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ENTREVISTA



PEDRO NEVES MARQUES


Este ano pudemos ver trabalhos de Pedro Neves Marques no Indie Lisboa, na galeria Solar em Vila do Conde, e numa grande mostra no Museu Colecção Berardo. Com a exposição “Aprender a viver com o inimigo” quase a terminar, a Artecapital conversou com o artista visual e escritor sobre esta extensa mostra de vídeos e instalações mais recentes, onde aborda questões ligadas ao colonialismo, à economia neoliberal ou à manipulação genética.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


INSTAGRAM: CRIAÇÃO E O DISCURSO VIRTUAL – “TO BE, OR NOT TO BE” – O CASO DE CINDY SHERMAN
Encontramo-nos ainda numa fase em que muitos artistas a nível global tentam encontrar a sua identidade virtual nas várias plataformas disponíveis. Nuns países seguramente mais do que noutros, o Instagram já é um meio de promoção e divulgação dos projetos e obras que um artista está a criar, e também um meio para comercializarem essas mesmas obras. O mercado das artes visuais e os próprios artistas apoderaram-se desta plataforma com extrema eficácia, fazendo com que o Instagram se tenha tornado num meio de comunicação primordial para seguir o que estão a produzir e exibir a nível global.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

PAULA PINTO


ERNESTO DE SOUSA (1921-1988) “A MÃO DIREITA NÃO SABE O QUE A ESQUERDA ANDA A FAZER…..”
A fotografia cruzou todo o percurso multidisciplinar de Ernesto de Sousa (1921-1988), funcionando simultaneamente enquanto documento e pensamento, sem definição de fronteiras entre o registo das experiências de outros e os objetos artísticos que compuseram a sua bio-bibliografia. Os materiais fotográficos inéditos desta exposição demonstram o seu continuado interesse pela arte popular e a escultura portuguesa de expressão popular durante os anos sessenta.
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OPINIÃO

MARC LENOT


CORPOS RECOMPOSTOS
Esteve em cena nos fins de semana de Agosto, na Pinacoteca de São Paulo, a peça intitulada "Deslocamentos" da coreógrafa Marta Soares. Para além da sua beleza formal, ao mesmo tempo fascinante e um pouco inquietante, trata-se de um trabalho sobre o híbrido e o informe. É também para o espectador uma experiência de proximidade: as dançarinas vestem-se e despem-se sob do nosso olhar, ao alcance de nossas mãos e podemos nos movimentar no meio delas, sem constrangimentos, sem que um palco nos separe.
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ARQUITETURA E DESIGN

VALERIA VALLARTA SIEMELINK


“VINTE E TRÊS”. AUSÊNCIAS E APARIÇÕES NUMA MOSTRA DE JOALHARIA IBEROAMERICANA PELA PIN ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE JOALHARIA CONTEMPORÂNEA
Entre os vários projetos culturais e exposições realizados no âmbito da UCCI desde a sua criação em 2004, a Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea propôs pela primeira vez a joalharia contemporânea como veículo para explorar o amplo tema "Passado e Presente" que guiou a Capital Iberoamericana da Cultura Lisboa 2017. O termo “Joalharia Contemporânea” é um dos muitos termos usados para descrever um tipo particular de prática artística onde a jóia deixa de ser um item simbólico/ornamental, para adquirir propriedades que a convertem num veículo único que os autores utilizam como forma de representar os fenómenos culturais, posições pessoais e as vertiginosas mudanças sociais da nossa época.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


TATRAN – “EYES, “NO SIDES” E O RESTO
“Eyes” é para ouvir alto e bom som e ver-se de olhos e mente bem abertos – prodígio dual da tecnologia: um cabo daqueles de quem percebe da arte tipo RCA ou Jack ou P1 ou P2 das coisas ainda mais ou menos analógicas e que se tocam com as mãos, mas que maravilha, podem ligar o tablet, gadget ou o lá o que é, ao amplificador que, consecutivamente, nos atira, tudo o que queremos ouvir, pelas colunas de médios e agudos e pelo adicional módulo de max bass sound.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Série Brasil Visual está disponível para download

:: Mais de 200 livros e catálogos do Museu Guggenheim disponíveis online para download



