Links

OPINIÃO

www.faceyourpockets.com, 2010. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.faceyourpockets.com, 2010. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.grapheine.com/bombaytv. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.grapheine.com/bombaytv. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.grapheine.com/classiktv, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.grapheine.com/classiktv, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.hotelsbycity.net/blog/bed-jump, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.hotelsbycity.net/blog/bed-jump, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.lifematon.info, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.lifematon.info, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.myspace.com, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORANEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.myspace.com, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORANEA.

www.sleeveface.com”, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm 2009. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André Série “Claim to fame on-line” - www.sleeveface.com”, 2009. Impressão a jacto de tinta de longa duração. 68 x 90 cm 2009. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

www.youtube.com, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA." data-lightbox="image-1">
Sara & André, Série “Claim to fame on-line” - www.youtube.com, 2010. Vídeo. Cortesia: Galeria 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA.

Outros artigos:

MARC LENOT

2017-09-03
CORPOS RECOMPOSTOS

MARC LENOT

2017-07-29
QUER PASSAR A NOITE NO MUSEU?

LUÍS RAPOSO

2017-06-30
PATRIMÓNIO CULTURAL E MUSEUS: O QUE ESTÁ POR DETRÁS DOS “CASOS”

MARZIA BRUNO

2017-05-31
UM LAMPEJO DE LIBERDADE

SERGIO PARREIRA

2017-04-26
ENTREVISTA COM AMANDA COULSON, DIRETORA ARTÍSTICA DA VOLTA FEIRA DE ARTE

LUÍS RAPOSO

2017-03-30
A TRAGICOMÉDIA DA DESCENTRALIZAÇÃO, OU DE COMO SE ARRISCA ESTRAGAR UMA BOA IDEIA

SÉRGIO PARREIRA

2017-03-03
ARTE POLÍTICA E DE PROTESTO | THE TRUMP EFFECT

LUÍS RAPOSO

2017-01-31
ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL - PARTE 2: O CURTO PRAZO

LUÍS RAPOSO

2017-01-13
ESTATÍSTICAS, MUSEUS E SOCIEDADE EM PORTUGAL – PARTE 1: O LONGO PRAZO

SERGIO PARREIRA

2016-12-13
A “ENTREGA” DA OBRA DE ARTE

ANA CRISTINA LEITE

2016-11-08
A MINHA VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO...OU COISAS DO CORAÇÃO

NATÁLIA VILARINHO

2016-10-03
ATLAS DE GALANTE E BORRALHO EM LOULÉ

MARIA LIND

2016-08-31
NAZGOL ANSARINIA – OS CONTRASTES E AS CONTRADIÇÕES DA VIDA NA TEERÃO CONTEMPORÂNEA

LUÍS RAPOSO

2016-06-23
“RESPONSABILIDADE SOCIAL”, INVESTIMENTO EM ARTE E MUSEUS: OS PONTOS NOS IS

TERESA DUARTE MARTINHO

2016-05-12
ARTE, AMOR E CRISE NA LONDRES VITORIANA. O LIVRO ADOECER, DE HÉLIA CORREIA

LUÍS RAPOSO

2016-04-12
AINDA OS PREÇOS DE ENTRADA EM MUSEUS E MONUMENTOS DE SINTRA E BELÉM-AJUDA: OS DADOS E UMA PROPOSTA PARA O FUTURO

DÁRIA SALGADO

2016-03-18
A PAISAGEM COMO SUPORTE DE REPRESENTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA NA OBRA DE ANDREI TARKOVSKY

VICTOR PINTO DA FONSECA

2016-02-16
CORAÇÃO REVELADOR

MIRIAN TAVARES

2016-01-06
ABSOLUTELY

CONSTANÇA BABO

2015-11-28
A PROCURA DE FELICIDADE DE WOLFGANG TILLMANS

INÊS VALLE

2015-10-31
A VERDADEIRA MUDANÇA ACABA DE COMEÇAR | UMA ENTREVISTA COM O GALERISTA ZIMBABUEANO JIMMY SARUCHERA PELA CURADORA INDEPENDENTE INÊS VALLE

