ARQUIVO - 16 FEV - 22 FEV 2011
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.WILFREDO PRIETO
Paisagem com a queda de Ãcaro
Autor: BRUNO LEITãO
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MANUEL BORJA-VILLEL
Durante quase um par de décadas, a Arco gozou de um inesperado protagonismo no panorama artÃstico espanhol. Mais que uma feira propriamente dita, a Arco foi um referente cultural. Gerações inteiras de estudantes habituaram-se a ver arte contemporânea nos seus pavilhões, e foram assumindo que as novidades da feira representavam o que acontecia no mundo. Mas, como acontecimento artÃstico, a Arco estabeleceu o seu próprio cânone, que logicamente tem mais a ver com os valores do mercado do que com os da criação e do conhecimento. As feiras são lugares de intercâmbio por antonomásia e costumam surgir em contextos nos quais o coleccionismo e as galerias são muito potentes. A Arco, pelo contrário, foi fundada no inÃcio da década de oitenta, numa Espanha em que o mercado de arte era, como muito, incipiente. Edificou-se a estrutura com a esperança de que esta gerasse o conteúdo. Não surpreende a ambiguidade estrutural em que a Arco assentou desde o seu inÃcio, nem que, ao longo do tempo, fosse causa de grandes debates entre directores, galeristas, crÃticos e artistas.













