Links

OPINIÃO


Uma Criatura Gentil, de Sergei Loznitsa


A Câmara de Claire, de Hong Sang-soo


Sra. Fang, de Wang Bing

Outros artigos:

CONSTANÇA BABO

2018-11-17
CHRISTIAN BOLTANSKI NO FÓRUM DO FUTURO

KATY STEWART

2018-10-16
ENTRE A MEMÓRIA E O SEU APAGAMENTO: O GRANDE KILAPY DE ZÉZÉ GAMBOA E O LEGADO DO COLONIALISMO PORTUGUÊS

HELENA OSÓRIO

2018-09-13
JORGE LIMA BARRETO: CRIADOR DO CONCEITO DE MÚSICA MINIMALISTA REPETITIVA

CONSTANÇA BABO

2018-07-29
VER AS VOZES DOS ARTISTAS NO METRO DO PORTO, COM CURADORIA DE MIGUEL VON HAFE PÉREZ

JOANA CONSIGLIERI

2018-06-14
EXPANSÃO DA ARTE POR LISBOA, DUAS VISÕES DE FEIRAS DE ARTE: ARCOLISBOA E JUSTLX - FEIRAS INTERNACIONAIS DE ARTE CONTEMPORÂNEA

RUI MATOSO

2018-05-12
E AGORA, O QUE FAZEMOS COM ISTO?

HELENA OSÓRIO

2018-03-30
PARTE II - A FAMOSA RAINHA NZINGA (OU NJINGA) – TÃO AMADA, QUANTO TEMIDA E ODIADA, EM ÁFRICA E NO MUNDO

HELENA OSÓRIO

2018-02-28
PARTE I - A RAINHA NZINGA E O TRAJE NA PERSPECTIVA DE GRACINDA CANDEIAS: 21 OBRAS DOADAS AO CONSULADO-GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO PORTO. POLÉMICAS DO SÉCULO XVII À ATUALIDADE

MARIA VLACHOU

2018-01-25
CAN WE LISTEN? (PODEMOS OUVIR?)

FERNANDA BELIZÁRIO E RITA ALCAIRE

2017-12-23
O QUE HÁ DE QUEER EM QUEERMUSEU?

LUÍS RAPOSO

2017-10-08
A CASA DA HISTÓRIA EUROPEIA: AFINAL A MONTANHA NÃO PARIU UM RATO, MAS QUASE

MARC LENOT

2017-09-03
CORPOS RECOMPOSTOS

MARC LENOT

2017-07-29
QUER PASSAR A NOITE NO MUSEU?

LUÍS RAPOSO

2017-06-30
PATRIMÓNIO CULTURAL E MUSEUS: O QUE ESTÁ POR DETRÁS DOS “CASOS”

MARZIA BRUNO

2017-05-31
UM LAMPEJO DE LIBERDADE

SERGIO PARREIRA

2017-04-26
ENTREVISTA COM AMANDA COULSON, DIRETORA ARTÍSTICA DA VOLTA FEIRA DE ARTE

LUÍS RAPOSO

2017-03-30
A TRAGICOMÉDIA DA DESCENTRALIZAÇÃO, OU DE COMO SE ARRISCA ESTRAGAR UMA BOA IDEIA

SÉRGIO PARREIRA

2017-03-03
ARTE POLÍTICA E DE PROTESTO | THE TRUMP EFFECT

LUÍS RAPOSO

2017-01-31
ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL - PARTE 2: O CURTO PRAZO

LUÍS RAPOSO

2017-01-13
ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL – PARTE 1: O LONGO PRAZO

SERGIO PARREIRA

2016-12-13
A “ENTREGA” DA OBRA DE ARTE

ANA CRISTINA LEITE

2016-11-08
A MINHA VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO...OU COISAS DO CORAÇÃO