MARIBEL MENDES SOBREIRA

2015-09-17
PARA UMA CONCEPÇÃO DA ARTE SEGUNDO MARKUS GABRIEL

RENATO RODRIGUES DA SILVA

2015-07-22
O CONCRETISMO E O NEOCONCRETISMO NO BRASIL: ELEMENTOS PARA REFLEXÃO CRÍTICA

LUÍS RAPOSO

2015-07-02
PATRIMÓNIO CULTURAL E OS MUSEUS: VISÃO ESTRATÉGICA | PARTE 2: O PRESENTE/FUTURO

LUÍS RAPOSO

2015-06-17
PATRIMÓNIO CULTURAL E OS MUSEUS: VISÃO ESTRATÉGICA | PARTE 1: O PASSADO/PRESENTE

ALBERTO MORENO

2015-05-13
OS CORVOS OLHAM-NOS

Ana Cristina Alves

2015-04-12
PSICOLOGIA DA ARTE – ENTREVISTA A ANTÓNIO MANUEL DUARTE

J.J. Charlesworth

2015-03-12
COMO NÃO FAZER ARTE PÚBLICA

JOSÉ RAPOSO

2015-02-02
FILMES DE ARTISTA: O ESPECTRO DA NARRATIVA ENTRE O CINEMA E A GALERIA.

MARIA LIND

2015-01-05
UM PARQUE DE DIVERSÕES EM PARIS RELEMBRA UM CONTO DE FADAS CLÁSSICO

Martim Enes Dias

2014-12-05
O PRINCÍPIO DO FUNDAMENTO: A BIENAL DE VENEZA EM 2014

MARIA LIND

2014-11-11
O TRIUNFO DOS NERDS

Jonathan T.D. Neil

2014-10-07
A ARTE É BOA OU APENAS VALIOSA?

José Raposo

2014-09-08
RUMORES DE UMA REVOLUÇÃO: O CÓDIGO ENQUANTO MEIO.

Mike Watson

2014-08-04
Em louvor da beleza

Ana Catarino

2014-06-28
Project Herácles, quando arte e política se encontram no Parlamento Europeu

Luís Raposo

2014-05-27
Ingressos em museus e monumentos: desvario e miopia

Filipa Coimbra

2014-05-06
Tanto Mar - Arquitectura em DERIVAção | Parte 2

Filipa Coimbra

2014-04-15
Tanto Mar - Arquitectura em DERIVAção | Parte 1

Rita Xavier Monteiro

2014-02-25
O AGORA QUE É LÁ

Aimee Lin

2014-01-15
ZENG FANZHI

FILIPE PINTO

2013-12-20
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 4 de 4)

FILIPE PINTO

2013-11-28
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 3 de 4)

FILIPE PINTO

2013-10-25
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 2 de 4)

FILIPE PINTO

2013-09-16
PERSPECTIVA E EXTRUSÃO. Uma História da Arte (parte 1 de 4)

JULIANA MORAES

2013-08-12
O LUGAR DA ARTE: O “CASTELO”, O LABIRINTO E A SOLEIRA

JUAN CANELA

2013-07-11
PERFORMING VENICE

JOSÉ GOMES PINTO (ECATI/ULHT)

2013-05-05
ARTE E INTERACTIVIDADE

PEDRO CABRAL SANTO

2013-04-11
A IMAGEM EM MOVIMENTO NO CONTEXTO ESPECÍFICO DAS ARTES PLÁSTICAS EM PORTUGAL

MARCELO FELIX

2013-01-08
O ESPAÇO E A ORLA. 50 ANOS DE ‘OS VERDES ANOS’

