ARQUIVO - 26 JUN - 02 JUL 2024
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MIGUEL PINTO
Se Ana Hatherly procurou A Mão Inteligente, e Helena Almeida, a mão criadora, também cognoscente, poderÃamos dizer que Júlia Ventura se interessa pela mão que dança, teatraliza, representa. Nas inúmeras analogias entre o cérebro e estas extremidades que tateiam, apreendem e possibilitam a criação (sempre sujeitas à s suas especificas fragilidades, em tensão com o que as sinapses lhes ditam e, por isso, construindo uma outra coisa, que é real nas suas imperfeições e, por isso, foge à idealização que a gerou) que vêm povoando, regularmente, a(s) história(s) da produção artÃstica ocidental, Júlia Ventura quer indiciar não a uma mão-cérebro, mas a uma mão-rosto. A superfÃcie e a aparência, em troco da interioridade e da intelectualização. A impressão simulando a expressão.













