ARQUIVO - 18 SET - 24 SET 2024
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.HELENA OSÓRIO
A história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira remete para edições que se podem considerar talvez mais contestatárias, como a primeira em agosto de 1978, no pós 25 de abril em que os artistas afirmaram uma voz viva nos caminhos da sociedade e da polÃtica, revolucionando mentalidades desde este canto recôndito do Portugal regional, interligado a Espanha pela ponte sobre o Minho – mais especificamente à Galiza. Talvez por isso se possam pensar mais ricas e/ou avultadamente enriquecedoras essas edições de estreia que ‘pasmavam’ os locais ligados à ruralidade, onde os artistas se envolviam até fisicamente com performance e body art, passando dos suportes plásticos ao próprio corpo e vice-versa.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.FÃTIMA LOPES CARDOSO
Surgiram em 2006, num tempo que se anunciava difÃcil para a arquitetura. Mas em véspera de a Troika aterrar em Lisboa para impor fortes restrições ao erário público, ainda conseguiram conceber um projeto integrado no plano de reabilitação da Parque Escolar. A Escola EB1/JI de Porto Salvo, construÃda entre 2009 e 2011, em parceria com os arquitetos Projectório, viabilizou uma ideia e provou que existia talento numa equipa que dava os primeiros passos na arquitetura nacional. Eram jovens, tinham sido colegas da licenciatura em Arquitetura, da Universidade LusÃada de Lisboa, finalizada entre 2002 e 2003, e todos experienciaram o inÃcio de carreira com equipas europeias conceituadas.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.ISABEL TAVARES
De tempos a tempos, Jorge Pinheiro regressa à pintura figurativa. A origem das imagens ou mais importante, o que elas originam no processo criativo do artista é para nós, uma das questões mais interessantes na obra do autor produzida entre 1990-2010. As personagens que habitam o discurso silencioso de Jorge Pinheiro gritam na procura de interlocutores para se poderem revelar. É nas gavetas do atelier que se guardam e se revolvem em memórias, memoráveis e emergentes, crÃticas irónicas e mordazes mas sempre atuais em pintura.