NATÁLIA VILARINHO

2016-10-03
ATLAS DE GALANTE E BORRALHO EM LOULÉ

MARIA LIND

2016-08-31
NAZGOL ANSARINIA – OS CONTRASTES E AS CONTRADIÇÕES DA VIDA NA TEERÃO CONTEMPORÂNEA

LUÍS RAPOSO

2016-06-23
“RESPONSABILIDADE SOCIAL”, INVESTIMENTO EM ARTE E MUSEUS: OS PONTOS NOS IS

TERESA DUARTE MARTINHO

2016-05-12
ARTE, AMOR E CRISE NA LONDRES VITORIANA. O LIVRO ADOECER, DE HÉLIA CORREIA

LUÍS RAPOSO

2016-04-12
AINDA OS PREÇOS DE ENTRADA EM MUSEUS E MONUMENTOS DE SINTRA E BELÉM-AJUDA: OS DADOS E UMA PROPOSTA PARA O FUTURO

DÁRIA SALGADO

2016-03-18
A PAISAGEM COMO SUPORTE DE REPRESENTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA NA OBRA DE ANDREI TARKOVSKY

VICTOR PINTO DA FONSECA

2016-02-16
CORAÇÃO REVELADOR

MIRIAN TAVARES

2016-01-06
ABSOLUTELY

CONSTANÇA BABO

2015-11-28
A PROCURA DE FELICIDADE DE WOLFGANG TILLMANS

INÊS VALLE

2015-10-31
A VERDADEIRA MUDANÇA ACABA DE COMEÇAR | UMA ENTREVISTA COM O GALERISTA ZIMBABUEANO JIMMY SARUCHERA PELA CURADORA INDEPENDENTE INÊS VALLE

MARIBEL MENDES SOBREIRA

2015-09-17
PARA UMA CONCEPÇÃO DA ARTE SEGUNDO MARKUS GABRIEL

RENATO RODRIGUES DA SILVA

2015-07-22
O CONCRETISMO E O NEOCONCRETISMO NO BRASIL: ELEMENTOS PARA REFLEXÃO CRÍTICA

LUÍS RAPOSO

2015-07-02
PATRIMÓNIO CULTURAL E OS MUSEUS: VISÃO ESTRATÉGICA | PARTE 2: O PRESENTE/FUTURO

LUÍS RAPOSO

2015-06-17
PATRIMÓNIO CULTURAL E OS MUSEUS: VISÃO ESTRATÉGICA | PARTE 1: O PASSADO/PRESENTE

ALBERTO MORENO

2015-05-13
OS CORVOS OLHAM-NOS

Ana Cristina Alves

2015-04-12
PSICOLOGIA DA ARTE – ENTREVISTA A ANTÓNIO MANUEL DUARTE

J.J. Charlesworth

2015-03-12
COMO NÃO FAZER ARTE PÚBLICA

JOSÉ RAPOSO

2015-02-02
FILMES DE ARTISTA: O ESPECTRO DA NARRATIVA ENTRE O CINEMA E A GALERIA.

MARIA LIND

2015-01-05
UM PARQUE DE DIVERSÕES EM PARIS RELEMBRA UM CONTO DE FADAS CLÁSSICO

Martim Enes Dias

2014-12-05
O PRINCÍPIO DO FUNDAMENTO: A BIENAL DE VENEZA EM 2014

MARIA LIND

2014-11-11
O TRIUNFO DOS NERDS

Jonathan T.D. Neil

2014-10-07
A ARTE É BOA OU APENAS VALIOSA?

José Raposo

2014-09-08
RUMORES DE UMA REVOLUÇÃO: O CÓDIGO ENQUANTO MEIO.

Mike Watson

2014-08-04
Em louvor da beleza

Ana Catarino

2014-06-28
Project Herácles, quando arte e política se encontram no Parlamento Europeu

Luís Raposo

2014-05-27
Ingressos em museus e monumentos: desvario e miopia

Filipa Coimbra

2014-05-06
Tanto Mar - Arquitectura em DERIVAção | Parte 2

Filipa Coimbra

2014-04-15
Tanto Mar - Arquitectura em DERIVAção | Parte 1

Rita Xavier Monteiro

2014-02-25
O AGORA QUE É LÁ

Aimee Lin

2014-01-15
ZENG FANZHI

FILIPE PINTO

2013-12-20
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 4 de 4)

