NOTÃCIAS
:: Fundação Manuel Cargaleiro divulga finalistas dos Prémios Manuel Cargaleiro
PREVIEW
Retrospectiva João Penalva: Programa comemorativo 30 anos de trabalho | Abril a Julho, na Culturgest, Pavilhão Branco e Cinemateca Portuguesa
A exposição "Personagens e Intérpretes", com curadoria de Bruno Marchand, comemora os 50 anos de trabalho de João Penalva como artista plástico e 30 anos do inÃcio de uma categoria de obras singular. O programa estende-se à s Galerias Municipais de Lisboa e à Cinemateca Portuguesa.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
ANNA MARIA MAIOLINO
TERRA POÉTICA
MAAT, Lisboa
Maiolino trabalha com grandes peças de argila, trazendo para o espaço expositivo obras de projeção dimensional ampla que não exigem que busquemos por elas, concentremo-nos nelas. Elas se impõem no espaço, vistas de longe ou perto, avistadas desde o inÃcio da exposição. Dadas as formas – espiralares, macarrônicas, enlaçadas – das esculturas, forjadas em argila, as suas dimensões sugerem, também, uma demora: pode-se quase ver a permanência da artista nas obras, as suas mãos a enrolar, a apertar, a compor umas peças nas outras, lidando com a sua organicidade, com a sua estabilidade possÃvel, seu endurecimento posterior, sua eventual quebra.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
SILVESTRE PESTANA
COLAPSO
Galeria Municipal do Porto, Porto
A exposição Colapso, de Silvestre Pestana, inscreve-se numa linha de continuidade com a prática do artista, onde a experimentação tecnológica e a reflexão crÃtica sobre os sistemas de mediação se entrelaçam de forma persistente. Intensifica-se uma consciência de limite: limite dos sistemas, das imagens, da própria ideia de progresso que durante décadas sustentou a relação entre arte e tecnologia. A partir da poesia visual que constituiu o inÃcio do percurso artÃstico de Silvestre Pestana, na década de 1960, esta exposição, muitos anos depois, recupera e reinscreve esse momento inaugural numa gramática contemporânea.| LER MAIS | LEONOR GUERREIRO QUEIROZ |
DANIEL BLAUFUKS
(AINDA) À ESPERA DE GODOT
Galeria Vera Cortês (Alvalade), Lisboa
Com um trabalho vasto e maduro no campo da fotografia, tendo-se dedicado à memória, ao exÃlio, à cidade de Lisboa, ao quotidiano — e tendo usado largamente sequências narrativas nas suas exposições – pode-se dizer que a exposição de Blaufuks na Vera Cortês é uma continuidade e uma abertura poética no seu trabalho. Se as suas fotografias distinguem-se, de maneira geral, por uma qualidade silenciosa e introspectiva, fortemente influenciado pela literatura e pelo cinema, Blaufuks, na exposição (Ainda) À espera de Godot, mantém a memória de soslaio, como tecitura da própria fotografia, abrindo um campo fértil de esperas naturais.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
AGNES ESSONTI LUQUE
HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO
Museo Nacional de AntropologÃa - Madrid, Madrid
Ao entrar no Museu Nacional de Antropologia de Madrid, a exposição de Essonti Luque é uma abertura – dentro das diversas ações e posicionamentos do museu – para se refletir em conjunto novas dinâmicas, através das perspectivas de existência e pesquisa da identidade afrodescendente. Não se trata de uma construção completamente fora dos mecanismos do museu, configura-se como um nicho do cérebro. Nesse diálogo, há paredes e chão pretos, assim como paredes de um avermelhado, alaranjado, de tons terra. Essa cor faz lembrar a areia vermelha caracterÃstica de muitos paÃses africanos, o óleo de palma e o tom do crustáceo camarão.| LER MAIS | FILIPA BOSSUET |
ABEL RODRÃGUEZ
MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÂNCIA
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo
A primeira escolha quanto a Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância, exposição de Abel RodrÃguez (1941-2025), é a porta de entrada e a consequente direcção da circulação no espaço expositivo. Circule-se a favor ou contra sentido horário, Mogaje Guihu - nome indÃgena do artista pertencente ao clã Gavilán, das comunidades Nonuya e Muinane da Amazónia colombiana, e cujo significado é “pena de gavião brilhante†- e respectivos conhecimentos e imaginação botânica são dados a ver com diferentes tonalidades anÃmicas.| LER MAIS | CATARINA REAL |
JESSE WINE
AMOR E OUTROS ESTRANHOS
Fortes D'Aloia & Gabriel - Barra Funda, São Paulo
Apresentam-se dois grupos de esculturas, que de alguma forma resvalam por sensibilidades diferentes. Se o compacto das esculturas metamórficas, monocromos voluptuosos, marcam o espaço com uma gravidade séria, e um formalismo com reminiscências do século XX, o segundo grupo de esculturas - o que me apelou à sensibilidade e memórias de ligação à terra, e de um retorno a esse espaço simbólico para o qual os sucessivos portais nos prepararam, o mesmo a que o faz de conta inevitavelmente recorre - aparentemente frágil, de uma delicadeza espectral.| LER MAIS | CATARINA REAL |
ALEXANDRE CONEFREY
CONRAD
Galeria 111, Lisboa
A nova série de pinturas intitulada Conrad marca, de certa maneira, uma nova reflexão sobre algumas das suas explorações anteriores, muitas das quais relacionadas com a densidade negra da paisagem em conexão com a prática rigorosa do desenho. De facto, há em Conrad uma vibração cromática e uma gestualidade que operam de forma diferente de outras obras mais monocromáticas e “silenciosas†do passado. Embora o artista não renuncie ao rigor do desenho, existem nuances importantes nesta série em que sobressai a pincelada como estrutura dinamizadora da aplicação da cor e que ganha agora um novo protagonismo fÃsico.| LER MAIS | CARLOS FRANÇA |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
17 ABR - COLECTIVA: Arte & Moda
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
18 ABR - Apresentação + atelier: Matriz de Vanessa Barragão
MUDE - MUSEU DO DESIGN E DA MODA


















