ARQUIVO - 22 JUL - 28 JUL 2009
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.DAAN VAN GOLDEN
Red or Blue
Autor: SOFIA NUNES
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.PEDRO MACHADO COSTA
Deixámos Hans algo confuso. Abandonado à sua sorte, vagueando pelos labirintos de Lisboscópio. Por sorte, para sua sorte, a Ordem dos Arquitectos, sempre empenhada na clarificação e na objectividade, organiza, em Veneza, nesse mesmo ano, uma mostra colateral a Lisboscópio; cumprindo dessa forma a sua obrigação institucional na defesa dos mais elevados interesses da arquitectura portuguesa. Fá-lo através de uma selecção de 18 obras, de entre as 79 que compunham uma outra exposição que entretanto estava a ser organizada a nÃvel nacional: Habitar Portugal 2003-2005. O seu comissário, José António Bandeirinha, céptico em relação à s distopias da dupla Guedes / Jacinto, sente-se compelido a defender em Veneza aquilo que considera serem os melhores exemplos de Cidades: Arquitectura e Sociedade na arquitectura portuguesa, escolhendo para isso, entre outros autores, Siza e Souto de Moura; cujas obras, em conjunto, ocupam mais de 25% da mostra. A exposição seria financiada pela Ordem dos Arquitectos, e também pelo Instituto das Artes, cujo orçamento suportava também Lisboscópio.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.PEDRO DOS REIS
Se existe algum sentido ao qual damos primazia, é à visão. Através do olhar conseguimos “ser†mais longe. Seguem-se então os restantes sentidos. A visão confere-nos o sentido da espacialidade e o reconhecimento dos outros. Ao olharmos estamos a apropriar-nos de um contexto que nos situa e que dimensiona a possibilidade da acção; e que igualmente, após estabelecimento de um acordo comum entre vários indivÃduos, se torna real – a realidade. Por outro lado, aquilo que se vê poderá ser igualmente o mote para um desafio. Se o que vemos nos satisfaz será normal que se tome uma atitude passiva, mas caso contrário poderá tornar-se na base, que impele a acção transformadora do sujeito que representa. A imagem, na sua essência, é assim um ensejo à transformação material ou psicológica da realidade visÃvel.