FILIPE PINTO

2013-11-28
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 3 de 4)

FILIPE PINTO

2013-10-25
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 2 de 4)

FILIPE PINTO

2013-09-16
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 1 de 4)

JULIANA MORAES

2013-08-12
O LUGAR DA ARTE: O “CASTELO”, O LABIRINTO E A SOLEIRA

JUAN CANELA

2013-07-11
PERFORMING VENICE

JOSÉ GOMES PINTO (ECATI/ULHT)

2013-05-05
ARTE E INTERACTIVIDADE

PEDRO CABRAL SANTO

2013-04-11
A IMAGEM EM MOVIMENTO NO CONTEXTO ESPECÍFICO DAS ARTES PLÁSTICAS EM PORTUGAL

MARCELO FELIX

2013-01-08
O ESPAÇO E A ORLA. 50 ANOS DE ‘OS VERDES ANOS’

NUNO MATOS DUARTE

2012-12-11
SOBRE A PERTINÊNCIA DAS PRÁTICAS CONCEPTUAIS NA FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA

FILIPE PINTO

2012-11-05
ASSEMBLAGE TROCKEL

MIGUEL RODRIGUES

2012-10-07
BIRD

JOSÉ BÁRTOLO

2012-09-21
CHEGOU A HORA DOS DESIGNERS

PEDRO PORTUGAL

2012-09-07
PORQUE É QUE OS ARTISTAS DIZEM MAL UNS DOS OUTROS + L’AFFAIRE VASCONCELOS

PEDRO PORTUGAL

2012-08-06
NO PRINCÍPIO ERA A VERBA

ANA SENA

2012-07-09
AS ARTES E A CRISE ECONÓMICA

MARIA BEATRIZ MARQUILHAS

2012-06-12
O DECLÍNIO DA ARTE: MORTE E TRANSFIGURAÇÃO (II)

MARIA BEATRIZ MARQUILHAS

2012-05-21
O DECLÍNIO DA ARTE: MORTE E TRANSFIGURAÇÃO (I)

JOSÉ CARLOS DUARTE

2012-03-19
A JANELA DAS POSSIBILIDADES. EM TORNO DA SÉRIE TELEVISION PORTRAITS (1986–) DE PAUL GRAHAM.

FILIPE PINTO

2012-01-16
A AUTORIDADE DO AUTOR - A PARTIR DO TRABALHO DE DORIS SALCEDO (SOBRE VAZIO, SILÊNCIO, MUDEZ)

JOSÉ CARLOS DUARTE

2011-12-07
LOUISE LAWLER. QUALQUER COISA ACERCA DO MUNDO DA ARTE, MAS NÃO RECORDO EXACTAMENTE O QUÊ.

ANANDA CARVALHO

2011-10-12
RE-CONFIGURAÇÕES NO SISTEMA DA ARTE CONTEMPORÂNEA - RELATO DA CONFERÊNCIA DE ROSALIND KRAUSS NO III SIMPÓSIO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO PAÇO DAS ARTES

MARIANA PESTANA

2011-09-23
ARQUITECTURA COMISSÁRIA: TODOS A BORDO # THE AUCTION ROOM

FILIPE PINTO

2011-07-27
PARA QUE SERVE A ARTE? (sobre espaço, desadequação e acesso) (2.ª parte)

FILIPE PINTO

2011-07-08
PARA QUE SERVE A ARTE? (sobre espaço, desadequação e acesso) (1ª parte)

