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AMANDA CARNEIRO E RAPHAEL FONSECA SERÃO OS CURADORES DA 37.ª BIENAL DE SÃO PAULO2026-04-29A Fundação Bienal de São Paulo anuncia Amanda Carneiro e Raphael Fonseca como curadores-chefes da 37ª Bienal de São Paulo, prevista para decorrer no segundo semestre de 2027. Amanda Carneiro e Raphael Fonseca são curadores brasileiros de renome internacional. Desde 2018, Carneiro é curadora do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Foi organizadora artística da 60ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia (2024) – Stranieri Ovunque – Foreigners Everywhere. Raphael Fonseca é curador de artes visuais na Culturgest, que tem escritórios em Lisboa e no Porto, Portugal. É curador-geral de arte moderna e contemporânea latino-americana no Museu de Arte de Denver, nos Estados Unidos, e curador do Pavilhão de Taiwan na 61ª Bienal de Veneza (2026). É membro do grupo curatorial da 3ª Trienal Counterpublic (2026) e um dos co-curadores do festival Sequences em Reykjavík, Islândia, em 2027. Amanda Carneiro afirma que “há muito que é influenciada pelas práticas artísticas, debates e encontros possibilitados pela Bienal de São Paulo. Sinto-me honrada com esta nomeação como curadora-chefe e emocionada com a possibilidade de desenvolver esta edição em São Paulo, cidade que também é minha”. “A primeira vez que viajei do Rio de Janeiro para São Paulo foi em 2006, precisamente para ver [...] a 27ª Bienal de São Paulo”, recorda Raphael Fonseca. “Estar na posição de curadora-chefe vinte anos depois daquele primeiro contacto com o formato bienal é algo que supera todas as minhas expectativas e me deixa, francamente, sem palavras.” “A Bienal de São Paulo tem mais de setenta anos de história e, ao longo deste tempo, sofreu profundas transformações na forma como aborda a curadoria, o público e o seu papel no mundo”, observa Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo. “A escolha de Amanda Carneiro e Raphael Fonseca para a 37ª edição insere-se nesta história em evolução. Pela segunda vez, dois curadores brasileiros assumem, em conjunto e em pé de igualdade, a direção artística de uma edição. É uma decisão fruto de um cuidadoso processo de seleção coletiva e de uma clara convicção: a de que existe, no Brasil, uma geração de curadores com o talento, a experiência e a visão necessários para manter a Bienal de São Paulo no centro do debate artístico do nosso tempo”, afirma. Pela segunda vez, a seleção dos curadores da Bienal de São Paulo foi realizada por um comité curatorial composto por membros do Conselho de Administração, do Conselho Geral e do Conselho Consultivo Internacional da instituição. Mais detalhes sobre a equipa curatorial e o conceito da 37ª Bienal de São Paulo serão divulgados nos próximos meses. Fonte: Fundação Bienal de São Paulo |