PREVIEW

Plataforma Revólver - Novo ciclo de exposições | Inauguração: 21 Set, 22h, Edifício Transboavista, Lisboa


A Plataforma Revólver - Independent Art Space inaugura esta semana um novo ciclo de exposições que junta artistas nacionais e internacionais em propostas que vão desde a fotografia, o desenho ou a instalação.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

QUATRO ELEMENTOS


Galeria Municipal do Porto, Porto

A água, a terra, o fogo e o ar são os quatro elementos fundacionais, com significados e expressões distintos consoante as culturas e os povos. Objeto de estudo de grandes pensadores, desde logo dos filósofos da antiga Grécia, suscitam possibilidades ilimitadas de reflexão nos domínios da filosofia, da religião, da ciência e da arte. Neste último campo, os elementos naturais, ao longo do tempo e dos mais variados contextos, foram tratados e manifestados de modos bem diversos. Hoje, nesta conturbada e agitada contemporaneidade, vale a pena, convocar a matéria e refletir sobre o início, sobre a natureza e a formação de tudo.
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COLECTIVA

ENDLESS SPACE : PROPOSITIONS FOR THE CONTINUOUS


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto
A presente mostra de arte funciona numa dinâmica coletiva de ocupação do lugar, mas também, individualmente, piso a piso, cada obra pulsando e manifestando-se por si, na sua independência autoral e criativa. Dada a sua familiaridade com distintas práticas artísticas, um conhecimento profundo da sua multiplicidade e dos seus cruzamentos, e uma consciência plena das possibilidades espaciais e artísticas com que se depara, Andreia Garcia concebeu uma exposição tão estruturada e harmoniosa quanto inesperada.
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EMILY WARDILL

MATT BLACK AND RAT


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Matt Black and Rat, de Emily Wardill, coloca-nos numa posição difícil, enquanto espectadores. A tragédia, o horror e o desespero materializam as condições para a construção de uma instalação de obras plásticas, que, por sua vez, nos remete para outras duas novas obras cinematográficas.
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FELIX GONZALEZ-TORRES

FELIX GONZALEZ-TORRES


David Zwirner - 20th Street, Nova Iorque
Esta exposição, num espaço que arquitetonicamente é extremamente imponente, com linhas muito marcadas e materiais pesados, cimento e madeira maciça, é todo ele um pouco quebrado por esta espécie de obras habitadas pela inexistência do corpo físico, cuja ocupação e características, permitem apesar de tudo, que as obras respirem de forma fluída.
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COLECTIVA

O Fotógrafo Acidental. Serialismo e Experimentação em Portugal, 1968-1980


Culturgest, Lisboa
De cada um dos dez fotógrafos apresentados, só vemos séries. Não imagens únicas, autónomas, ligadas a um instante decisivo, mas conjuntos, construções de uma obra a partir de uma série de fotografias, sequências temporais, mas também geográficas e políticas, nos quais o sentido colectivo é mais rico do que aquele de cada imagem.
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COLECTIVA

THEM OR US!, Um Projecto de Ficção Científica, Social e Política


Galeria Municipal do Porto, Porto
Com o título Them or us e uma justaposição de práticas, formas e conceitos, a exposição começa por requerer um reconhecimento da proposta de Paulo Mendes. Trabalhando de um modo muito complexo e inteligente, que lhe é característico, o comissário interessa-se, em primeiro lugar, pelo aspeto cenográfico da exposição. Procura provocar uma experiência cénica, com um caráter de espetáculo avassalador e a efemeridade de um momento irrepetível.
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JOÃO MARIA GUSMÃO E PEDRO PAIVA

OS ANIMAIS QUE AO LONGE PARECEM MOSCAS


Oliva Núcleo de Arte, S. João da Madeira
Conhecidos pelos vídeos de 16mm, João Pedro Gusmão e Pedro Paiva constroem curtas narrativas sem som que exploram a relação e a convivência entre as áreas da arte e da ciência. Ao mesmo tempo, elaboram um trabalho e uma complexa pesquisa sobre o terreno que se encontra entre essas duas esferas e onde residem os domínios da realidade e da ficção.
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