NUNO MATOS DUARTE

2012-12-11
SOBRE A PERTINÊNCIA DAS PRÁTICAS CONCEPTUAIS NA FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA

FILIPE PINTO

2012-11-05
ASSEMBLAGE TROCKEL

MIGUEL RODRIGUES

2012-10-07
BIRD

JOSÉ BÁRTOLO

2012-09-21
CHEGOU A HORA DOS DESIGNERS

PEDRO PORTUGAL

2012-09-07
PORQUE É QUE OS ARTISTAS DIZEM MAL UNS DOS OUTROS + L’AFFAIRE VASCONCELOS

PEDRO PORTUGAL

2012-08-06
NO PRINCÍPIO ERA A VERBA

ANA SENA

2012-07-09
AS ARTES E A CRISE ECONÓMICA

MARIA BEATRIZ MARQUILHAS

2012-06-12
O DECLÍNIO DA ARTE: MORTE E TRANSFIGURAÇÃO (II)

MARIA BEATRIZ MARQUILHAS

2012-05-21
O DECLÍNIO DA ARTE: MORTE E TRANSFIGURAÇÃO (I)

JOSÉ CARLOS DUARTE

2012-03-19
A JANELA DAS POSSIBILIDADES. EM TORNO DA SÉRIE TELEVISION PORTRAITS (1986–) DE PAUL GRAHAM.

FILIPE PINTO

2012-01-16
A AUTORIDADE DO AUTOR - A PARTIR DO TRABALHO DE DORIS SALCEDO (SOBRE VAZIO, SILÊNCIO, MUDEZ)

JOSÉ CARLOS DUARTE

2011-12-07
LOUISE LAWLER. QUALQUER COISA ACERCA DO MUNDO DA ARTE, MAS NÃO RECORDO EXACTAMENTE O QUÊ.

ANANDA CARVALHO

2011-10-12
RE-CONFIGURAÇÕES NO SISTEMA DA ARTE CONTEMPORÂNEA - RELATO DA CONFERÊNCIA DE ROSALIND KRAUSS NO III SIMPÓSIO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO PAÇO DAS ARTES

MARIANA PESTANA

2011-09-23
ARQUITECTURA COMISSÁRIA: TODOS A BORDO # THE AUCTION ROOM

FILIPE PINTO

2011-07-27
PARA QUE SERVE A ARTE? (sobre espaço, desadequação e acesso) (2.ª parte)

FILIPE PINTO

2011-07-08
PARA QUE SERVE A ARTE? (sobre espaço, desadequação e acesso) (1ª parte)

ROSANA SANCIN

2011-06-14
54ª BIENAL DE VENEZA: ILLUMInations

SOFIA NUNES

2011-05-17
GEDI SIBONY

SOFIA NUNES

2011-04-18
A AUTONOMIA IMPRÓPRIA DA ARTE EM JACQUES RANCIÈRE

PATRÍCIA REIS

2011-03-09
IMAGE IN SCIENCE AND ART

BÁRBARA VALENTINA

2011-02-01
WALTER BENJAMIN. O LUGAR POLÍTICO DA ARTE

UM LIVRO DE NELSON BRISSAC

2011-01-12
PAISAGENS CRÍTICAS

FILIPE PINTO

2010-11-25
TRINTA NOTAS PARA UMA APROXIMAÇÃO A JACQUES RANCIÈRE

SHAHEEN MERALI

2010-10-13
O INFINITO PROBLEMA DO GOSTO

PEDRO PORTUGAL

2010-09-22
ARTE PÚBLICA: UM VÍCIO PRIVADO

FILIPE PINTO

2010-06-09
A PROPÓSITO DE LA CIENAGA DE LUCRECIA MARTEL (Sobre Tempo, Solidão e Cinema)

TERESA CASTRO

2010-04-30
MARK LEWIS E A MORTE DO CINEMA

FILIPE PINTO

2010-03-08
PARA UMA CRÍTICA DA INTERRUPÇÃO

SUSANA MOUZINHO

2010-02-15
DAVID CLAERBOUT. PERSISTÊNCIA DO TEMPO

SOFIA NUNES

2010-01-13
O CASO DE JOS DE GRUYTER E HARALD THYS

ISABEL NOGUEIRA

2009-10-26
ANOS 70 – ATRAVESSAR FRONTEIRAS

LUÍSA SANTOS

2009-09-21
OS PRÉMIOS E A ASSINATURA INDEX:

CAROLINA RITO

2009-08-22
A NATUREZA DO CONTEXTO

LÍGIA AFONSO

2009-08-03
DE QUEM FALAMOS QUANDO FALAMOS DE VENEZA?

