ARQUIVO - 03 SET - 09 SET 2025
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.MARIANA CALÓ E FRANCISCO QUEIMADELA, COM MATTIA DENISSE E VON CALHAU!
CARMA INVERTIDO
Autor: MARIANA VARELA
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.INÊS FERREIRA-NORMAN
Para pessoas como o Lindo (Manuel da Graça) de São Tomé e PrÃncipe, o mergulho acabou por se tornar a sua vida. Curioso, Margarida Gramaxo, realizadora portuguesa do filme ‘Lindo’, também praticou mergulho. O Lindo e a Margarida Gramaxo são as forças motrizes do documentário ‘Lindo’, pensado, sentido e filmado entre 2016 e 2022 em São Tomé e PrÃncipe, e realizado em 2022/23. Vemos a paisagem verdejante, rochosa, vibrante das cores e sons de guarda-rios-do-prÃncipe, de cães, de macacos, sons de infância e brincadeiras inocentes, e o lema da ilha ‘leve leve’ – que significa calma e tranquilidade – rapidamente se instaura quando começamos a ver a primeira longa metragem desta realizadora. ‘Lindo’ prima pela distinção e amálgama entre paisagens terrestres, subaquáticas e sociais.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.JOÃO ALMEIDA E SILVA
Poucos arquitectos portugueses do século XX traduzem, com tanta clareza, as tensões entre modernidade, tradição e poder como LuÃs Cristino da Silva (1896-1976). Visionário, controverso e inovador, a sua obra atravessa as diversas fases do regime polÃtico de então, a Ditadura/Estado Novo (1926-1974), dialogando com estilos e linguagens arquitectónicas distintas e deixando um legado que permanece relevante para os debates contemporâneos sobre cidade, espaço público e habitação. A actual exposição do CÃrculo da Arquitectura, em Oeiras, está montada numa antiga sala de espectáculos e expõe as três principais fases da sua carreira.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.CLÃUDIA HANDEM
Fulgor, o tema eleito para a Bienal de Arte Contemporânea da Maia de 2025 (BACM25). Palavra curta, mas com um espectro semântico suficientemente amplo (e desassombradamente simples) para ser alavanca de uma reflexão sobre o nosso tempo, curada por Manuel Santos Maia. O fulgor começa por ser resgatado das ideias contidas na obra de Maria Gabriela Llansol (1931-2008). Definido por um brilho intenso e instantâneo, o fulgor é metáfora de momentos de revelação e percepção ampliadas, de carácter transformador. É evidente que a sua natureza se identifica com a da criação e experiência artÃsticas (não necessariamente epifânicas. Queremo-lo prolongado).













