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DARK SIDE OF IMAGINATION. JEWELLERY BY KADRI MÄLKCRISTINA FILIPE2026-04-25
Bancada de trabalho de Kadri Mälk, 2023. Fotografia e cortesia de Tanel Veenre
[A última obra de Kadri Mälk], 2022. Broche. Ouro, prata oxidada. Coleção particular. Fotografia de Kristi Paap. Cortesia do ETDM
Preâmbulo
Inicio este texto após reler uma passagem da entrevista completa de Susan Sontag à revista Rolling Stone, publicada em livro recentemente em Portugal. Foi este livro que me acompanhou na viagem a Tallinn, onde, a 26 de março, participei numa conversa torno da artista Kadri Mälk [1]. Leio-o ainda sob o impacto de Dark Side of Imagination, a exposição retrospetiva dedicada à artista, que esteve patente no Eesti Tarbekunsti- ja Disainimuuseum (ETDM), entre 4 de novembro de 2025 e 5 de abril de 2026. Uma entrevista sobre o corpo e a espiritualidade, o amor e a resistência — temas que, de formas distintas, atravessam também a obra de Kadri Mälk. Não sei se Kadri Mälk leu Susan Sontag, nem se Sontag alguma vez conheceu ou usou as suas joias. Mas entre ambas reconhece-se uma estreita afinidade: uma desconfiança comum em relação à interpretação enquanto redução da experiência. Tal como Sontag defende em Contra a Interpretação, também a obra de Mälk parece resistir a leituras unívocas, afirmando-se antes como campo sensível onde o corpo, a matéria e a dimensão espiritual coexistem sem se deixarem fixar. É nesse território — entre o visível e o indizível — que ambas operam. É por isso particularmente inspirador escrever sobre Mälk no intervalo da leitura de Sontag.
Céu visto da campa de Kadri Mälk. Fotografia Cristina Filipe, 2026
The most permanent things are always those that are temporary. [2]
Tenho adiado escrever sobre esta exposição por ela parecer dispensar palavras que a interpretem. Precisei de esperar pelo seu encerramento — ontem, dia 5 de abril, domingo de Páscoa — para finalmente iniciar esta reflexão que, mais do que uma interpretação, pretende ser uma descrição: uma tentativa de fixar uma exposição que se quer irredutível. É uma estranha sensação imaginar que uma constelação tão imaculada de joias, desenhos, fotografias, design expositivo, som e filme tenha um fim. É como assistir à segunda morte de Kadri Mälk — como perdê-la duas vezes: primeiro, no dia 1 de janeiro de 2023, simbolicamente no dia de Ano Novo; agora, no dia seguinte à Ressurreição. Estive presente no funeral de Kadri Mälk e pude prestar-lhe essa homenagem. Visitei a exposição por duas vezes, ambas precedidas de uma passagem pela sua campa. Esse ritual — tão caro a Kadri — tornou-se parte do impacto da exposição. A exposição resulta de um trabalho curatorial rigoroso, conduzido por Krista Kodres e Kai Lobjakas e sustentado por uma equipa, que inclui Ketli Tiitsar, que torna visível — com notável precisão — a obra única de Kadri Mälk. A montagem da sua coleção de joias, a cargo dos seus discípulos Tanel Veenre e Kriistina Lauritz, integra-se de forma orgânica no percurso expositivo. A exposição centra-se, assim, tanto na obra criativa da artista como no seu papel enquanto colecionadora. Como referem as curadoras, vista na sua totalidade, a sua obra revela uma notável riqueza e versatilidade de expressão, marcada por uma tensão entre imaginação e meios que gera uma intensidade perceptível nas peças, tornando-as objetos com forte carga emocional. [3] A clareza do design gráfico de Indrek Sirkel — que convida à leitura dos textos de sala e das legendas —, o preciso desenho expositivo de Pille Lausmäe e o hipnótico desenho de som criado por Janek Murd constituem elementos determinantes na construção desta experiência — não como suporte, mas como parte ativa da linguagem da exposição. Começo pelo som hipnótico que Janek Murd desenhou. Como um mantra, capta a nossa atenção e fixa o olhar nas obras. Esta peça, de duração contínua e extensão invulgar, é um elemento vital da exposição — é ela que nos convida a entrar, envolvendo-nos desde o primeiro momento. Perdemos, no som, o sentido do tempo, sem nunca nos alhearmos do que vemos; pelo contrário, tornamo-nos mais atentos, vendo para lá do que nos é dado. A mente é, assim, ativada ao seu expoente