ARQUIVO - 30 SET - 06 OUT 2009
CRÍTICAS
Foram encontrados 2 registos.COLECTIVA
The future is yours
Autor: LUÃSA SANTOS
ANTÓNIO SENA
Cahiers. Books
Autor: SÃLVIA GUERRA
OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Foram encontrados 1 registos.FILIPE BALESTRA
Estava frio em Estocolmo. O orador era um senhor indiano, Ãcone incontornável do desenvolvimento do terceiro mundo. Jockin Arputham [www.tinyurl.com/y89u8mz] contou histórias sobre morar em Dharavi - o maior bairro de lata do planeta, situado no centro de Bombaim - e descreveu como é que se cresce num espaço onde é necessário dividir uma sanita com quatrocentas pessoas. No fim da palestra, apresentei-me a Arputham e desenhámos paralelos entre o Brasil e a Ãndia. Contei-lhe a história de Sambarquitectura, o meu projecto de fim de curso de arquitectura que consta de um processo participativo de arquitectura e construção de uma escola e centro social na Rocinha, uma das favelas do Rio de Janeiro. Arputham convidou-me a ir para a Ãndia ajudar a sua ONG, chamada SPARC [www.sparcindia.org], para desenvolver projectos de habitação.
PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.PEDRO NEVES MARQUES
A invocação de Brecht abre o mote à 11ª Bienal de Istambul, com o subtÃtulo de “What keeps mankind alive?†retirado da Ópera dos Três Vinténs de 1928. A invocação aproveita o espÃrito de Brecht, a relação da Arte com o Capital e os paradoxos crÃticos de uma Esquerda aburguesada. Neste sentido a Bienal propõe-se a um reflexão não só da cultura na polÃtica e da politização da cultura em tempos da sua capitalização extrema, mas, hermeneuticamente, de uma ideia de Esquerda que já não é. Este parece ser o seu ponto forte, uma marca perante tantas outras bienais (ver artigo de Outubro próximo sobre a 2ª Bienal de Atenas), mas por igual a indicação do seu falhanço enquanto suposto think tank para um caminho politizado das artes.