ROSANA SANCIN

2011-06-14
54ª BIENAL DE VENEZA: ILLUMInations

SOFIA NUNES

2011-05-17
GEDI SIBONY

SOFIA NUNES

2011-04-18
A AUTONOMIA IMPRÓPRIA DA ARTE EM JACQUES RANCIÈRE

PATRÍCIA REIS

2011-03-09
IMAGE IN SCIENCE AND ART

BÁRBARA VALENTINA

2011-02-01
WALTER BENJAMIN. O LUGAR POLÍTICO DA ARTE

UM LIVRO DE NELSON BRISSAC

2011-01-12
PAISAGENS CRÍTICAS

FILIPE PINTO

2010-11-25
TRINTA NOTAS PARA UMA APROXIMAÇÃO A JACQUES RANCIÈRE

PAULA JANUÁRIO

2010-11-08
NÃO SÓ ALGUNS SÃO CHAMADOS MAS TODA A GENTE

SHAHEEN MERALI

2010-10-13
O INFINITO PROBLEMA DO GOSTO

PEDRO PORTUGAL

2010-09-22
ARTE PÚBLICA: UM VÍCIO PRIVADO

FILIPE PINTO

2010-06-09
A PROPÓSITO DE LA CIENAGA DE LUCRECIA MARTEL (Sobre Tempo, Solidão e Cinema)

TERESA CASTRO

2010-04-30
MARK LEWIS E A MORTE DO CINEMA

FILIPE PINTO

2010-03-08
PARA UMA CRÍTICA DA INTERRUPÇÃO

SUSANA MOUZINHO

2010-02-15
DAVID CLAERBOUT. PERSISTÊNCIA DO TEMPO

SOFIA NUNES

2010-01-13
O CASO DE JOS DE GRUYTER E HARALD THYS

ISABEL NOGUEIRA

2009-10-26
ANOS 70 – ATRAVESSAR FRONTEIRAS

LUÍSA SANTOS

2009-09-21
OS PRÉMIOS E A ASSINATURA INDEX:

CAROLINA RITO

2009-08-22
A NATUREZA DO CONTEXTO

LÍGIA AFONSO

2009-08-03
DE QUEM FALAMOS QUANDO FALAMOS DE VENEZA?

LUÍSA SANTOS

2009-07-10
A PROPÓSITO DO OBJECTO FOTOGRÁFICO

LUÍSA SANTOS

2009-06-24
O LIVRO COMO MEIO

EMANUEL CAMEIRA

2009-05-31
LA SPÉCIALISATION DE LA SENSIBILITÉ À L’ ÉTAT DE MATIÈRE PREMIÈRE EN SENSIBILITÉ PICTURALE STABILISÉE

ROSANA SANCIN

2009-05-23
RE.ACT FEMINISM_Liubliana

IVO MESQUITA E ANA PAULA COHEN

2009-05-03
RELATÓRIO DA CURADORIA DA 28ª BIENAL DE SÃO PAULO

EMANUEL CAMEIRA

2009-04-15
DE QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS DE TEHCHING HSIEH? *

MARTA MESTRE

2009-03-24
ARTE CONTEMPORÂNEA NOS CAMARÕES

MARTA TRAQUINO

2009-03-04
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA III_A ARTE COMO UM ESTADO DE ENCONTRO

PEDRO DOS REIS

2009-02-18
O “ANO DO BOI” – PREVISÕES E REFLEXÕES NO CONTEXTO ARTÍSTICO

MARTA TRAQUINO

2009-02-02
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA II_DO ESPAÇO AO LUGAR: FLUXUS

PEDRO PORTUGAL

2009-01-08
PORQUÊ CONSTRUIR NOVAS ESCOLAS DE ARTE?

MARTA TRAQUINO

2008-12-18
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA I

SANDRA LOURENÇO

2008-12-02
HONG KONG A DÉJÀ DISPARU?

PEDRO DOS REIS

2008-10-31
ARTE POLÍTICA E TELEPRESENÇA

PEDRO DOS REIS

2008-10-15
A ARTE NA ERA DA TECNOLOGIA MÓVEL

SUSANA POMBA

2008-09-30
SOMOS TODOS RAVERS

COLECTIVO

2008-09-01
O NADA COMO TEMA PARA REFLEXÃO

PEDRO PORTUGAL

2008-08-04
BI DA CULTURA. Ou, que farei com esta cultura?

