ARQUIVO - 27 JUL - 02 AGO 2011
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.JOÃO PENALVA
Trabalhos com Texto e Imagem
Autor: MARIA BEATRIZ MARQUILHAS
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.FILIPE PINTO
Um artista tem pelo menos duas obrigações – construir uma visão do mundo e uma ideia de arte, e estas duas determinações devem ser legÃveis no seu corpo de trabalho. Ora, é a partir daquele espaço de desadequação que se torna possÃvel a alguém, ao artista, constituir uma visão do mundo; é esta visão do mundo que vai poder oferecer pertinência ao seu trabalho. Esse espaço de desadequação, fértil, constitui-se como distância que a obra vai tentar gerir. Mas esta visão do mundo não deverá ser necessariamente explÃcita; esta visão do mundo não deve querer mostrar como o mundo é, nem como devia ser, nem como poderá vir a ser. Aquilo a que chamamos visão do mundo resulta do que se poderia denominar estratégia poética. A poesia pode ser entendida de várias formas, mas para agilizar a argumentação eu destacaria três: poesia como prática da bela forma; como exactidão; como acesso.
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.PATRÃCIA ROSAS
A Story of Deception (2003-2006) é uma pelÃcula de 16 mm, com cerca de 4 minutos, cor e sem som, que dá tÃtulo à exposição retrospectiva do artista belga Francis Alÿs (n. 1959), dividida entre o MoMA e o MoMA PS1, em Nova Iorque, e comissariada por Klaus Biesenbach, director do PS1, e assistida por Cara Starke, curadora assistente no departamento de Arte Performativa e Media do MoMA. Apresentada nas galerias do PS1, a peça A Story of Deception mostra uma estrada na paisagem árida da Patagónia, na Argentina, e no horizonte uma miragem. Ao contrário da maior parte dos trabalhos em vÃdeo e filme de Alÿs, em que o artista trabalha o som minuciosamente, esta obra não tem propositadamente som, vive de uma imagem fixa em loop. Com esta ilusão longÃnqua, que serve de mote à exposição, estará Alÿs tão desesperançado que introduz o público neste espaço com uma “história de decepção†e confronta-o com a presença de um lugar (ou de um caminho) inalcançável?













