ARQUIVO - 13 ABR - 19 ABR 2011
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.SOFIA NUNES
Jacques Rancière é actualmente um fenómeno de popularidade consensual e indiscutÃvel em todo o mundo ocidental e em Portugal também. As duas últimas conferências proferidas em Lisboa de sala cheia, a primeira na Fundação Calouste Gulbenkian, em Novembro de 2010 no âmbito do ciclo A República por vir e a segunda na Culturgest, intitulada a Autonomia das imagens, realizada em Março passado e sob a organização da editora Dafne, são disso aliás indÃcios claros, a par das recentes traduções portuguesas de alguns dos seus livros, entre eles O Ódio à Democracia (ed. Mariantes, 2006), O Espectador Emancipado (ed. Orfeu Negro, 2010) e Estética e PolÃtica. A Partilha do SensÃvel (ed. Dafne, 2010). Este não deixa de ser um dado curioso, sobretudo se atendermos ao facto do seu pensamento se inscrever num quadro de profunda dissensão e ruptura.
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.SÓNIA BORGES
Imunes aos filtros, estancamento e contenção formal e oficial do arquivo, à estandardização do pensamento, à matriz narrativa ocidentalcêntrica, aos confinamentos culturais e artÃsticos, à s relações de poder desiguais e a estados de subordinação, The Otolith Group, colectivo londrino fundado em 2002 por Anjalika Sagar e Kodwo Eshun, procura conferir visibilidade, expor as ansiedades e as tensões geradas pela globalização e o mundo pós-colonial − A moment when the potential to decolonise one’s dreamspace may in turn cultivate the preconditions for change. Endereçando-se à história, na qualidade de esfera pública e de espaço de resistência, mediante uma prática artÃstica assente na produção de conhecimento, impregnada de subjectividade, e na exploração das possibilidades dos regimes de representação na formulação de narrativas através dos time-based media, este colectivo resgata narrativas paralelas, parcelares, omissas, invertidas, equivalentes ou projectadas, visando contrapor os modelos de pensamento dominantes.













