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PREVIEW
Teatro Combate de negro e de cães, de Bernard-Marie Koltès | 5 a 15 de março, Teatro do Bairro, Lisboa
O Teatro GRIOT dá continuidade à sua investigação sobre como o poder se organiza, como a linguagem o sustenta e como a presença do outro o desestabiliza. Com Combate de negro e de cães, aprofunda a relação com o universo de Bernard-Marie Koltès, iniciada em 2024 com Na solidão dos campos de algodão.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
COLECTIVA
1º CICLO EXPOSITIVO 2026
Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa
Esta exposição, primeiro passo do ciclo expositivo de 2026, apresenta obras essenciais da colecção do museu dedicado ao casal de artistas juntamente com obras de Rui Sanchez e Teresa Segurado Pavão, Frida Baranek, Vasco Futscher e ainda obras de Sara & André e Francisco Janes, estas últimas resquÃcio da programação do anterior ciclo expositivo. Diz-nos o dossier de imprensa que “todos estes trabalhos, uns mais próximos da coleção permanente, outros deliberadamente mais autónomos, aprofundam a ambiguidade entre superfÃcie e volume, suspensão e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu".| LER MAIS | CATARINA REAL |
SUSANA PILAR
NOT ALONE
Galleria Continua (Paris - Marais), Paris
Susana Pilar Delahante Matienzo presenteia-nos com um conjunto de obras de arte de pesquisas que se transformam com a apresentação de novas criações. O desenvolver do seu corpo e presença, em Not Alone, as salas e corredores abertos da galeria que compreendem a mostra, formam uma instalação gigante em que continuar é o movimento que faz a intenção.| LER MAIS | FILIPA BOSSUET |
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
21 MINUTES POUR UNE IMAGE
CAPC - CÃrculo de Artes Plásticas - Sede, Coimbra
No CAPC, expõem-se diferentes fases da sua produção, sobretudo imagens fixas, efetivamente fotográficas, mas também algumas em (Ãnfimo) movimento, sob a forma de dois vÃdeos. As várias imagens devem ser apreendidas e lidas em relação umas com as outras, enquanto um conjunto articulado. Ao visitar a exposição, testemunhamos como as obras de Maçãs de Carvalho detêm a invulgar e notável capacidade de transformarem o ordinário, o comum, em algo singular, cativante e poético.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
WILFRID ALMENDRA
HARVEST
Galeria Municipal de Arte de Almada, Almada
Almendra é hábil em representar a fugacidade, a transitoriedade do ato, e a sobrevivência do gesto anónimo das populações fragilizadas que procuram abrigar-se nas suas construções débeis e efémeras. É deles que faz homenagem. O esforço, por vezes inglório, dos povos que, mesmo sedentários, lutam contra as condições climáticas, económicas e ambientais adversas. Mas Almendra evoca a impressão digital dos trabalhadores, o incompleto, o gesto, o ato e a potência de Aristóteles.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
RITA MAGALHÃES
FACE A FACE – RITA MAGALHÃES E A NATUREZA-MORTA NA COLEÇÃO DO MNSR
Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto
Sejamos francos! Não nos sentimos frequentemente, ou quase sempre, um pouco aborrecidos perante naturezas-mortas? Podemos admirar a beleza, a riqueza, a abundância, as formas, as cores. Podemos ser seduzidos por efeitos de trompe-l'oeil, de analogias, de evocações ou por reflexos e jogos de luz. Elogiaremos o talento do pintor, a sua habilidade em representar a luz, as texturas. Perante uma natureza-morta, é suposto meditar sobre a riqueza, sobre o poder, sobre a passagem do tempo, sobre a fugacidade dos prazeres, sobre a morte muitas vezes face às vaidades. Mas admitamos, muitas vezes é um pouco aborrecido.| LER MAIS | MARC LENOT |
SUSANA ROCHA
LEAKING BODIES
Plato (Porto), Porto
Nos alicerces discursivos que ajudaram a formatar a exposição “Leaking Bodiesâ€, a artista Susana Rocha reflete sobre o princÃpio desse corpo expandido legitimado, pela aceleração tecnocientÃfica, como corpo-máquina asséptico e otimizado, e que é exposto a uma “anestesia†afetiva e ausência de “excreção emocionalâ€. Nessa fenda que se abre, o prazer desloca-se do toque para o clique, e do vivido para o imaginado.| LER MAIS | SANDRA SILVA |
ANDRÉ ROMÃO
INVERNO
Galeria Vera Cortês (Alvalade), Lisboa
André Romão é um belo exemplo de um trabalho ao mesmo tempo romântico e simbolista, metafórico e escultórico, contemporâneo e atemporal, trazendo à vida Inverno, na Galeria Vera Cortês: uma enluarada exposição, introspectiva e minimalista que apresenta um conjunto de 8 peças de elevada carga poética, iluminadas por lâmpadas que ao mesmo tempo iluminam e concedem sombra aos objetos.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
12 MAR - COLECTIVA: ID, curadoria de Nuno AnÃbal Figueiredo
PAVILHÃO 31
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
14 MAR - PERFORMANCE: Transformação de Carlos Bunga
CAM - CENTRO DE ARTE MODERNA


















