ARQUIVO - 11 FEV - 17 FEV 2026
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.INÊS FERREIRA-NORMAN
O tempo das fábulas em si, era um tempo onde o animismo era uma realidade. O tempo em que os animais falavam. Será que eles ainda falam, e nós é que já não ouvimos? Na montanha ainda há alguns rebanhos. Onde vivo ouço o balir, o mugir, o berrar, o ladrar, o miar, o chilrar, o zumbir, o assobiar e o cantar cristalinamente (o embalar da água também). Viver no campo, no campo profundo, apresenta uma vivência com os animais que desperta a essência animalesca em nós próprios. Uma ecologia auditiva que nos sintoniza com a brutalidade da vida e da morte, e nos dá um sentido de pertença a um sÃtio, que é quase um pré-requisito para conseguirmos compreender a paisagem de forma Ãntima.
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MARIANA VARELA
Apresentado na Fundação Champalimaud e em exposição no Museu do Neo-Realismo, o filme de Nuno Cera, cérebros, distantes (distant—brains) apresenta por meio de uma produção áudio-visual de expressivo carácter estético um conjunto de questões que atravessam o campo da tecnologia e do futuro, do natural e do robótico, do passado e do presente. O artista constrói, entre o documental e o experimental, um filme que olha para os desenvolvimentos mais recentes da automação robótica, tendo nas fábricas de automóveis e nos institutos de medicina o que poderÃamos chamar de principais protagonistas.