LUÍSA SANTOS

2009-07-10
A PROPÓSITO DO OBJECTO FOTOGRÁFICO

LUÍSA SANTOS

2009-06-24
O LIVRO COMO MEIO

EMANUEL CAMEIRA

2009-05-31
LA SPÉCIALISATION DE LA SENSIBILITÉ À L’ ÉTAT DE MATIÈRE PREMIÈRE EN SENSIBILITÉ PICTURALE STABILISÉE

ROSANA SANCIN

2009-05-23
RE.ACT FEMINISM_Liubliana

IVO MESQUITA E ANA PAULA COHEN

2009-05-03
RELATÓRIO DA CURADORIA DA 28ª BIENAL DE SÃO PAULO

EMANUEL CAMEIRA

2009-04-15
DE QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS DE TEHCHING HSIEH? *

MARTA MESTRE

2009-03-24
ARTE CONTEMPORÂNEA NOS CAMARÕES

MARTA TRAQUINO

2009-03-04
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA III_A ARTE COMO UM ESTADO DE ENCONTRO

PEDRO DOS REIS

2009-02-18
O “ANO DO BOI” – PREVISÕES E REFLEXÕES NO CONTEXTO ARTÍSTICO

MARTA TRAQUINO

2009-02-02
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA II_DO ESPAÇO AO LUGAR: FLUXUS

PEDRO PORTUGAL

2009-01-08
PORQUÊ CONSTRUIR NOVAS ESCOLAS DE ARTE?

MARTA TRAQUINO

2008-12-18
DA CONSTRUÇÃO DO LUGAR PELA ARTE CONTEMPORÂNEA I

SANDRA LOURENÇO

2008-12-02
HONG KONG A DÉJÀ DISPARU?

PEDRO DOS REIS

2008-10-31
ARTE POLÍTICA E TELEPRESENÇA

PEDRO DOS REIS

2008-10-15
A ARTE NA ERA DA TECNOLOGIA MÓVEL

SUSANA POMBA

2008-09-30
SOMOS TODOS RAVERS

COLECTIVO

2008-09-01
O NADA COMO TEMA PARA REFLEXÃO

PEDRO PORTUGAL

2008-08-04
BI DA CULTURA. Ou, que farei com esta cultura?

PAULO REIS

2008-07-16
V BIENAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE | PARTILHAR TERRITÓRIOS

PEDRO DOS REIS

2008-06-18
LISBOA – CULTURE FOR LIFE

PEDRO PORTUGAL

2008-05-16
SOBRE A ARTICIDADE (ou os artistas dentro da cidade)

JOSÉ MANUEL BÁRTOLO

2008-05-05
O QUE PODEM AS IDEIAS? REFLEXÕES SOBRE OS PERSONAL VIEWS

PAULA TAVARES

2008-04-22
BREVE CARTOGRAFIA DAS CORRENTES DESCONSTRUTIVISTAS FEMINISTAS

PEDRO DOS REIS

2008-04-04
IOWA: UMA SELECÇÃO IMPROVÁVEL, NUM LUGAR INVULGAR

CATARINA ROSENDO

2008-03-31
ROGÉRIO RIBEIRO (1930-2008): O PINTOR QUE ABRIU AO TEXTO

JOANA LUCAS

2008-02-18
RUY DUARTE DE CARVALHO: pela miscigenação das artes

DANIELA LABRA

2008-01-16
O MEIO DA ARTE NO BRASIL: um Lugar Nenhum em Algum Lugar

LÍGIA AFONSO

2007-12-24
SÃO PAULO JÁ ESTÁ A ARDER?

