Catarina Saraiva, Spin You Around, 2006


Der Fehler, Galvanised Butterfly (Leader´s Head), 2006


Flávio André, S/ Título, 2006


Paulo Tuna, O Primeiro Segundo Depois do Fim, 2006


Pedro Cabral Santo, O Murro de Courbet, 2006


Tiago Batista, Play Politics Series, 2006


Gustav Deutsch, Mariage Blanc, 1997


Mónica Gomes, Num, 2006


Raquel Feliciano, Desvelo, 2006

Exposições anteriores:

2017-11-09


A SHOW TO MORE VOICES | MOSTRA ESPANHA 2017




2017-09-21


LIGHTS, CAMERA, ACTION - Retratos do Cinema




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GERAÇÃO 2015




2015-09-01


TWIST THE REAL




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ABSOLUTELY + The Pogo Collection_screenings




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Devido à chuva a revolução foi adiada




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SCULP YOUR MIND l MARIAGE BLANC l ANALOGÓNIA




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SCULP YOUR MIND l MARIAGE BLANC l ANALOGÓNIA


11 de Novembro -
31 de Dezembro de 2006


SCULP YOUR MIND

Catarina Saraiva
Der Fehler
Flávio André
João Simões
Paulo Tuna
Pedro Cabral Santo
Tiago Batista

Comissariado: Pedro Cabral Santo


PROJECTO SCULP YOUR MIND


A procura das relações entre coisas, entre pessoas ou entre ambas, no complexo meio artístico, distingue-se, nos nossos dias, pela tentativa de estabelecer graus de comparação entre as suas intrínsecas e íntimas essências. Michael Duncan explicita, deste modo, que o artista contemporâneo é alguém que tenta, no actual contexto, encontrar alternativas para a pintura, a escultura, a vídeo-arte ou mesmo a instalação na suas diversas formas e aportes. Esta necessidade de encontrar paradigmas alternativos ou, como Rosalind Krauss os define, apoiados por suportes mais livres e simultaneamente mais próximos do espectador veio provocar, necessariamente, uma arte aparentemente mais livre de constrangimentos (essencialmente de origem técnica mas não só). Estas formas que se assemelham à primeira vista ao campo da escultura ou a corpos espacializados tridimensionalmente apressam-nos, de algum modo, a tentarmos ir de encontro à forma e não tanto à necessidade de a produzir. Estamos a falar de objectos tridimensionais que também ostentam os tradicionais problemas afectos às texturas, às cores, às formas ou mesmo àqueles que envolvem o peso, a escala, a matéria, etc.

Num tempo que está submerso numa quantidade infindável de imagens visuais com origem diversa, verificamos que se impõe esta opção por um trabalho que parece ir na direcção contrária àquilo que se afigura como mais “realizável”. Talvez como um processo desviante mas, ao mesmo tempo, revigorante, “outras coisas” surgem de forma fresca. Este ofício de cariz escultórico, que não o é, parece retomar algumas questões entretanto esquecidas. As velhas glaciações (Hal Foster) voltam ciclicamente e também à tona – orgânico/artificial – sólido/líquido – efémero/permanente – imóvel/móvel – peso/leveza – e apropriam-se das imagens e das formas bem como dos seus referentes. Voltando a Rosalind Krauss, esta parece ser uma nova forma de pensar, exclusivamente do ponto de vista artístico, talvez mais útil do que imaginar uma nova definição de Arte, de escultura ou mesmo uma nova categoria artística expressa através de uma denominação precisa. Sculp Your Mind propõe um pequeno contributo para este debate em torno da escultura e do seu desenlace futuro. Esta ideia de duplicidade – entre o ser e o não ser – provoca-nos sempre um espaço de liberdade no que diz respeito à manipulação formal e, por outro lado, dá-nos toda a liberdade criativa no acto do fazer. Retira-se daqui o peso da hiperinterpretação, àquilo que Susan Sontag chama de desvio do objectivo primordial – aquilo que parece ser e é o que é. Deste modo, tudo, mas tudo, parece ser possível de conceber, apesar de nem tudo ter a possibilidade de vir a ser.

Pedro Cabral Santo, Julho de 2006



MARIAGE BLANC

Gustav Deutsch


É o nome que se dá em Marrocos ao casamento simulado entre um homem marroquino e uma mulher europeia com o objectivo de conseguir uma autorização de residência e consequentemente a nacionalidade de um país europeu. MARIAGE BLANC debruça-se sobre este tipo de tentativa de imigração tratando-se simultaneamente da realidade e da ficção para Mostafa Tabbou que se mostra disponível para casar em todas as línguas da União Europeia.



ANALOGÓNIA

Raquel Feliciano
Mónica Gomes


Operação de "analogonização"; território ou lugar que não se encontra em mapa algum, geográfico ou celeste; sistema de metáforas e analogias entre o particular e o universal com vista à (re) constituição de sentidos ou versões individuais do Mundo; espaço-viagem de ligação entre duas partículas análogas.






A Plataforma Revólver, núcleo da Contemporaneidade, tem como objectivo primordial funcionar enquanto instrumento de difusão, oferecendo possibilidades aos artistas plásticos de poderem dar a conhecer o seu trabalho, colmatando, deste modo, um dos problemas fundamentais com que se debatem os novos criadores: a dificuldade em encontrar um lugar a partir do qual se façam conhecer, expressando-se e, simultâneamente, receber o contacto com o público – vital para que os seus projectos evoluam - submetendo-se ao seu olhar, olhar esse que poderá ser absolutamente crítico ou complacente.

Neste sentido, a Plataforma Revólver apoia e estimula a criação de arte contemporânea, fornecendo um ambiente no qual os artistas podem expôr trabalho inconvencional e trocar ideias com os seus pares. Com este intuito, são produzidas exposições não comerciais e temporárias, cuja composição é ditada, por um lado, por um comissariado exterior à direcção do espaço, por outro, pelo enfôque que dão ao papel da arte no desenvolvimento da cultura cívica e do pluralismo.




Cheguei de pernas cansadas
à plataforma vertiginosa...
Aqui tens o inocente revólver
para a eternidade.


Al Berto in O Anjo Mudo


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