ARQUIVO - 10 JUN - 16 JUN 2009
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.PEDRO MACHADO COSTA
Hans-Jürgen Commerell vacila por um momento. Provavelmente embaraçado com a pergunta. Possivelmente acanhado pela resposta que irá dar, sabendo que nada acrescentará à vulgaridade. E depois, pausadamente, lá vai dizendo: Siza. E para além de Siza? Poucos nomes: Souto de Moura, Aires Mateus… enumera o alemão, ainda hesitante com um engasgo que lhe servirá de pretexto para rapidamente mudar o rumo da conversa que está a ter com Alexandra Prado Coelho. Hans-Jürgen Commerell pode, claro, ter sido simplesmente traÃdo pela memória. Porque citar, assim, repentinamente, nomes de arquitectos portugueses não é, ao contrário do que se possa pensar, coisa fácil. Poderia até dizer-se que Hans se saiu bem na sua resposta, demonstrando uma atenção e um aceitável conhecimento do que se passa em Portugal no que se refere à arquitectura recente.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 3 registos.SÃLVIA GUERRA
Chego ao teatro de Basileia para a estreia suÃça de “Il Tempo del Postino†com a expectativa e a excitação que a descoberta de novas experiências na arte supõe. Esta é a exposição em que a arte promete ocupar tempo e não espaço. Concebida por Hans Ulrich Obrist e Philippe Parreno para o Festival de Teatro de Edimburgo, em 2007, o espectáculo terá contado apenas com uma sessão para privilegiados já que não teve lugar na temporada parisiense do Théâtre de la Ville.
SANDRA LOURENÇO
O Hong Kong Convention and Exhibition Centre, um edifÃcio multifuncional onde se realizou a cerimónia da passagem para a China, acolheu entre os dias 13 e 17 de Maio o segundo ano da feira internacional de arte contemporânea. Após uma primeira edição mais conservadora no que diz respeito à qualidade das obras e com um menor número de galerias – um ano experimental que seguramente não incentivou a organização da feira a arriscar mais – a segunda edição está longe de ter sido um evento local e conservador.
SÃLVIA GUERRA
A segunda etapa do nomadismo artÃstico começou ontem, em Basileia. Após a visita a Veneza onde se absorve a visão estética da arte contemporânea que Daniel Birnbaum mostra na centenária manifestação internacional, vai-se comprar arte à SuÃça. Art Basel, Scope, Volta, Liste 09, Vitra design, são inúmeras as exposições que acontecem por toda a cidade. No evento principal participam 2500 artistas, representados por cerca 300 galerias. Após uma feira eufórica em 2008, como se apresenta a feira este ano? Os galeristas, os coleccionadores, os consultores e, por consequência, os artistas, sabem que algo deve mudar com a crise económica mundial e a crise de utopias generalizada que se vive na Europa. Aguarda-se a transição para um novo sistema da arte.