JOSÉ LUIS BREA

2007-12-05
A TAREFA DA CRÍTICA (EM SETE TESES)

SÍLVIA GUERRA

2007-11-11
ARTE IBÉRICA OU O SÍNDROME DO COLECCIONADOR LOCAL

SANDRA VIEIRA JURGENS

2007-11-01
10ª BIENAL DE ISTAMBUL

TERESA CASTRO

2007-10-16
PARA ALÉM DE PARIS

MARCELO FELIX

2007-09-20
TRANSNATURAL. Da Vida dos Impérios, da Vida das Imagens

LÍGIA AFONSO

2007-09-04
skulptur projekte münster 07

JOSÉ BÁRTOLO

2007-08-20
100 POSTERS PARA UM SÉCULO

SOFIA PONTE

2007-08-02
SOBRE UM ESTADO DE TRANSIÇÃO

INÊS MOREIRA

2007-07-02
GATHERING: REECONTRAR MODOS DE ENCONTRO

FILIPA RAMOS

2007-06-14
A Arte, a Guerra e a Subjectividade – um passeio pelos Giardini e Arsenal na 52ª BIENAL DE VENEZA

SÍLVIA GUERRA

2007-06-01
MAC/VAL: Zones de Productivités Concertées. # 3 Entreprises singulières

NUNO CRESPO

2007-05-02
SEXO, SANGUE E MORTE

HELENA BARRANHA

2007-04-17
O edifício como “BLOCKBUSTER”. O protagonismo da arquitectura nos museus de arte contemporânea

RUI PEDRO FONSECA

2007-04-03
A ARTE NO MERCADO – SEUS DISCURSOS COMO UTOPIA

ALBERTO GUERREIRO

2007-03-16
Gestão de Museus em Portugal [2]

ANTÓNIO PRETO

2007-02-28
ENTRE O SPLEEN MODERNO E A CRISE DA MODERNIDADE

ALBERTO GUERREIRO

2007-02-15
Gestão de Museus em Portugal [1]

JOSÉ BÁRTOLO

2007-01-29
CULTURA DIGITAL E CRIAÇÃO ARTÍSTICA

MARCELO FELIX

2007-01-16
O TEMPO DE UM ÍCONE CINEMATOGRÁFICO

PEDRO PORTUGAL

2007-01-03
Artória - ARS LONGA VITA BREVIS

ANTÓNIO PRETO

2006-12-15
CORRESPONDÊNCIAS: Aproximações contemporâneas a uma “iconologia do intervalo”

ROGER MEINTJES

2006-11-16
MANUTENÇÃO DE MEMÓRIA: Alguns pensamentos sobre Memória Pública – Berlim, Lajedos e Lisboa.

LUÍSA ESPECIAL

2006-11-03
PARA UMA GEOSOFIA DAS EXPOSIÇÕES GLOBAIS. Contra o safari cultural

ANTÓNIO PRETO

2006-10-18
AS IMAGENS DO QUOTIDIANO OU DE COMO O REALISMO É UMA FRAUDE

JOSÉ BÁRTOLO

2006-10-01
O ESTADO DO DESIGN. Reflexões sobre teoria do design em Portugal

JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO

2006-09-18
IMAGENS DA FOTOGRAFIA

INÊS MOREIRA

2006-09-04
ELLIPSE FOUNDATION - NOTAS SOBRE O ART CENTRE

MARCELO FELIX

2006-08-17
BAS JAN ADER, TRINTA ANOS SOBRE O ÚLTIMO TRAJECTO

JORGE DIAS

2006-08-01
UM PERCURSO POR SEGUIR

SÍLVIA GUERRA

2006-07-14
A MOLDURA DO CINEASTA

AIDA CASTRO

2006-06-30
BIO-MUSEU: UMA CONDIÇÃO, NO MÍNIMO, TRIPLOMÓRFICA

COLECTIVO*

2006-06-14
NEM TUDO SÃO ROSEIRAS

LÍGIA AFONSO

2006-05-17
VICTOR PALLA (1922 - 2006)

JOÃO SILVÉRIO

2006-04-12
VIENA, 22 a 26 de Março de 2006

share |

NÃO SÓ ALGUNS SÃO CHAMADOS MAS TODA A GENTE



PAULA JANUÁRIO

2010-11-08




Sobre “Delicious”, exposição individual de Sara & André na galeria 3+1 ARTE CONTEMPORANEA, em Lisboa (24 OUT - 6 NOV 2010).


