ARQUIVO - 21 SET - 27 SET 2011
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.PEDRO PORTUGAL
Gabinete da Politécnica – O Importantário Estetoscópico
Autor: MARIA BEATRIZ MARQUILHAS
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.MARIANA PESTANA
Até ao modernismo, a arquitectura serviu de contentor e suporte a várias disciplinas: da escultura à pintura, à talha ou baixo-relevo. O edifÃcio arquitectónico encerrava uma metanarrativa, especialmente evidente nos que veiculavam uma ideia de poder ou de exaltação de fé (por exemplo a arquitectura fascista, gótica ou barroca). Dentro dele coexistiam, mais ou menos harmoniosamente, diversas micronarrativas que formavam uma experiência global. Todas as formas de arte (ou expressão) congregavam-se para contar histórias, construir narrativas, e tornavam-se, assim, poderosos instrumentos de comunicação. No contexto contemporâneo da curadoria, dominado pelas artes plásticas, muitos defendem que, em parte devido à dificuldade de comunicar a linguagem arquitectónica, existe uma necessidade premente de explorar e testar novos formatos para curar arquitectura.
ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.MARIA BEATRIZ MARQUILHAS
A 6ª edição da bienal Experimenta Design chega à cidade de Lisboa, promovendo mais uma vez a cultura contemporânea mediante a criação de plataformas de reflexão e discussão sobre a actualidade do design, da arquitectura e da criatividade nos panoramas nacional e internacional, num total de 126 eventos a ocorrer um pouco por toda a capital. O tema da presente edição – useless –, pelo seu carácter controverso, pois que “falar de design inútil resulta num oximoroâ€, levanta problemáticas de extrema complexidade no âmbito do design, levando a uma reavaliação de conceitos ligados ao uso e à aplicabilidade, bem como à resposta aos problemas da vida em sociedade que define, ou não, o Design enquanto esfera criativa que estabelece uma ligação entre Arte e Economia. O conceito de “sem uso†é alvo central de debate, num momento em que a “aparente – porque é disso que se trata – ausência de utilidade ou propósito parece ser hoje o equivalente secular do pecado.â€













