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:: Hamburger Bahnhof celebra 30º aniversário
PREVIEW
Ciclo Rober Beavers, o cinema como revelação | 23 a 28 de Março, Cinemateca Portuguesa
Rober Beavers é um dos grandes nomes do cinema experimental norte-americano que emergiu em Nova Iorque no final dos anos sessenta, embora tenha realizado a maior parte do seu trabalho cinematográfico fora dos Estados Unidos. A Cinemateca dedica-lhe um ciclo este mês.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
JESSE WINE
AMOR E OUTROS ESTRANHOS
Fortes D'Aloia & Gabriel - Barra Funda, São Paulo
Apresentam-se dois grupos de esculturas, que de alguma forma resvalam por sensibilidades diferentes. Se o compacto das esculturas metamórficas, monocromos voluptuosos, marcam o espaço com uma gravidade séria, e um formalismo com reminiscências do século XX, o segundo grupo de esculturas - o que me apelou à sensibilidade e memórias de ligação à terra, e de um retorno a esse espaço simbólico para o qual os sucessivos portais nos prepararam, o mesmo a que o faz de conta inevitavelmente recorre - aparentemente frágil, de uma delicadeza espectral.| LER MAIS | CATARINA REAL |
ALEXANDRE CONEFREY
CONRAD
Galeria 111, Lisboa
A nova série de pinturas intitulada Conrad marca, de certa maneira, uma nova reflexão sobre algumas das suas explorações anteriores, muitas das quais relacionadas com a densidade negra da paisagem em conexão com a prática rigorosa do desenho. De facto, há em Conrad uma vibração cromática e uma gestualidade que operam de forma diferente de outras obras mais monocromáticas e “silenciosas†do passado. Embora o artista não renuncie ao rigor do desenho, existem nuances importantes nesta série em que sobressai a pincelada como estrutura dinamizadora da aplicação da cor e que ganha agora um novo protagonismo fÃsico.| LER MAIS | CARLOS FRANÇA |
COLECTIVA
1º CICLO EXPOSITIVO 2026
Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa
Esta exposição, primeiro passo do ciclo expositivo de 2026, apresenta obras essenciais da colecção do museu dedicado ao casal de artistas juntamente com obras de Rui Sanchez e Teresa Segurado Pavão, Frida Baranek, Vasco Futscher e ainda obras de Sara & André e Francisco Janes, estas últimas resquÃcio da programação do anterior ciclo expositivo. Diz-nos o dossier de imprensa que “todos estes trabalhos, uns mais próximos da coleção permanente, outros deliberadamente mais autónomos, aprofundam a ambiguidade entre superfÃcie e volume, suspensão e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu".| LER MAIS | CATARINA REAL |
SUSANA PILAR
NOT ALONE
Galleria Continua (Paris - Marais), Paris
Susana Pilar Delahante Matienzo presenteia-nos com um conjunto de obras de arte de pesquisas que se transformam com a apresentação de novas criações. O desenvolver do seu corpo e presença, em Not Alone, as salas e corredores abertos da galeria que compreendem a mostra, formam uma instalação gigante em que continuar é o movimento que faz a intenção.| LER MAIS | FILIPA BOSSUET |
JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO
21 MINUTES POUR UNE IMAGE
CAPC - CÃrculo de Artes Plásticas - Sede, Coimbra
No CAPC, expõem-se diferentes fases da sua produção, sobretudo imagens fixas, efetivamente fotográficas, mas também algumas em (Ãnfimo) movimento, sob a forma de dois vÃdeos. As várias imagens devem ser apreendidas e lidas em relação umas com as outras, enquanto um conjunto articulado. Ao visitar a exposição, testemunhamos como as obras de Maçãs de Carvalho detêm a invulgar e notável capacidade de transformarem o ordinário, o comum, em algo singular, cativante e poético.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
WILFRID ALMENDRA
HARVEST
Galeria Municipal de Arte de Almada, Almada
Almendra é hábil em representar a fugacidade, a transitoriedade do ato, e a sobrevivência do gesto anónimo das populações fragilizadas que procuram abrigar-se nas suas construções débeis e efémeras. É deles que faz homenagem. O esforço, por vezes inglório, dos povos que, mesmo sedentários, lutam contra as condições climáticas, económicas e ambientais adversas. Mas Almendra evoca a impressão digital dos trabalhadores, o incompleto, o gesto, o ato e a potência de Aristóteles.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
RITA MAGALHÃES
FACE A FACE – RITA MAGALHÃES E A NATUREZA-MORTA NA COLEÇÃO DO MNSR
Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto
Sejamos francos! Não nos sentimos frequentemente, ou quase sempre, um pouco aborrecidos perante naturezas-mortas? Podemos admirar a beleza, a riqueza, a abundância, as formas, as cores. Podemos ser seduzidos por efeitos de trompe-l'oeil, de analogias, de evocações ou por reflexos e jogos de luz. Elogiaremos o talento do pintor, a sua habilidade em representar a luz, as texturas. Perante uma natureza-morta, é suposto meditar sobre a riqueza, sobre o poder, sobre a passagem do tempo, sobre a fugacidade dos prazeres, sobre a morte muitas vezes face às vaidades. Mas admitamos, muitas vezes é um pouco aborrecido.| LER MAIS | MARC LENOT |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
20 MAR - COLECTIVA: Sound field
3 + 1 ARTE CONTEMPORÂNEA
20 MAR - COLECTIVA: Diante do Tempo
CAV - CENTRO DE ARTES VISUAIS


















