ARQUIVO - 29 NOV - 05 DEZ 2006
CRÍTICAS
Foram encontrados 3 registos.ÃLVARO LAPA
Obras-Com-Palavras / PaisagÃsticas
Autor: DAVID SANTOS
YVES KLEIN
Yves Klein – Corps, couleur, immateriel
Autor: SÃLVIA GUERRA
FRANCISCO TROPA
A Marca do Seio
Autor: AIDA CASTRO
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.JOÃO PAULO MARTINS
Nos discursos que construÃmos a propósito dos objectos arquitectónicos e do espaço procuramos que, através da verbalização, o objecto dos nossos estudos seja tornado inteligÃvel, racionalizável. Para melhor compreender os fenómenos que estudamos, empreendemos a sua observação, análise e descrição. Com frequência, recorremos a analogias que têm origem em disciplinas diferentes da nossa, sobretudo no universo da mecânica, da biologia, da linguÃstica... E, muitas vezes também, não nos damos conta do modo como essas analogias condicionam a nossa capacidade de observação.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.SÃLVIA GUERRA
“O mundo é um palcoâ€. Nunca gostei desta imagem salvo quando é utilizada com grande ironia. No entanto, as obras de arte cinemática desta edição dos Rencontres estiveram expostas num palco de teatro. Esta cenografia de exposição não deixa de ser irónica, pois não é apenas o museu que acolhe nas suas colecções arte cinematográfica experimental e expõe essas obras lado a lado com a pintura e a escultura; hoje, o teatro também integra e serve de plinto à arte vÃdeo. Desde o inÃcio da história do cinematógrafo, tornou-se uma prática corrente exibir os filmes nas salas de teatro e, nos anos 20 e 40, surgiu mesmo uma categoria de edifÃcios sob o nome de cine-teatro. Esta estratégia foi adoptada para tornar estas salas rentáveis de um ponto de vista económico: ao público do teatro juntava-se o público do cinema. Em Portugal temos belÃssimos exemplos de cine-teatros como o Curvo Semedo em Montemor-o-Novo, o Neiva em Vila do Conde e em Paris, o Ranelagh (XVIè Arrondissement). A aliança não é nova mas não deixa de ser surpreendente entrar no palco do Theatre Paris-Villette, inserido no complexo de La Villette, projectado por Bernard Tschumi (1983-1998) e encontrar mais de 15 ecrãs e projecções sobre tela com uma plateia vazia.













