ARQUIVO - 03 OUT - 09 OUT 2012
CRÍTICAS
Foram encontrados 1 registos.PAULO NOZOLINO
Usura
Autor: BáRBARA VALENTINA
OPINIÕES
Foram encontrados 1 registos.MIGUEL RODRIGUES
O primeiro contacto com Bird, de Roni Horn é sempre acolhedor. As imagens são simples, apelativas. Tranquilas. Há uma certa candura, quase uma infantilidade, parece, na forma como se faz um livro com pássaros fotografados de costas com toda a técnica do retrato clássico de estúdio. Folheamos o livro com prazer, porque as imagens são visualmente atrativas, e acabamos a pensar no seu lado lúdico, são bustos de pássaros de costas!, com os detalhes da plumagem. Há uma ironia imediata em fazer um retrato de costas que qualquer um percebe e que se aceita por ser uma espécie de piada e que nos faz baixar a guarda para ver o resto do trabalho descontraidamente. Não deve demorar até vermos que há sempre dois pássaros muito parecidos. São apresentados aos pares, com pequenas diferenças na postura dos pescoços ou na cor da plumagem. Não se percebe muito bem porquê. Talvez dancem, talvez sejam almas gémeas, talvez estejam em conflito numa corrida pela identidade que não vemos porque não podemos ver-lhes a face. A questão da identidade intriga. Porquê retratos de costas? E porquê pássaros?
ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 2 registos.UM OBJETO DE TONI GRILO
Minimalismo versus Barroco, simplicidade das formas versus complexidade dos processos, alma e intuição, assim é o trabalho de Toni Grilo, trinta e três anos e uma carreira já desenhada. Convidámos Joaquim Paulo Nogueira, dramaturgo, jornalista e estudioso de teatro, para divagar em torno da mesa Precious Famine do designer português.
ARTECAPITAL
Em homenagem a Robin Fior (1935-2012), designer britânico que vivia em Portugal desde 1972, reproduzimos um texto da sua autoria, “Grafismo Global e Local. Design Gráfico em Portugal†publicado em 1999 (*), acompanhado de algumas peças criadas para a New Left (Londres), para o Movimento de Esquerda Socialista (MES) e movimentos de libertação africanos, bem como cartazes desenhados para o Centro de Arte e Comunicação Visual (AR.CO), escola independente, onde leccionou durante 25 anos.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.ZARA SOARES
O que diferencia a atividade do jornalismo cultural? Para J. S. Faro, esta “não pode ser vista apenas como uma operação que reitera os valores e os signos da cultura de massa, meramente voltada para o entretenimento, mas deve ser vista também como um espaço público de reflexão e análise de questões que a produção intelectual (artÃstica ou académica) suscita no conjunto da sociedadeâ€. Este autor define o jornalismo cultural como “a produção noticiosa e analÃtica referente a eventos de natureza artÃstica e editorial pautados por seções, suplementos e revistas especializadas nessa áreaâ€. Refere: “(...) O jornalismo cultural deve ser visto como um ‘canal de expressão pública da produção intelectual’, porque além da cobertura noticiosa das atividades artÃsticas editoriais, tem uma forte presença autoral, opinativa e analÃtico-conceptual, incluindo vozes exteriores ao universo do trabalho dos profissionais de imprensa.