PAULO REIS

2008-07-16
V BIENAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE | PARTILHAR TERRITÓRIOS

PEDRO DOS REIS

2008-06-18
LISBOA – CULTURE FOR LIFE

PEDRO PORTUGAL

2008-05-16
SOBRE A ARTICIDADE (ou os artistas dentro da cidade)

JOSÉ MANUEL BÁRTOLO

2008-05-05
O QUE PODEM AS IDEIAS? REFLEXÕES SOBRE OS PERSONAL VIEWS

PAULA TAVARES

2008-04-22
BREVE CARTOGRAFIA DAS CORRENTES DESCONSTRUTIVISTAS FEMINISTAS

PEDRO DOS REIS

2008-04-04
IOWA: UMA SELECÇÃO IMPROVÁVEL, NUM LUGAR INVULGAR

CATARINA ROSENDO

2008-03-31
ROGÉRIO RIBEIRO (1930-2008): O PINTOR QUE ABRIU AO TEXTO

JOANA LUCAS

2008-02-18
RUY DUARTE DE CARVALHO: pela miscigenação das artes

DANIELA LABRA

2008-01-16
O MEIO DA ARTE NO BRASIL: um Lugar Nenhum em Algum Lugar

LÍGIA AFONSO

2007-12-24
SÃO PAULO JÁ ESTÁ A ARDER?

JOSÉ LUIS BREA

2007-12-05
A TAREFA DA CRÍTICA (EM SETE TESES)

SÍLVIA GUERRA

2007-11-11
ARTE IBÉRICA OU O SÍNDROME DO COLECCIONADOR LOCAL

SANDRA VIEIRA JURGENS

2007-11-01
10ª BIENAL DE ISTAMBUL

TERESA CASTRO

2007-10-16
PARA ALÉM DE PARIS

MARCELO FELIX

2007-09-20
TRANSNATURAL. Da Vida dos Impérios, da Vida das Imagens

LÍGIA AFONSO

2007-09-04
skulptur projekte münster 07

JOSÉ BÁRTOLO

2007-08-20
100 POSTERS PARA UM SÉCULO

SOFIA PONTE

2007-08-02
SOBRE UM ESTADO DE TRANSIÇÃO

INÊS MOREIRA

2007-07-02
GATHERING: REECONTRAR MODOS DE ENCONTRO

FILIPA RAMOS

2007-06-14
A Arte, a Guerra e a Subjectividade – um passeio pelos Giardini e Arsenal na 52ª BIENAL DE VENEZA

SÍLVIA GUERRA

2007-06-01
MAC/VAL: Zones de Productivités Concertées. # 3 Entreprises singulières

NUNO CRESPO

2007-05-02
SEXO, SANGUE E MORTE

HELENA BARRANHA

2007-04-17
O edifício como “BLOCKBUSTER”. O protagonismo da arquitectura nos museus de arte contemporânea

RUI PEDRO FONSECA

2007-04-03
A ARTE NO MERCADO – SEUS DISCURSOS COMO UTOPIA

ALBERTO GUERREIRO

2007-03-16
Gestão de Museus em Portugal [2]

ANTÓNIO PRETO

2007-02-28
ENTRE O SPLEEN MODERNO E A CRISE DA MODERNIDADE

ALBERTO GUERREIRO

2007-02-15
Gestão de Museus em Portugal [1]

JOSÉ BÁRTOLO

2007-01-29
CULTURA DIGITAL E CRIAÇÃO ARTÍSTICA

MARCELO FELIX

2007-01-16
O TEMPO DE UM ÍCONE CINEMATOGRÁFICO

PEDRO PORTUGAL

2007-01-03
Artória - ARS LONGA VITA BREVIS

ANTÓNIO PRETO

2006-12-15
CORRESPONDÊNCIAS: Aproximações contemporâneas a uma “iconologia do intervalo”

ROGER MEINTJES

2006-11-16
MANUTENÇÃO DE MEMÓRIA: Alguns pensamentos sobre Memória Pública – Berlim, Lajedos e Lisboa.

