ARQUIVO - 18 FEV - 24 FEV 2009
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.RAYMOND DEPARDON - PAUL VIRILIO
Terre Natale – Ailleurs commence ici
Autor: SÃLVIA GUERRA
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.PEDRO DOS REIS
Pouco ou nada se poderá referir em relação à recente crise económica, que não tenha sido já referido. Economistas, polÃticos, banqueiros e especialistas em várias à reas da Finança fizeram e fazem as suas previsões dentro dos factos da actualidade, com maior ou menor optimistmo e com maior ou menor precisão. É inegável, porém, que a crise existe e portanto o assunto merece alguma discussão e reflexão, também dentro do contexto artÃstico. A arte, enquanto actividade económica não escapa ao resto do momento económico e também acerca dela se tem escrito e falado bastante nos últimos tempos – desde as afirmações iniciais que ainda evidenciavam a arte (contemporânea) como um bom investimento, até a um silêncio e apreensão desconfortáveis. O estado actual continua bastante difuso, para se poderem proferir certas afirmações, e o optimistmo inicial deu lugar a uma maior cautela no que se diz, escreve ou pensa, sobre o assunto. As reflexões e comentários, a existirem, acabam por se cingir a certas factualidades, como o impacte económico nas grandes feiras, quem vende, por quanto vende, etc... numa procura de algum optimismo, ou apenas enquanto registo do quotidiano.
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.LIZÃ RAMALHO E ARTUR REBELO (R2)
Na sequência do trabalho que temos vindo a desenvolver para arquitectos e de projectos de comunicação visual relacionados com o espaço, seguem-se algumas reflexões. (...) Os projectos constroem-se sobre diálogos permanentes que reenviam sistematicamente ao olhar crÃtico do outro. Com o conteúdo do projecto como ponto de partida, procuramos traduções com diferentes doses de interpretação, racionalidade e intuição. A envolvência impregna o nosso trabalho, opera associações e por vezes faz-nos integrar realidades e objectos, encontros na vida e no projecto, intencionais ou frutos do acaso. Coisas coleccionadas e analisadas, objectos descontextualizados, transformados, ajustados, desviados, alavancas de uma nova abordagem. Procuramos por vezes conferir materialidade à tipografia, a matéria dos espaços e dos objectos que nos rodeiam.