máximo, e as obras de Kadri Mälk estabelecem um diálogo que ultrapassa o olhar, cumprindo a sua função essencial [imagens 1, 2]. O design expositivo, simples e rigoroso, cumpre a missão de acolher a alma gótica da artista e de apresentar uma obra complexa com respeito e dignidade. Um «altar» contínuo com cerca de noventa metros, composto por módulos minimais, pintados de preto e púrpura — as cores de eleição da artista — cujas variações pontiagudas no seu contorno acentuam esse carácter gótico, percorre as duas salas do museu, que não poderiam ser mais adequadas [imagens 3, 4]. O museu está instalado num antigo celeiro, um edifício que remonta ao final do século XVII, posteriormente adaptado para o acolher em 1980. As salas, embora situadas no piso térreo, no contexto desta exposição e na ausência de luz, lembram catacumbas. Os tetos abobadados em cruz, sustentados por grossas colunas pintadas de branco — baixos —, e o chão em lajes de pedra escura, de corte retangular, frio e neutro, criam um ambiente rígido e austero, evocando uma espacialidade de matriz gótica. As joias imaculadas dispõem-se ao longo do «altar», isoladas ou em pequenos grupos, protegidas por setenta e cinco campânulas de vidro, de diferentes tamanhos, que as configuram como «relíquias». A luz — num total de cento e dez focos — pontua cada conjunto e incide sobre as peças, intensificando a sua presença. O espaço assume, assim, um carácter simultaneamente místico e sagrado [imagem 5]. As cerca de duzentas [4] peças em exposição, realizadas entre a década de 1980 e a de 2020 — sendo a mais antiga datada de 1986 e a mais recente, de 2022, assinalada como última realizada pela artista — organizam-se em dez secções temáticas, cada uma acompanhada por uma citação da artista. Os nomes dessas secções surgem inscritos nas largas colunas brancas que sustentam o teto abobadado [imagens 6, 7]. Metaforicamente, estes pilares são também a coluna vertebral da obra de Kadri Mälk: os temas que a perseguiram e acompanharam ao longo da vida.
Magical [Mágico]
A primeira sala apresenta, na parede de entrada, um texto curatorial preciso que introduz o processo criativo da artista e o contexto histórico percorrido pela sua imaginação [imagem 8]. Esse texto surge ao lado de três retratos seus do início da década de 1990.
Dark Side of Imagination. Jewellery by Kadri Mälk. Detalhes do painel de entrada com retrato de Kadri Mälk (início da década de 1990). Fotógrafo desconhecido. Cortesia ETDM
Um tríptico cinematográfico, composto por três planos sequenciais a preto e branco, mostra-a a olhar-nos de frente, olhos nos olhos, enquanto se vislumbram, ao que parece, as icónicas águas-furtadas onde viveu e trabalhou a partir do Ano Novo de 1990. Na parede oposta, uma fotografia muito aproximada do seu atelier — de novo um plano quase cinematográfico — permite-nos ser voyeurs da sua maior intimidade: a sua bancada de trabalho, fixada após a sua morte (2023), por Tanel Veenre. [5] [imagem 9]. Na segunda sala, a parede da esquerda apresenta uma sequência de desenhos de joias, realizados entre 1980 e 2000s, dispostos em linha contínua. Esboços simples e alguns desenhos mais detalhados revelam o modo como a artista pensava a joalharia — como a projetava e construía. São desenhos de contorno, muito minimalistas, mas também de um certo expressionismo, nos quais o seu traço gótico se torna sempre evidente [imagem 10]. Na parede oposta, que encerra a exposição, encontra-se Hunt, a coleção de joalharia que Mälk reuniu ao longo de quarenta anos, composta por duzentas e setenta e cinco peças de cento e quarenta e cinco artistas de diversas nacionalidades, quase todos amigos, colegas e muitos seus discípulos [imagem 11]. Uma grande vitrine contra a parede exibe, por ordem alfabética dos nomes dos artistas, esta coleção, revelando uma dimensão esotérica e xamânica que prolonga a obra de Kadri Mälk e o seu desejo de apoiar e incentivar esta disciplina, para além da sua própria prática artística. Kadri usava regularmente, com orgulho, as joias da sua coleção. Uma concentração improvável de autores, tipologias, materiais e dimensões expande-se para lá da vitrine — uma peça de grande escala encontra-se suspensa na parede, sobre o