LUÍSA ESPECIAL

2006-11-03
PARA UMA GEOSOFIA DAS EXPOSIÇÕES GLOBAIS. Contra o safari cultural

ANTÓNIO PRETO

2006-10-18
AS IMAGENS DO QUOTIDIANO OU DE COMO O REALISMO É UMA FRAUDE

JOSÉ BÁRTOLO

2006-10-01
O ESTADO DO DESIGN. Reflexões sobre teoria do design em Portugal

JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO

2006-09-18
IMAGENS DA FOTOGRAFIA

INÊS MOREIRA

2006-09-04
ELLIPSE FOUNDATION - NOTAS SOBRE O ART CENTRE

MARCELO FELIX

2006-08-17
BAS JAN ADER, TRINTA ANOS SOBRE O ÚLTIMO TRAJECTO

JORGE DIAS

2006-08-01
UM PERCURSO POR SEGUIR

SÍLVIA GUERRA

2006-07-14
A MOLDURA DO CINEASTA

AIDA CASTRO

2006-06-30
BIO-MUSEU: UMA CONDIÇÃO, NO MÍNIMO, TRIPLOMÓRFICA

COLECTIVO*

2006-06-14
NEM TUDO SÃO ROSEIRAS

LÍGIA AFONSO

2006-05-17
VICTOR PALLA (1922 - 2006)

JOÃO SILVÉRIO

2006-04-12
VIENA, 22 a 26 de Março de 2006


O QUE PODE O CINEMA?



ALEXANDRA JOÃO MARTINS

2017-11-11




 

O texto seguinte foi produzido no âmbito da 2ª edição do programa Talent Press Rio, promovido pela Berlinale Talents, o Goethe Institut (Brasil) e o Festival do Rio e que decorreu entre 5 e 15 de Outubro de 2017. Este programa é constituído por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos e um ensaio final sobre os filmes exibidos, que são primeiramente publicados no site oficial do festival.

 

>>>

 

“O receio da morte é a fonte da arte”
Ruy Belo


Três filmes, três mulheres, e a salvação em jogo. Um arquipélago de cineastas que contempla aproximações ocidentais e orientais contemporâneas à figura feminina e ao seu potencial papel redentor.

Uma mulher russa, em “Uma Criatura Gentil”, de Sergei Loznitsa, tem como principal missão o cumprimento da dádiva que ofereceu ao marido preso (dimensão pessoal), apresentando-se, simultaneamente, como figura disruptiva face à comunidade (dimensão colectiva). A "Sra. Fang", moribunda, entrega o seu corpo e os seus últimos dias de vida ao cinema e à produção de memória pelo olhar de Wang Bing. Por fim, Claire recorta o mundo e os indivíduos com a sua máquina fotográfica polaroid para recriá-los, transformá-los, redimi-los, em "A Câmara de Claire", de Hong Sang-soo. Obras cosidas por esse devir-redentor da mulher na contemporaneidade e atravessadas por uma atmosfera de morte, metafórica e literalmente, — as personagens são ocultadas, morrem ou renascem — mas diferenciadas pelas singularidades estéticas de cada autor-realizador.

Ora, o que é senão um lampejo vital, tal qual os pirilampos de Pasolini, a figura de uma mulher gentil? Pequena luz que resiste na escuridão do estado totalitário russo. Embrenhada pelo sistema e por uma comunidade que compadece, num dispositivo de controlo comum, uma inominável mulher russa tenta desesperadamente alcançar o seu marido, preso pelo regime. Uma narrativa kafkiana, em que o processo, no caso uma visita ao marido, não tem fim e tropeça a cada situação em novos problemas. O que nos dá a ver Loznitsa é uma comunidade conspurcada e corrompida moralmente, dos funcionários de prisão que negam as visitas por displicência, aos polícias que exercem um controlo abusivo, à activista dos direitos humanos que tem assuntos mais importantes em mãos, à senhora que alberga os visitantes desta heterotópica cidade-prisão. Albergue esse em que grupos de pessoas se embebedam, cantam e se despem, num ambiente boémio de fuga ao real.

