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PREVIEW
15.ª edição do GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea | 5 a 14 de fevereiro, Guimarães
O festival propõe como mote a "sincronização da diversidade", cruzando dança contemporânea, pensamento crÃtico e relação entre corpo humano e natureza. O programa integra estreias absolutas e nacionais, coproduções, obras selecionadas pela rede europeia Aerowaves e o regresso de coreógrafos com uma ligação histórica aos 15 anos do festival.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
RITA MAGALHÃES
FACE A FACE – RITA MAGALHÃES E A NATUREZA-MORTA NA COLEÇÃO DO MNSR
Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto
Sejamos francos! Não nos sentimos frequentemente, ou quase sempre, um pouco aborrecidos perante naturezas-mortas? Podemos admirar a beleza, a riqueza, a abundância, as formas, as cores. Podemos ser seduzidos por efeitos de trompe-l'oeil, de analogias, de evocações ou por reflexos e jogos de luz. Elogiaremos o talento do pintor, a sua habilidade em representar a luz, as texturas. Perante uma natureza-morta, é suposto meditar sobre a riqueza, sobre o poder, sobre a passagem do tempo, sobre a fugacidade dos prazeres, sobre a morte muitas vezes face às vaidades. Mas admitamos, muitas vezes é um pouco aborrecido.| LER MAIS | MARC LENOT |
SUSANA ROCHA
LEAKING BODIES
Plato (Porto), Porto
Nos alicerces discursivos que ajudaram a formatar a exposição “Leaking Bodiesâ€, a artista Susana Rocha reflete sobre o princÃpio desse corpo expandido legitimado, pela aceleração tecnocientÃfica, como corpo-máquina asséptico e otimizado, e que é exposto a uma “anestesia†afetiva e ausência de “excreção emocionalâ€. Nessa fenda que se abre, o prazer desloca-se do toque para o clique, e do vivido para o imaginado.| LER MAIS | SANDRA SILVA |
ANDRÉ ROMÃO
INVERNO
Galeria Vera Cortês (Alvalade), Lisboa
André Romão é um belo exemplo de um trabalho ao mesmo tempo romântico e simbolista, metafórico e escultórico, contemporâneo e atemporal, trazendo à vida Inverno, na Galeria Vera Cortês: uma enluarada exposição, introspectiva e minimalista que apresenta um conjunto de 8 peças de elevada carga poética, iluminadas por lâmpadas que ao mesmo tempo iluminam e concedem sombra aos objetos.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
PEDRO CASQUEIRO
DETOUR
MAAT, Lisboa
O mais fascinante, na obra de Pedro Casqueiro, é a renúncia: à historicidade, à obrigatoriedade de um sentido, à linearidade cronológica, e manifestação evolutiva da obra do artista. Nas diferentes obras, presentes na exposição antológica Detour, que agora decorre no MAAT, de cerca de 80 pinturas, Casqueiro permite-nos, na sua pintura, o reconhecimento de vários recuos, avanços, regressos, antinomias, circularidades, confrontos e ligações.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
HUGO LEITE, ED FREITAS E THALES LUZ
EU SOU AQUELE QUE ESTÃ LONGE
Espaço MIRA, Porto
Ao entrarmos no Espaço Mira, a luz branca dos dias cinzentos caracterÃsticos do Porto desaparece, dando lugar à luz baixa e quente da sala de exposição. Dá-se assim, o inÃcio à exposição coletiva “Eu sou aquele que está longeâ€, com curadoria de Susana Chiocca. As afinidades formais e conceptuais dos três artistas - Hugo Leite, Ed Freitas e Thales Luz - sobretudo pela centralidade do corpo e ligados à dança, performance e teatro, constroem um campo de relações que atravessa toda a exposição e se estende à obra artÃstica da própria curadora.| LER MAIS | LEONOR GUERREIRO QUEIROZ |
ANNE IMHOF
FUN IST EIN STAHLBAD
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Ambiciosa a vários nÃveis, a primeira mostra individual da artista germânica em Portugal, em exibição no Museu de Serralves, afirma-se nas palavras da curadora Inês Grosso: como uma espécie de manifesto depurado da artista, uma sÃntese de vários temas que atravessam o seu trabalho nos últimos anos. Em causa, ao longo da exposição, encontra-se a ideia de liberdade na época contemporânea, tema fundamental na prática artÃstica de Imhof (1978), com particular incidência sobre a liberdade dos corpos e o modo como ideias de divertimento e lazer têm vindo a reproduzir lógicas de trabalho que contribuem para nos disciplinar e silenciar.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
COLECTIVA
SOPRO LUMINAR
Quinta da Cruz - Centro de Arte Contemporânea, Viseu
A luz é a possibilidade única de percepção e experiência visual do mundo. A luz é direcional, isola, realça e guia o olhar. Na esfera da arte, foi sempre um elemento central. Desvela figuras, paisagens e narrativas, mas também sentidos e emoções. Se nos frescos e mosaicos antigos, a luz era sobretudo simbólica, caso da luz divina e eterna, desde o Renascimento que foi compreendida e estudada enquanto fenómeno cientÃfico e ótico. Mas a luz ganhou uma renovada importância com o surgimento da fotografia, técnica dela integralmente dependente.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
11 FEV - COLECTIVA: 7.ª edição Habitar Portugal
MAC/CCB - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA
14 FEV - ISABEL CARVALHO: Arder a Palavra
LUGAR DO DESENHO - FUNDAÇÃO JÚLIO RESENDE
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
14 FEV - LANÇAMENTO DO LIVRO: Lovesong de Ãlvaro Rosendo
GALERIA MONUMENTAL


















