ARQUIVO - 23 ABR - 29 ABR 2025
CRÍTICAS
Foram encontrados 3 registos.MATTIA DENISSE
RECTO VERSO E VICE VERSA
Autor: CLÃUDIA HANDEM
SEBASTIÃO CASANOVA
MA MORT SERA PETITE, COMME MOI
Autor: CARLOS FRANÇA
TRACEY EMIN
SEX AND SOLITUDE
Autor: THELMA POTT
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.MAFALDA TEIXEIRA
Artista e ativista social; pessoa negra; não-binária e sul-africana, nascida em Durban durante o regime do Apartheid, Zanele Muholi (1972) é umas das vozes contemporâneas mais ativas no combate ao preconceito e à descriminação racial e de género, lutas que corporiza numa prática artÃstica que visibiliza comunidades marginalizadas na promoção de uma sociedade equitativa. Entre composições, retratos, fotografias e escultura, abrangendo um corpo de trabalho que se estende desde o inÃcio da sua carreira artÃstica até aos dias de hoje, a exposição antológica Zanele Muholi em Serralves, promove a inclusão e a representação justa da comunidade negra LGBTQIA+ no espaço museológico, reafirmando-o enquanto centro de discussão, de questionamento, de transformação e resistência.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.JOÃO ALMEIDA E SILVA
Na Casa da Arquitectura, uma exposição percorre 50 anos de democracia através da arquitectura, entre as promessas do 25 de Abril e os dilemas do presente. A exposição “O que faz falta. 50 anos de arquitectura portuguesa em democracia†— tÃtulo que cita a canção homónima de José Afonso, editada em 1974 — interpela o passado, o presente e o futuro da disciplina num paÃs em contÃnua transformação. Organizada pela Casa da Arquitectura, a mostra convida o público a revisitar o percurso democrático do paÃs, criando uma rara oportunidade para pensar as intersecções entre Arquitectura, Cultura e PolÃtica na contemporaneidade.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MIGUEL PINTO
É fundamental ao trabalho de Rui Moreira a construção de uma linguagem, de uma marca identificável. A sua intimidade, o aparente segredo da sua obsessão, é revelado pela autoconsciência, pela recorrência premeditada com que determinado elemento figura no desenho. É a essa vontade iconográfica que aponta o Transe da obra (e da exposição). A obra de Moreira é atravessada por um interesse, pelo menos, mitológico: através da repetição, a mitologia estabelece-se, sobretudo na figuração, e nas suas interseções extra-humanas, sejam elas divinas, ou simplesmente anti-naturalistas: apocalÃpticas ou utópicas?