vidro, anunciando a sua continuidade. Hoje sob a responsabilidade de Tanel Veenre, aguardamos o que o seu futuro reserva [imagem 12]. No final do percurso, é apresentado o filme Dark Side of Imagination, da realizadora Marianne Korver, de 2003, filmado na ilha de Muhu, na Estónia — lugar onde, em 2001, Kadri organizou o icónico simpósio Nocturnus, no qual tive o privilégio de participar —, incluindo também imagens da artista a trabalhar no atelier. O filme mostra ainda testemunhos de Tanel Veenre e de Harry Liivrand, historiador e curador da exposição Cidades Fronteiriças, mostrada em Tallinn e Lisboa no âmbito de Tallinn Capital Europeia da Cultura 2011.
Dark Side of Imagination. Jewellery by Kadri Mälk. Detalhes do filme Dark Side of Imagination (Marianne Korver, 2003). Vista da exposição. Fotografias da autora
Um filme que não só documenta a sua obra, como revela a visão criativa e os contextos paisagísticos e domésticos da sua prática — em particular a ilha de Muhu. Ao longo desse mesmo «altar», os seus livros Testament (2016) e Hunt (2020) surgem no espaço expositivo, disponíveis para manuseamento. O visitante é convidado a sentar-se e a permanecer nos módulos mais baixos do «altar». Nesse gesto simples, o espaço transforma-se: deixa de ser apenas expositivo para se tornar devocional, quase íntimo. Sentamo-nos na exposição como quem se recolhe, em oração –– fazemos parte dela [imagens 13, 14]. Esta passagem do texto curatorial acentua esse aspeto da sua obra:
Kadri Mälk era uma eterna exploradora do oculto: «O teu sistema nervoso está em constante atividade, e a tua capacidade de te questionares é intensa para além do razoável.» A sua imaginação procurava incansavelmente respostas. Cada uma das suas peças ostenta a sua marca característica — duas palmas da mão abertas, como se estivessem suspensas em oração. [6]
É neste estado de suspensão e recolhimento que as peças se revelam. Mais do que descrevê-las exaustivamente, procuro aproximar-me de alguns dos seus núcleos — deixando que cada uma conserve a sua opacidade e a sua força própria, recusando uma leitura que a esgote. As imagens que acompanham este texto funcionam assim como extensões dessa experiência, tal como as citações escolhidas pelos curadores que identificam cada secção [imagens 15, 16, 17, 18] Ao longo do percurso, surgem também algumas obras não presentes na exposição em grandes imagens impressas, colocadas diante de portas encerradas, ocultando a luz natural. Esse gesto sublinha o desejo de escuridão: são essas imagens que devolvem a luz ao espaço. Como um sopro, o espírito de Kadri Mälk entra, assim, por cada uma destas entradas de luz discretamente camuflados [imagem 19]. As sequências de joias em cada núcleo desenham uma caligrafia própria. Foram necessários vários percursos para discernir as subtis características que as distinguem ou aproximam. Angels é, provavelmente, o núcleo que melhor a representa: Unexpected Angel [Anjo inesperado], Patient Angel [Anjo paciente], Every Angel is Terrible [Todo o anjo é terrível], — parece ser o seu próprio corpo que surge na figura de cada anjo [imagens 20, 21, 22]. É também aqui que se encontra a sua última peça — já evocada na abertura do texto — uma lâmina em ouro, segurada por um cabo orgânico em prata oxidada, subtilmente pintada de azul. A peça parece revelar o interior de uma mão — frágil, trémula. A lâmina em ouro pálido não é agressiva; pelo contrário, é quente e suave. Deixa-nos a pensar se o momento da morte nos acolhe. Esta última obra contrasta com as primeiras, mais figurativas, do núcleo Magical, das décadas de 1980 e de 1990, onde a cor surge através de um rigoroso trabalho em esmalte, que revela a influência da sua professora de referência, Leili Kuldkepp (1931-2008), a quem dedicou o livro Õpetaja, publicado no último ano de vida, em 2022. Este núcleo integra For the Protection of the Sad (1986), a peça mais antiga em exposição. [imagem 23] Surpreende o rigor e a liberdade com que escolhe e combina os materiais. Esse gesto percorre toda a exposição: desde uma contenção quase arcaica — visível no núcleo Magical — até soluções mais expressionistas, por vezes próximas de uma linguagem punk, como se observa no núcleo Respect.