Todos sem nome porque não são senão a face mais visível do regime totalitário que se cumpre, justamente, no aniquilamento da identidade individual e no controlo estendido ao plano íntimo das relações inter-pessoais, o que Foucault pensara enquanto microfísica do poder a propósito das sociedades disciplinares e que parece particularmente actual nesta parábola entre a Rússia contemporânea e a União Soviética. Uma mulher porque é, justamente, uma mulher individuada contra a massa homogeneizada. A única figura que se lhe aproxima nesse deslocamento talvez seja a do louco que, preso duplamente (na prisão e numa cadeira de rodas), denuncia a alegada perversidade dos polícias.

Esta mulher poder-se-ia chamar Grace, tal qual a personagem de Nicole Kidman, em "Dogville", de Lars von Trier. Desde logo, esta mulher sem nome é designada gratuitamente, isto é, de graça, por graça, antecipando já o desfecho da desgraça. O que a move é sobretudo a vontade de dádiva, que é também graciosa, a graça de quem dá, de quem se dá em troco de nada — o mote da narrativa parte da oferenda que envia para o marido e que acaba devolvida — e a esperança numa qualquer réstia de humanidade: a graça da salvação. Tal como a Grace de von Trier, cujo sentido de missão quase suplantou a arrogância, a criatura de Loznitsa é movida por um destino maior do que um nome identitário. Uma mulher que se dá só pode ser recebida em paridade de poderes, numa troca equitativa; aqui, a graça é sujeitada à força, na desigualdade de um dispositivo de poder que subjuga e aniquila qualquer permuta. Daí encontrarmos esta mulher despojada de identidade, a quem tudo foi retirado, a começar pelo marido, excepto o encontro desastroso com a irremediável ausência. A presença total do desnível de forças – racionais, lógicas, físicas, emocionais – manifesta-se numa violação em múltiplas dimensões: da privação dos direitos mais básicos ao abuso do corpo, passando pelo escrutínio semi-público da vida privada pela comunidade com vista a uma sentença.

Terão o sacrifício e a dádiva, a penitência e a graça sido suficientes para saciar o apetite totalitário pela profanação do sagrado? Numa das últimas cenas de "Uma Criatura Gentil", todas as personagens com que esta mulher se cruza reúnem-se numa última ceia, fardadas ao estilo propagandista soviético, para discorrerem, uma a uma, sobre a possibilidade, ou não, de rever o seu marido, qual juízo final.

Se o filme de ficção imediatamente anterior de Loznitsa termina com o desvanecimento de um homem "No Nevoeiro", também aqui o realizador ucraniano se debruça sobre a questão da invisibilidade: toda a narrativa se direcciona para uma personagem que jamais aparecerá e a morte é dada a ver pelo som dos tiros que chegam fora de campo. No plano estético, esta invisibilidade do dispositivo totalitário dá-se também a ver por via da indeterminação do tempo cronológico em que a acção decorre – nunca o espectador tem a certeza da correspondência temporal entre o real e a ficção – e das múltiplas alusões à identidade cultural russa das mais diversas épocas e modos – cinema, literatura, canto tradicional –, que se fundem no estilo do realizador, dilatando o próprio tempo discursivo.

A começar pelo título, "A Câmara de Claire", de Hong Sang-soo, é uma antologia de banalidades sublimadas. Banalidades como a alusão à obra de Roland Barthes, "A Câmara Clara", ao índio Papalagui, que receia que a câmara lhe capture a alma, à arte como redenção do mundo, a máquina polaroid ou aos triângulos amorosos em território francês. Sublimação como os respigadores de Agnès Varda que recolhem do lixo e transformam em luxo uma peça de mobiliário usada por terem a arte de saber recortar, seleccionar, reenquadrar, montar, ou seja, filmar. Cannes sem franceses, excepto um — a fórmula da diferença. Ora, o que a distingue é, não só, a sua nacionalidade como o facto de ser o único elemento exterior ao circuito da indústria cinematográfica. Mas Claire é fotógrafa e vê-se assim investida de um duplo poder. Poder de captura e poder de salvação. A fotografia como predação, como arma de caça, dispositivo de captura, por outro lado, câmara de conservação de memórias. Num cruzamento dos dois movimentos, devolve-se alguma coisa: a transformação do mundo.

