ARQUIVO - 28 JUL - 03 AGO 2010
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.COLECTIVA
Para o cego no quarto escuro à procura do gato preto que não está lá
Autor: FILIPE PINTO
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.PEDRO BAÃA E JOÃO CRISÓSTOMO
Num momento em que se discute a possibilidade ou até mesmo se insiste na necessidade de uma nova geração de arquitectos em Portugal, fomos ao encontro do Atelier da Bouça. O atelier é fundado em 2006, no Porto, pela dupla Filipa Guerreiro e Tiago Correia, arquitectos que têm vindo a apresentar um percurso coerente, revelador de uma precoce maturidade. Num discurso assumidamente fora de moda, defendem que a arquitectura “deve ‘cultivar’ o intemporal, sem medo de não negar o óbvio.†No panorama actual, poderÃamos considerá-los “perigosos conservadoresâ€, no entanto, preferimos reafirmar a sua postura desconfiada perante o deslumbramento e a ruptura. Não prescindem, por isso, da sua biblioteca, dos seus arquitectos, das suas viagens, nem prescindem do legado da Escola do Porto, numa lógica de reavaliação e continuidade. No fundo, encaram a história da arquitectura como matéria de trabalho, admitindo a sua “constante citação e releituraâ€.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.ROSANA SANCIN
A sexta Bienal de Berlim, comissariada por Kathrin Rhomberg, está espalhada por seis sÃtios diferentes, nos bairros de Mitte e Kreuzberg, e toma como ponto de partida a relação entre a arte e a realidade. A curadora refere-se ao escritor húngaro Imre Kertész e ao seu livro Liquidation, onde indica que a única certeza que podemos ter sobre a realidade é que esta se tornou “um termo problemático, e para além disso, sendo pior ainda, um estado problemático.†As posições artÃsticas aqui representadas têm em comum uma forte postura em relação ao presente, mesmo que as perspectivas difiram entre o empenhamento mais analÃtico, especulativo ou associativo. As abordagens vão para além das questões formais ou estéticas, ou outras inerentes à arte. Trata-se acima de tudo de obras que literalmente produzem a nossa realidade e de alguma maneira nos devolvem ao tÃtulo da bienal: “what is waiting out thereâ€.













