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ENTREVISTA



RUI CHAFES


A propósito da exposição “Incêndio”, actualmente patente na Galeria Filomena Soares, a Artecapital conversou com o escultor Rui Chafes sobre este seu último trabalho e sobre algumas características distintivas da sua obra. A “catedral ardida”, cujas colunas ainda se elevam ao infinito, espaço refúgio do ruído diário, foi o mote para uma conversa à volta da poesia, da beleza, do poder da arte, do espaço entre a vida e a morte, sobre o princípio e o fim.
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O ESTADO DA ARTE



ADRIANO MIXINGE


SOBRE AS TENDÊNCIAS DA ARTE ACTUAL EM ANGOLA: DA CRIAÇÃO AOS NOVOS CANAIS DE LEGITIMAÇÃO
As surpreendentes e cada vez mais aceleradas mudanças que se vão verificando na sociedade angolana e no mundo têm provocado novas tendências da arte, da criação e da fruição estética e, no geral, do consumismo artístico e cultural, em Angola, já seja fruto da emersão de um novo público, do surgimento de novas instituições, produto das novas dinâmicas sócio-demográficas, económico-formativas e político-comportamentais, como por causa do advento, no período pós-guerra, de uma novíssima geração de artistas, criadores e intelectuais que, frequentemente, trabalham com os seus pares de outras partes do mundo.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

CONSTANÇA BABO


ÁLVARO LAPA: UM OBJETO E SEUS DISCURSOS
O alargamento do tempo de cada obra é determinado, também, pelo seu autor. Tal é nítido no trabalho do conceituado artista Álvaro Lapa, mas, particularmente, quando este escreveu numa tela sua "Em que pensas? No tempo todo", objeto convocado para análise. Ora, estas palavras, ao indicarem uma dimensão temporal infinita, proporcionam múltiplas interpretações e uma abertura do campo de análise e de compreensão da obra.
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OPINIÃO

SÉRGIO PARREIRA


ARTE POLÍTICA E DE PROTESTO | THE TRUMP EFFECT
Neste momento ainda é difícil entender o que pode eventualmente estar a acontecer nas artes visuais nos Estados Unidos após a inesperada eleição do Presidente Donald Trump, mas algo está efetivamente a passar-se. Nos últimos meses, temos presenciado declarações públicas, ações performativas, inúmeros materiais impressos, posts online, street art, reorganização e exposição de obras de arte de coleções, curadoria de exposições com mensagens ideológicas, happenings ressuscitados, e novíssimas obras de arte com um discurso claramente político.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


ÁLVARO SIZA : VISÕES DA ALHAMBRA
Álvaro Siza destaca a delicadeza da Alhambra árabe, das suas formas orientais, geométricas, desenhadas ao pormenor, das cores que irrompem dos azulejos, características de um estilo cuidado e elaborado através da junção de materiais e uma multiplicidade de elementos. Deste modo, no caso de qualquer alteração às edificações, essas particularidades que compõem a cidade devem ser tidas em consideração, nelas se incluindo uma estrutura de equivalente magnitude que se instala na área, o Palácio de Carlos V.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


TRISTESSE CONTEMPORAINE – SEM ILUSÕES NEM DESILUSÕES
Uma face da moeda é cunhada pelos actuais sistemas de poder económico predadores e ímpios que, sem hesitar, cospem sem hipótese de resgate para um abismo profundo os banidos, expulsos do sistema por não lhe serem mais úteis. A outra face da moeda desta hiper-mobilidade de pessoas, informação e conteúdos, aproximados por 0’s e 1’s tecnológicos, gera uma nova identidade. Na identidade cosmopolita e global, princípios de tolerância e curiosidade mútuos geram aceitação e validade do todo composto por cada um apenas devido ao que cada um é. É esta outra face da moeda que reúne Narumi, Maik e Jakob.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: WHITNEY BIENNIAL 2017

:: Projectos no Papel de José Forjaz e José Forjaz Arquitectos, no Camões – Centro Cultural Português, Maputo



PREVIEW

Ciclo de encontros O que é o Arquivo? | 23 a 25 de Março, Museu Calouste Gulbenkian


Partindo da questão O que é o Arquivo?, o AML – Videoteca desenvolve um ciclo de encontros com o objetivo de analisar o modo como as mudanças tecnológicas em curso interferem na própria realidade e definição do Arquivo.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

VALTER VENTURA

OBSERVATÓRIO DE TANGENTES


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

Em português, como em inglês, «tirar», «disparar», aplica-se tanto a uma bala como a uma fotografia, enquanto que em francês, tirar uma fotografia, é fazer-se uma tiragem. Na maioria das línguas há também palavras comuns ao tiro, à caça e à fotografia: o fotógrafo é um caçador de imagens.
LER MAIS MARC LENOT

MANUELA MARQUES

MANUELA MARQUES E VERSAILLES A FACE ESCONDIDA DO SOL


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Na Galeria do Piso Inferior, Manuela Marques apresenta o seu projecto, num rizoma conceptual e visual. A deambulação e a intimidade emergem na passagem entre os espaços de Versailles: «corredores destinados ao uso da antiga corte». Desta forma, a artista torna-se uma «flâneur».
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

FILIPE MARQUES

FEEL IT, NO FEAR. THE FLESH YIELDS AND IS NUMB/TOCA, SEM MEDO. A CARNE É MACIA E NÃO SENTE DOR


Galeria Fernando Santos (Porto), Porto
Palavras e imagens, físico e fotográfico, visual, auditivo e sensorial, realidade e ilusão unem-se numa harmonia invulgar que cativa, ao mesmo tempo que inquieta, movendo o espetador que se permite a tal experiência. A galeria, habitada por uma luz natural que faz o seu caminho através das grandes montras e se projeta ao longo das paredes brancas, encontra-se desta vez perante uma proposta invulgarmente mais escura.
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ÂNGELO DE SOUSA

ÂNGELO DE SOUSA, UN EXPLORATEUR DÉROUTANT


Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França, Paris
A sua prática cobriu uma ampla variedade de «mediums», pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filmes experimentais. Depois de varias exposições retrospectivas da sua obra em Portugal, a Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em França dá a oportunidade aos parisienses de descobrir uma parte do seu trabalho com a sua primeira exposição monográfica naquele país.
LER MAIS MARC LENOT

PEDRO VAZ

CAMINHO DO OURO - TRILHO DO FACÃO


Kubikgallery, Porto
Pedro Vaz convida-nos a participar na sua viagem e a descobrir, com ele, um universo de história e passado mas também de futuro. Vamos para o Brasil, para a mais verde e selvagem flora tropical. Viajamos através do olhar do artista, composto por múltiplas imagens da sua passagem por tal ambiente.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

MARIANA CALÓ E FRANCISCO QUEIMADELA

A TRAMA E O CÍRCULO


Museu da Imagem de Braga,
Tal qual num círculo, o espectador vê-se obrigado a percorrer toda a exposição duas vezes, em sentidos opostos, primeiro num movimento ascendente e posteriormente descendente, numa hipotética analogia entre os dispositivos arquitectónico e discursivo.
LER MAIS ALEXANDRA JOÃO

COLECTIVA

FUCKIN´GLOBO III


Hotel Globo, Luanda
Instalados em dez quartos, os artistas, usando à vontade caixas de objectos, pinturas murais, instalações sonoras e não só, cheiros, vídeo projecções, performances e ambientes situacionistas, propõem uma nova ordem perceptiva, outra maneira de fruição estética e assumidas formas de questionamento da arte, dos valores sociais e políticos imperantes.
LER MAIS ADRIANO MIXINGE