Magical: Smell of the Fish, 2016. Colar. Faca de peixe em prata dourada reciclada, argola de prata, tinta, almandina, pérola preta. Fotografia e cortesia Tiit Rammul. Coleção Liesbeth den Besten
Como exemplo, refiro as duas peças que integram a coleção de Liesbeth den Besten: a primeira, Smell of The Fish [Cheiro a peixe] (2016), incorpora dois elementos readymade assistidos, com intervenção de pintura gestual (muito comum na sua prática): uma faca de peixe em prata e um aro gravado fragmentado, de tipologia clássica; a outra, Liesbeth Brooch [Broche de Liesbeth] (2017), dedicada à colecionadora, num gesto de agradecimento. A inscrição, quase hieroglífica — «Liesbeth with love» — surge pintada de rosa-fúcsia, criando uma disrupção inesperada face ao negro que atravessa grande parte da sua obra, como um grafitti.
Respect: Liesbeth Brooch, 2017. Broche. Cibatool esculpido, pintado. Fotografia da autora. Coleção Liesbeth den Besten
As próprias curadoras colocam a questão: em que consiste o fenómeno da joalharia de Kadri Mälk? Propõem pensar a sua obra como um território de carácter xamânico, no qual símbolo, emoção e matéria coexistem, e a experiência emerge da tensão entre forma e significado — um espaço em que não só as formas, mas também a materialidade atua, atuam como desencadeadoras de sentido. [7] [imagens 24, 25, 26, 27]. Dark Side of Imagination [O lado sombrio da imaginação], série iniciada em 1996 e que dá título à exposição, apresenta um conjunto de peças de formato aproximadamente quadrado, com cerca de sete centímetros e meio de lado, realizadas em ébano e madeira policromada, no centro das quais se inscreve um quadrado de pele de toupeira embutido — material de eleição da artista [imagens 28, 29]. Sobre essa superfície tátil, que remete simultaneamente para o interior da terra e para a escuridão, Kadri Mälk intervém com metais (prata, ferro, ouro), pedras (turmalina, espinélio, ónix) e outros materiais naturais, como dente de tubarão, cera de abelha ou ébano. São pequenas constelações, quase emolduramentos do imaginado. O preto e o azul profundo acentuam essa dimensão sombria, onde a imaginação não se limita a representar — expande-se [imagem 30].
Desde o nosso primeiro encontro «acidental», num elétrico em Amesterdão [8], quando ambas participávamos no workshop Jewellery and Shamanism, organizado por Ruudt Peters na Gerrit Rietveld Academie (1999), estabeleceram-se múltiplos laços entre a Estónia e Portugal, Tallinn e Lisboa, Kadri e eu. A sua última exposição individual em Lisboa, Post-Testament, com a minha curadoria, teve lugar em 2019, no Manuel Castilho Antiguidades, por ocasião do lançamento do meu primeiro livro. Em 2011, colaborámos na organização da exposição Cidades Fronteiriças, que reuniu dezoito artistas estonianos e dezoito portugueses. Em 2008, a Just Must levou artistas portugueses a Tallinn, à semelhança da Nocturnus, em 2001, ambas com a sua curadoria. Fata Morgana foi a sua primeira exposição individual em Lisboa, na Galeria Reverso, em 2005. Realizou também exposições no Porto, na Galeria Shibuishi, e foi professora convidada no Ar.Co (Lisboa) e na ESAD (Matosinhos), em diversas ocasiões. Apresentou ainda várias exposições, em Lisboa, com o grupo que fundou e liderou, o õhuloss. A primeira teve lugar em 2001, na Galeria Uno, no Centro Cultural de Belém, e a última ocorreu ainda em vida da artista, na Brotéria, no âmbito da Bienal Suor Frio, que lhe deve o título. Foi também para o lançamento do livro Suor Frio que visitou Lisboa pela última vez, em novembro de 2022 — cidade que tanto amava. Pelo seu contributo para o estreitamento das relações culturais entre Portugal e a Estónia, o Presidente Jorge Sampaio atribuiu-lhe a Ordem do Mérito, aquando da sua visita oficial a Tallinn, entre 11 e 13 de maio de 2003.
