ARQUIVO - 16 MAI - 22 MAI 2012
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.MARIA BEATRIZ MARQUILHAS
A problemática envolvida na teoria hegeliana do fim da arte é convocada pela actualidade, sendo uma reflexão em torno desta indispensável para uma compreensão dos percursos conceptuais e técnicos percorridos pela Arte até à situação em que esta se encontra na contemporaneidade. O fim da Arte em Hegel representa um declÃnio que configurou uma ruptura absoluta na narrativa das manifestações artÃsticas e uma crise da representação do real, pois que da Arte, em todos os conceitos e pressupostos teóricos e práticos que a constituem, apenas ficou o nome que lhe damos para estabelecer uma conexão entre duas tão longÃnquas eras da expressão humana. A arte moderna convoca a arte que a antecede para renegar o seu legado. Uma nova representação do real emerge e a arte torna-se superfÃcie que espelha subjectividades na sua complexidade e singularidade. Uma autoridade divina e absoluta é deserdada e o humano volta-se para a experiência humana, em todas as suas vicissitudes, para a depositar na obra de arte.