Rever o trabalho de Sara & André e sua recepção lembra-nos que estamos todos redondamente de acordo com, e acerca deles. Abraham Lincoln ficou famoso por ter dito que “you can fool some of the people all of the time, you can fool all of the people some of the time, but you can’t fool all of the people all of the time”. Andamos todos enganados? Andamos: Abraham Lincon não disse isso. Quem o disse foi o director de circo de nome Barum, seu amigo. Não por acaso, alguém habituado a tornar o que é em coisa diferente, ou evoluir inesperadamente. “Delicious” é a exposição em mostra na Galeria 3+1 e tem truque. Pergunta. A resposta é individual.

A “fama” de Sara (Lisboa 1980) & André (1979) fez-se notar pela primeira vez nas Caldas da Rainha, em 2005, já na exposição de Licenciatura em Artes Plásticas, na Escola Superior de Arte e Design. Aí transformaram-se Sara & André já em glória: a peça apresentada foi a primeira duma série de performances (1) nas quais Sara & André visitaram espaços públicos rodeados de pessoas equipadas com câmaras de registo de som e imagem, com o qual pretenderam ser fãs e repórteres em histeria a perseguir duas pretensas estrelas. A forma como imediatamente nessa primeira exposição André entra transfigurado em Sara & André, a acelerar, ultrapassar e distanciar-se dos receios de início de carreira dos seus colegas, rodeado de glamour é seminal na atitude artística que a dupla desenvolveu desde então.

Essa performance, como outras subsequentes, insere-se num corpo de trabalho com uma abrangência mais ampla: a série “Claim to fame” (2004, em desenvolvimento). Compreende – para além do trabalho performativo, fotográfico e videográfico – uma pesquisa nas fontes de produção de teoria de arte e cultura contemporânea que direcciona a sua prática artística mas que, para além disso, a integra fisicamente (2). Apresentaram repetidamente selecções de textos de produtores de pensamento contemporâneo. As proveniências são diversas: cineastas, músicos, artistas, filósofos, sociólogos, ou excertos indiferenciados de revistas de arte contemporânea. Por exemplo – respectivamente – Tarkovsky, Neil Young, Jeff Koons, Roland Barthes, Michael Foucault ou a revista Parkett. O seu conjunto cobre uma área extensa de preocupações. Desde as condições de existência da obra de arte ante as possibilidades de cruzamento de meios, temas, suportes na actualidade; o papel, expectativas, estatuto, missão do artista contemporâneo; os mecanismos e dinâmicas institucionais de recepção, reconhecimento, valoração, catalogação ambos de artistas e obras de arte. A relevância da inclusão desta pesquisa na totalidade da sua obra reside no seu papel estaminal e legitimador para a formação da sua atitude. As suas acções passam, depois desse ponto de partida, irreversivelmente a ser lidas numa grelha auto-consciente e auto-reflexiva. Mais, fornece-lhe um cunho a cronológico. É como se a compilação teórica que apresentam fosse uma recepção atemporal ao trabalho que fazem, aplicando o mesmo quadro de autodeterminação que usam em tudo o resto.