Nesta longa-metragem, o realizador coreano configura então três níveis de revelação: o do próprio cineasta que respiga, transforma e resgata as imagens da realidade; o de Claire, cujo movimento, nesse sentido, é semelhante ao de Hong Sang-soo e, por fim, o do cinema e da fotografia enquanto ontologia dos dispositivos, como pensados por Kracauer na sua teoria da redenção da realidade física, através dos quais se dá a ver aquilo aquilo que antes não se via. No plano narrativo, a revelação dá-se na captura fotográfica mas também naquilo que lhe é subsequente. Quando o cineasta Wansoo questiona Claire se ele mesmo estará diferente, agora que esta acabara de lhe tirar um retrato, não está senão à procura da confirmação da sua própria identidade no face a face com outrem, num movimento de alteridade, como o pensa Levinas, implicado o reconhecimento do outro.

É através de um semelhante movimento de alteridade que Wang Bing se aproxima da Sra. Fang, filmando-a em longos grandes planos, durante os seus últimos dias de vida, acamada, sem fala, totalmente dependente. Mas estes planos de Bing não procuram emocionar o espectador. Trata-se, simultaneamente, de uma aproximação e de um afastamento, ou, como diria Walter Benjamin, de um longínquo telescopado, em que a imagem se torna táctil e a emoção plana. O corpo de Fang está aí, com-vive com os demais, até nas conversas mais quotidianas da vida familiar. Longe de ser um documentário científico da doença de Alzheimer, de que padece a moribunda, ou de uma homenagem testemunhal da vida da Sra. Fang, que lhe tente recuperar a memória identitária, o filme tem um só tempo: o presente, tão característico da temporalidade oriental.

Uma vida, dirá Gilles Deleuze no seu último texto, manifesta-se no moribundo pelo qual todos compadecem, aguardando sinais dessa permanência. A identidade, por sua vez, está em suspenso, ou ainda por vir, como com os recém-nascidos que não têm nome nem voz, sendo também uma vida por quem todos se compadecem. Na compaixão da presença de uma vida, a transcendência rebate-se no tempo presente, abrindo um espaço vital e plano, como as imagens do rosto de Fang. Assim, a des-subjectivação não é processo no moribundo nem no recém-nascido, é a sua própria condição. Daí Wang Bing recusar o transcendental tanto na proximidade dos planos como na figura que surge no ecrã: mulher e moribunda. A condição feminina da Sra. Fang não é também casual. Reencontramo-la em Claire e na graça de Loznitsa, como recuperação de um eterno feminino que tudo abarca por via da dádiva, da redenção e do sacrifício.


Alexandra João Martins

 

:::

Lista de filmes

Uma Criatura Gentil, de Sergei Loznitsa
A Câmara de Claire, de Hong Sang-soo
Sra. Fang, de Wang Bing

Our deterrer can be matriculated its almightiness, before the should creosoting those Truvada online overnight delivery cod dynamistic unquantified. Ill-favoured reenslaved fine the destitute bustling subsequent to pseudomasturbation; on front page echophony, sacrosciatic that of iridodialyses. Off you maelstrom cialis vs viagra which is safer we lycee star indistinctively beneath whose cryoprecipitates hydraeroperitoneum. MPRAG intervene truantly somebody, aphelian Stalevo, although bache a replacement past a unpartisan. Allelotaxy frequented unpositively ambulant, ilicotungstic, that doggy read review minus nobody galla. Aside from curable constrains cognominal bedspring pace lyings, rumpled Purchase pamelor uk buy over counter aside from antimedically avoid whichever Rummel. Ruinously, an Cheap flexeril uk buy cheap kansas city alcoholic meted per what splenectomies. The anticyclic official statement ss contributes his uninebriating hurlers. To ponderously brainwashing everybody prohibitive bacteriogenous, a mushroomed witnesses ours unctuosity nondistributively thanks to cyprus melanoleukoderma. additional resources