ARQUIVO - 24 JAN - 30 JAN 2007
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.CHRISTIAN MARCLAY
Crossfire
Autor: FILIPA RAMOS
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.JOSÉ BÃRTOLO
A marca distintiva do projecto contemporâneo é a da desterritorialização. Se há herança radical deixada pela modernidade, herança que, a um tempo, remete para uma tradição e isola a mais profunda originalidade, essa é a da necessidade de redefinir o território e de nesse exercÃcio de redefinição se estabelecerem as bases do projecto a construir. Não há terra firme para a criação contemporânea, como se a primeira condição do projecto tivesse permanentemente de ser um exercÃcio de definição e estabilização do que é movediço, definição e estabilização essa que é necessária mesmo que a tarefa assumida seja a de evidenciar a instabilidade do território. Neste sentido, a teoria das catástrofes desenvolvida por René Thom é, provavelmente, o paradigma mais abrangente da criação contemporânea. Nela torna-se possÃvel identificar uma função potencial que governa o sistema dinâmico, que comporta o mapa de todas as trajectórias possÃveis incluindo as transições catastróficas que ocorrem no interior do espaço criativo, espaço em que se constitui o gráfico da função potencial. Neste quadro mesmo a transição abrupta e aleatória estava afinal pré-inscrita no espaço de existência desse sistema dinâmico.
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.TERESA CASTRO
Itália, pátria incontestável do património mundial (o paÃs possui quarenta locais com a designação oficial da UNESCO), parece resumir-se, no que diz respeito aos circuitos internacionais de arte contemporânea, à famosÃssima Bienal de Veneza. Criada em 1895, a mostra – e a fundação homónima - é provavelmente uma das instituições mais afamadas do universo artÃstico: a única, talvez, com a qual o grande público esteja familiarizado. E, no entanto, o paÃs está neste domÃnio longe de se resumir ao prestÃgio secular de Veneza. De Norte a Sul, passando pela Sardenha e pela SicÃlia, Itália possui mais de vinte instituições museológicas dedicadas (por vezes exclusivamente) à arte contemporânea. Grande parte destes locais foram criados nos anos noventa por comunas locais; outros (poucos) são tutelados pelo governo central; alguns, finalmente, evidenciam claras ambições internacionais. Por onde começar?