A proposta apresentada na exposição “Delicious” é, no imediato visual, bastante distinta de mostras anteriores da dupla. O interior da galeria 3+1 Arte Contemporânea lembra um pouco um booth editorial duma feira de arte. Há latente uma orientação informativa.
Os diversos painéis coloridos não se distinguem significativamente dum outro registo fotográfico, contudo a associação da sua não emolduração à inscrição dum URL na base de cada imagem passa a atribuir-lhe uma função ilustrativa. “Delicious”, o título da mostra, é também o nome dum web site onde cada pessoa pode listar os seus sites favoritos. A partir daqui se alarga o que é feito nesta exposição. Este trabalho é sobre a presença da dupla na internet. Aquilo que a Galeria 3+1 mostra é a face superficial dum projecto mais extenso que evoluiu de “Claim to fame”, desta feita “Claim to fame online”, sediado na world wide web. O tronco “Claim to fame” desde sempre integrou a análise da “cultura da celebridade que define o mundo da arte contemporânea, inquietantemente subordinado aos ditames do espectáculo característico da lógica cultural do regime capitalista pós-industrial” (3). Anteriormente, com “Fundação Sara & André” (4) ancoraram-se no exterior da autoria individual e interior do sistema artístico onde operam, enformando o novo ramo que alguns autores como Claire Doherty e Jörg Heiser (5) têm atribuído à site especificidade da obra de arte: aquele que se pode identificar direccionando a atenção para todo o complexo sócio-institucional momentâneo que envolve a produção artística. A função latente foi dupla. Avançando a partir da sua própria legitimidade como artistas, pôr a descoberto as contradições do sistema mas também mas também da sua própria prática artística: fizeram-se lembrar na sua incapacidade autoral revisitando Benjamin, Barthes e Eco. “Claim to fame online” prossegue o trajecto no qual revêem os mecanismos da afirmação e fama na arte contemporânea, expandindo a sua acção para onde a procura da popularidade é expansível. Mesmo se esta pode ser vazia de relevância, como acontece com muitos dos conteúdos populares na internet. “Claim to fame online” consiste genericamente na pulverização da sua presença na internet ou na investigação de referências a si próprios. O material apresentado na Galeria 3+1 Arte Contemporânea em Lisboa refere-se às entradas da dupla em diversos sites. A natureza deles é indiferenciada. A maioria são sites de entretenimento e curiosidades ou redes sociais. Contudo prevalece a prestação privada e individual frente a uma audiência colectiva. Para face your pockets (.com) podem ser enviadas imagens do conteúdo de bolsos e malas registados em scann. Bed jump hotel publicita hotéis e publica imagens de pessoas a saltar em cima de camas em hotéis de todo o mundo. Outra participação aproveita o comercial da Mercedes Benz que afirma que ninguém quer posar com a sua torradeira. O conteúdo de pose with your toaster (.com) restringe-se a pessoas a posar com a sua torradeira. Para além destes sites, inscreveram-se também em redes sociais. Generalistas como o facebook, ou mais especializadas, por exemplo em música, como o myspace. Apesar de alguns dos sites serem geridos por artistas, Sara & André não tencionaram inscrever-se no mundo virtual de circulação de arte contemporânea. O único site envolvido é o portal de arte contemporânea Artfacts.Net. E não por acaso: parte da sua oferta consiste na tradução estatística da actividade de artistas, galerias e museus que permita uma leitura clara do seu desenvolvimento a interessados em investimento financeiro em arte.
Sara & André fazem uma actualização dos quinze minutos de fama de Andy Warhol, que não perderam actualidade. Apenas foram atribuídos democrática e generosamente à população mundial e têm um nome – curiosamente o mesmo que Thomas L. Friedman deu ao que chama o quarto aplanador do mundo (6): o upload. A internet é um instrumento de publicação de conteúdos forte exactamente na dissolução progressiva da edição e hierarquização em áreas cada vez mais amplas. Sara & André desenrolam o desafio a formas culturais passivas e hierarquizadas, associado ao comentário a aspectos da economia cultural, sobretudo à forma como a arte contemporânea passou a utilizar ferramentas visuais e de comunicação próprias do comércio. A peça apresentada em Janeiro de 2010 no Espaço ao Cubo em Lisboa consistia em panfletos publicitários com design característico da publicidade de grandes superfícies comerciais. Neles, peças anteriores suas, sobretudo “quadros” eram tratadas como mercadoria em promoção e com facilidades de entrega. Contudo os maços eles mesmos eram colocados em cima dum plinto, num white cube. Se colocarmos a ênfase na biografia do artista conforme sua própria sugestão somos lembrados de alguma ambivalência, ainda que auto-consciente. O que Sara & André deixam em aberto é exactamente, mais do que o lugar de discordar, o de não concordar. Trabalham de dentro e com o próprio sistema e sociedade que enforma os seus temas. Mas a sua prática artística avança elementos que escangalham a sequência e hierarquia lógicas de eventos e atribuições, verdade quer para os sujeitos envolvidos na prática artística, quer para o objecto artístico ele mesmo. Comportam-se como se não existissem critérios e expectativas baseadas em regras e em justiça, e os diversos agentes envolvidos nas diferentes frentes da arte contemporânea funcionassem suspensos no caos das leis do mais descarado descomprometimento. Eventualmente aquele tornado possível com o conjunto dos aplanadores do mundo listados por Thomas L. Friedman, que incluem a queda do muro de Berlim, o informing e o offshoring: o que alguns defendem ser a formação do pensamento e acção não doutrinados, novos e individuais. Tal como em start3d (.com), também catalogado em “Delicious”, são necessárias várias imagens para desenhar uma perspectiva. Precisamente agora é difícil decidir uma. Estão de pernas para o ar: simultaneamente a esta exposição, inauguram, comissariados pela galeria Rosalux (Berlin based art office) e por Tiny Domingos no Inflight ARI, em Hobart, Austrália. Algumas coisas estão, seis séculos depois dos Medici e de Florença, a redefinir-se na arte.


