma exposição concebida para o Edifício Transboavista e a apresentar no espaço da Plataforma Revólver: o edifício dedica-se à produção e divulgação da arte contemporânea, independente, e sua cultura. A exposição -tal como o edifício - traça (sinaliza) a função de pretender construir uma realidade global, transformando eventualmente a Plataforma Revólver num "território transcultural", em permanente mutação.

O mundo continua a mover-se: com os ventos da globalização a empurrarem o centro de gravidade económico e artístico para leste e oriente, Portugal terá de ter uma nova ambição de estabelecer parcerias -projectos comuns - com parceiros de outras culturas e civilizações, para assim acelerar o seu desenvolvimento cultural e ter capacidade de atrair outros. Estamos num novo século, já não existem divisões artificiais.
Assim, a exposição Convite Cordial visa estabelecer relações pessoais -transculturais- que desenvolvam a troca de ideias e diplomacia; Relações e troca de ideias entre pessoas (que se preocupam com a arte contemporânea), de forma a que se criem mais rapidamente condições de comunicação para que "estrangeiros" sejam bem recebidos e desenvolvam trabalho criativo em Portugal, e onde a arte assume um papel estratégico.

A partir deste enunciado o propósito é constituir uma exposição organizada por um grupo de 3 comissários (Beatrice Catanzaro (IT), Dani Soter (BR) e Victor Pinto da Fonseca), que seja o reflexo do entendimento do tema: desta maneira, cada comissário apresenta uma escolha pessoal de 3 artistas, associada directamente à intercessão de algumas questões relacionadas com o tema de trabalho de forma a constituir um todo.

«No seu estudo "The Turbulence of Migration" sobre as inúmeras razões pelas quais as pessoas migram, Nikos Papastergiadis faz questão de incluir as viagens dos artistas. "Os artistas não estão apenas entre os membros mais móveis de uma comunidade, são também, frequentemente, os batedores das transformações entre o local e o global".
Podemos distinguir duas formas pelas quais os artistas e o tema da migração podem relacionar-se. Primeiro, o próprio artista pode levar uma vida de migração; e segundo o artista pode pegar na migração como o tema do seu trabalho.
Á primeira vista, poderia parecer que, relativamente aos artistas, fosse necessário distinguir cuidadosamente o termo migração do termo viagem (independentemente de curta ou longa) mas não é fácil fazê-lo. Actualmente, talvez coexistam ambos como parte de um fenómeno -a complexidade das viagens dos artistas no período moderno - cultural que permanece pouco analisado.
"Talvez tenha chegado a hora de os cientistas sociais encararem a representação mais complexa da realidade que resulta da sensibilidade artística"»
Guy Brett

Beatrice Catanzaro, Dani Soter, Marta Sicurella, António Júlio Duarte e Gustavo Sumpta são viajantes entre culturas ou migrantes, artistas cujo trabalho seleccionei, como referência ao tema da exposição (Convite Cordial)

*victor pinto da fonseca, director do edifício Transboavista



Trajectórias não convencionais
Por Beatrice Catanzaro

Respiro fundo e sigo o CO2 a entrar pelas minhas narinas acima… Dirijo o ar para os pulmões e expando-o até à ponta dos meus dedos… repito o movimento, desta vez de dentro para fora directamente para o teclado com o qual estou a escrever.
E cá vamos nós…
A epistemologia do Delírio relaciona-se com a actividade de “andar fora do caminho habitual”; Em termos espaciais, poderia significar: passar as fronteiras da cidade.
Trajectórias não convencionais através de obstáculos/fronteiras/elementos sólidos.
Assim, delírio poderia descrever a actividade de um atleta que, seguindo a sua trajectória, percorre áreas que ainda não foram delineadas por caminhos.
As trajectórias, de facto são descritas no seu ponto de partida, como impulso/necessidade/urgência de começar. Aquela eleita representa uma dos milhares e possibilidades. Possibilidades essas que, por uma série de razões, não seguimos e sequer vemos.



Trans-border
Por Dani Sotter

A ideia de reunir três artistas que abordam a questão da fronteira em seus trabalhos, surgiu após uma conversa com Victor Pinto da Fonseca a respeito do objectivo artístico da Plataforma Revólver_ espaço de livre circulação de ideias, de trocas, de encontros e corredor de expressões diferentes. Isto é, praticamente uma definição de "fronteira", que é esta linha invisível, abstracta, que ao mesmo tempo separa e une, que é ponto de encontro, de passagem de um mundo para outro...A Plataforma Revolver pareceu-me, pois, o local ideal para abordar o conceito de fronteira e suas novas definições, examinadas pela arte contemporânea.
As fronteiras geográficas são tão questionadas quanto a arte. Elas incluem e excluem, se transformam, estão em constante mudança. É neste contexto que os artistas brasileiros Claudia Tavares (Rio de Janeiro), Pablo Lobato (Belo Horizonte) e Daniela Dinkelmann (São Paulo) fazem suas leituras sobre este assunto ora de maneira poética, ora se referindo ao espaço físico, ora sugerindo uma nova cartografia, usando expressões e suportes diferentes, como a fotografia, o vídeo ou mapas. São três abordagens distintas mas que levam o observador à uma única uestão: "toda fronteira é mesmo ilusão, traçada para nos assegurar"


A Plataforma Revólver é uma associação privada, independente e não comercial, para a promoção da arte contemporânea.
A Plataforma Revólver construiu um espaço activo para o público de Lisboa, plataforma de novas ideias acerca da arte contemporânea; Produz seis exposições anualmente, oferecendo a possibilidade aos artistas plásticos para poderem apresentar e discutir os seus trabalhos, colmatando, deste modo, um dos problemas fundamentais com que se debatem os novos criadores: a dificuldade em encontrar um lugar a partir do qual se façam conhecer, expressando-se e, simultâneamente, receber o contacto com o público – vital para que os seus projectos evoluam - submetendo-se ao seu olhar, olhar esse que poderá ser absolutamente crítico ou complacente. Apesar do foco ser a arte que os mais jovens actualmente fazem, o programa da Plataforma Revólver também inclui artistas bem-conhecidos, estabelecidos.

A Plataforma Revólver apoia e estimula a criação de arte contemporânea, em concordancia com o caracter da pratica artistica nos dias de hoje, integrando as exposições varios meios e metodos de produção. A composição das exposições é ditada, por um lado, por um comissariado exterior à direcção do espaço, por outro, pela preocupação com a arte contemporânea e onde a arte assume um papel no desenvolvimento da cultura cívica e do pluralismo.


Dizer que a obra de arte faz parte da cultura é uma coisa um pouco escolar e artificial. A obra de arte faz parte do real e é destino, realização, salvação e vida.
(Sophia de Mello Breyner)



Plataforma Revólver is a nonprofit association for the contemporary art, its main goal is the development of cultural activities, to produce, to spread and to participate in events, promote exhibitions, conferences, contests, inquiries and other cultural activities.
While an alternative space, it supports and stimulates the creation of contemporary art, supplying an environment in which the artists can show their unconventional work and exchange ideas with his colleagues. The intention, is to produce temporary exhibitions with a external curator.










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