Ordem do Mérito (Portugal). Insígnia atribuída a Kadri Mälk, 2003. Cortesia da artista. Fotógrafo não identificado
Cristina FilipeÉ doutorada em Estudos do Património pela Universidade Católica do Porto – Escola das Artes (2018) e investigadora do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da mesma Escola. Mestre em Artes e Design pelo Surrey Institute of Art & Design (2001), com bolsas da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Fundação Calouste Gulbenkian, respetivamente. Estudou joalharia no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual (1984-1987), Gerrit Rietveld Academie (1987-1988) e no Royal College of Arts (1992). Foi docente no curso de joalharia do Ar.Co (1989-2015), que dirigiu entre 2004 e 2015, e no da ESAD – Escola Superior de Artes e Design, Matosinhos (2001-2007). É, desde 1998, professora/artista convidada em múltiplas escolas internacionais e arguente de várias teses de mestrado e doutoramento. Recebeu o Susan Beech Mid-Career Artist Grant do Art Jewelry Forum (2017) para a realização do livro Joalharia Contemporânea em Portugal. Das Vanguardas de 1960 ao Início do Século XX (2019). Expõe internacionalmente desde 1984 e está representada em coleções públicas e privadas. É, desde 2005, programadora e curadora de exposições, simpósios e colóquios. Fundou e foi presidente da direção da PIN – Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea (2004-2023). Foi a criadora e curadora geral da 1.ª Bienal de Joalharia Contemporânea de Lisboa – Suor Frio (2021). Autora de vários artigos e ensaios, coordenadora editorial e científica do livro/catálogo Suor Frio (2022) e criadora e coordenadora científica da coleção J da Imprensa Nacional – o 1.º volume (Tereza Seabra) foi lançado em outubro de 2024.
Agradecimentos Agradeço aos estudantes e professores da Vilnius Academy of Arts — Halė Bilotė, Emilija Dapkutė, Emilija Giedraitė, Karolina Kalinauskaitė, Milda Karaliūtė, Milda Šimkevičiūtė, Rosana Lukauskaitė e Neringa Poškutė-Jukumienė — com quem realizei a residência artística Uncertainty. A Tribute to Kadri Mälk: Celebrating Her Artistic Legacy, na Nida Art Colony, que me proporcionou uma primeira visita à exposição Dark Side of Imagination. Jewellery by Kadri Mälk, cuidadosamente guiada pelas curadoras, bem como uma imersão profunda na vida e obra da artista, graças à reflexão sensível deste grupo — um privilégio. Agradeço às curadoras Krista Kodres e Kai Lobjakas, esta também diretora do museu, bem como a toda a sua equipa, nomeadamente a Ketli Tiitsar e Kristi Paap, pelo apoio imprescindível. Agradeço a Tiit Rammul, fotógrafo de eleição de Kadri Mälk, pela generosidade na cedência das suas imagens. Estendo ainda o meu agradecimento a Tanel Veenre pela sua presença constante e generosidade, e aos restantes membros do õhuloss Piret Hirv, Kristiina Laurits, Eve Margus e Villu Plink. A Mati e a Kadri — Obrigadíssima [imagem 31].
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[1] O debate contou com a participação de Liesbeth den Besten e foi moderada por Kai Lobjakas, diretora do museu.
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