ARQUIVO - 26 MAI - 01 JUN 2021
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.VICTOR PINTO DA FONSECA
A governalização da arte contemporânea parece querer acreditar que o processo assistencialista de lançar um programa de dez anos para aquisição de obras de arte contemporânea, para a colecção do Estado, com uma dotação orçamental mÃnima de 300 mil euros por ano, apoiado na avaliação de uma comissão de membros (por um pagamento do governo), tem valor para os artistas. Mas a verdade é que não tem. Questiono-me como é que uma comissão de aquisição de arte nomeada pelo Estado para um programa de dez anos tem precisão nesta tarefa para escolher quem são as obras a adquirir e os artistas a coleccionar? Em detrimento de outros?
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.PEDRO CABRAL SANTO E NUNO ESTEVES DA SILVA
A apropriação, ou seja, a criação artÃstica que se «apropria» sistematicamente de elementos já presentes na cultura, tanto alta como baixa, constitui hoje uma prática corrente e, se excetuarmos os casos que dão origem a processos jurÃdicos com base nos direitos de autor, mesmo banal, como pode verificar quem quer que tenha algum contacto com o mundo artÃstico. Nesse contexto, um curador de grande sucesso (Nicolas Bourriaud) propôs mesmo a absorção da apropriação pela nova categoria da pós-produção.