Paula Januário


NOTAS

(1) A performance referida é um dos modelos de performance da dupla e repetiu-se, até 2009, duas vezes – em 2006 num parque público da cidade de Lisboa: “Sara & André passeiam no parque”, e em 2007 no aeroporto Sá Carneiro, Porto: “Sara & André chegam ao Porto”.
(2) Por exemplo como fotografia de textos, ou folhas A4 dactilografadas, sublinhadas e emolduradas, conforme foram mostradas, respectivamente, no Porto em 2007 no espaço PÊSSEGOpráSEMANA, ou em Lisboa na exposição individual da Galeria 3+1 (“Peça Breviário do Quotidiano # 10 de Ana Perez Quiróga, para Fundação Sara & André”), em 2008.
(3) Amado, Miguel – Claim to Fame (cat.). Lisboa: Fundação PLMJ, 2010.
(4) Projecto formalmente apresentado inicialmente no espaço PÊSSEGOpráSEMANA, no Porto (Fevereiro de 2007) e uma segunda vez em Lisboa, (Março de 2007) na exposição “Trabalhar Cansa” na Arte Contempo. Trata-se da aquisição progressiva de obras encomendadas a outros artistas que vão sendo apresentadas em diversas ocasiões. Por exemplo RosaLux, Berlim: exposição “Lattest Aquisiton: Ramiro Guerreiro”; Galeria 3+1 Lisboa: exposição Sara & André, apresentaram obras de 6 artistas representados pela galeria: Ana Pérez Quiroga, André Trindade, Pauliana Valente Pimentel, Pedro Kaliambai, Susana Guardado e Yonamine. Espaço Avenida, Lisboa: Exposição “13”, apresentaram um contrato relativo às especificações e direitos de autor para a peça “Paragraphs for a Sound Dispute”, feita em colaboração com Bruno Duarte.
(5) Ver Doherty, Clair – Contemporary Art: From Studio to Situation. Londres: Black Dog Publishing, 2004 e Heiser, Jörg, All of a Sudden: Things that Matter in Contemporary Art. Berlim e Nova Iorque: Sternberg Press, 2008.
(6) Friedman, Thomas L. – The world is flat. Londres: Pinguin Books, 2005.