ARQUIVO - 01 NOV - 07 NOV 2006
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.COLECTIVA
Vu d’Italie 1841-1941. I grandi Maestri della fotografia italiana nelle collezioni Alinari
Autor: TERESA CASTRO
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.LUÃSA ESPECIAL
Num momento de grande fervor pelo imediato e pelo culto do espectáculo, as bienais e feiras de arte são um trunfo para os interessados pelas questões da arte mais atentos: através destas é possÃvel tomar contacto com as novidades do mundo da arte (obras, artistas, comissários), avaliar as cotações de mercado dos novos artistas, rever as posições dos veteranos e assistir aos eventos paralelos (conferências, concertos, performances). São, em igual medida, um trunfo para os artistas: é lá que são caçados pelos curadores, galeristas e coleccionadores e é lá que os contactos ao mais alto nÃvel se tecem. Com a internacionalização das carreiras, é nas feiras e nas bienais que os curadores fazem o trabalho que tem vindo a substituir as visitas aos ateliers dos artistas. O problema é que desta forma se corre o risco de os curadores, qual tribo nómada, passarem a fazer a sua pesquisa exclusivamente a partir do que vêm nas feiras. Estes eventos são um concentrado de glamour, que alguns chamam ironicamente de vanity fairs em vez de art fairs, e que cada vez mais tendem a atravessar os quatro cantos do mundo. É aà onde todos os artistas querem estar, onde todos os curadores devem estar e nas quais o visitante comum não tem meios para poder estar. Sendo iniciativas de cariz essencialmente económico são animadas, na teoria, por artistas e comissários e, na prática, por vendedores e compradores. Não são, por conseguinte, o cenário ideal para contemplar as obras de arte no sentido museológico mas sim para observar o que ditam as leis do mercado da arte em dado momento. O aparecimento ou desaparecimento destas, as suas oscilações, correspondem à s oscilações do mercado da arte.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.NADIR BONACCORSO
Não temos dúvida que a arquitectura está a passar por uma fase em que de forma geral é considerada alternadamente ou como algo supérfluo ou como algo luxuoso e altamente â€vendável†do ponto de vista comercial. Raramente porém, vemos a arquitectura como uma bandeira de qualidade de vida, de construção, ou como uma ferramenta de integração e desenvolvimento social das populações e das cidades. Vivemos e trabalhamos hoje de forma à s vezes autista tentando perseguir objectivos, navegando nas marés de interesses diversos, procurando conseguir responder à s solicitações com um misto de objectividade temperada e idealismo moderado, perdendo a oportunidade de expressar a nossa capacidade intrÃnseca; de questionar mais profundamente os temas que nos são propostos com responsabilidade e consciência ecológica. A arquitectura está doente.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.ANA CARDOSO
O Museu de Arte Moderna de Nova Iorque – MoMA – desde a renovação e reabertura em 2004, depois de ter sido redesenhado e ampliado pelo arquitecto japonês Yoshio Taniguchi, tem a colecção e novas aquisições estruturadas nos seguintes núcleos: Pintura e Escultura; Desenho; Filme e Media; Fotografia; Design e Arquitectura; Gravura e Ilustração. Recentemente, Filme e Media passaram a ocupar departamentos distintos, com Klaus Bisenbach a dirigir Media, que acumula com as funções de chief-curator do PS1 e Director do KW – Kunst-Werke, em Berlim. O espaço inaugurado em 2004 inclui as galerias dedicadas à s exposições de arte contemporânea, as que apresentam exposições monográficas ou temáticas de arte moderna, as inúmeras salas por onde circulam as peças da colecção permanente, um espaço para projectos contemporâneos (que incluiu cerca de 200 artistas); uma livraria, uma loja com peças de design e livros, dois cafés, um restaurante de luxo; o jardim das esculturas (que mantém o desenho original de 1953, de Philip Johnson); salas de cinema e conferências onde diariamente passam filmes experimentais, vÃdeos, clássicos, cinema de autor, cinema independente americano, europeu e ante-estreias; onde têm lugar várias conversas entre comissários, historiadores, crÃticos e artistas sobre os temas relacionados com a programação e a actualidade; e os centros de investigação, educação e arquivos, que funcionam paralelamente com o museu aberto ao público. O MoMA é uma das principais instituições culturais nova-iorquinas e estima-se que, entre a inauguração em 2004 e meados de 2007, o museu tenha um impacto de 2 biliões de dólares na economia da cidade.













